Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Clima

RS em alerta: novas chuvas podem provocar enchentes e alagamentos

Rio Grande do Sul entra em alerta para nova semana de chuvas intensas.

26/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h30
RS em alerta: novas chuvas podem provocar enchentes e alagamentos

Chuvas intensas atingirão a Região Sul entre domingo (26) e sábado (1º); o Rio Grande do Sul pode registrar mais de 100 mm. Solo encharcado eleva risco de enchentes, alagamentos e transbordamentos.

A Região Sul do Brasil enfrentará uma nova sequência de chuvas intensas entre este domingo (26) e o próximo sábado (1º). O estado do Rio Grande do Sul deverá ser o mais impactado, com previsões de acumulados que podem ultrapassar os 100 milímetros em várias localidades. Essa situação aumenta o risco de alagamentos, transbordamento de rios e outros transtornos para a população.

Publicidade

Esse novo episódio de chuvas ocorre poucos dias após um volume significativo de precipitações no estado, que já havia provocado a elevação do nível de vários rios e enchentes em diversas cidades. Com o solo ainda encharcado, o potencial para novos transbordamentos se torna elevado, especialmente nas bacias dos rios Taquari, Jacuí e Caí.

Os dias 27, 28 e 29 de julho concentram o maior risco de temporais severos. Além disso, entre os dias 31 de julho e 1º de agosto, a formação de uma nova frente fria, associada a um ciclone extratropical, poderá causar tempestades na região. A instabilidade climática será provocada pela atuação simultânea de diferentes sistemas meteorológicos, incluindo áreas contínuas de baixa pressão, sucessivas frentes frias e o transporte de ar quente e úmido da Amazônia, frequentemente chamado de jato de baixos níveis.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A previsão indica que uma área de baixa pressão permanecerá entre o norte da Argentina e o Paraguai até quarta-feira (29), favorecendo a formação de nuvens densas sobre o Sul do Brasil. No domingo (26), uma frente fria atuará no sul do Rio Grande do Sul. Já entre segunda (27) e terça-feira (28), um novo sistema avançará da Argentina e do Uruguai em direção aos três estados da região.

Na quarta-feira (29), outro sistema frontal deverá se organizar entre o Sul do Brasil, o Paraguai e o norte da Argentina, associado à formação de um ciclone extratropical próximo ao litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Na quinta-feira (30), o ciclone deve se afastar para o oceano, enquanto uma massa de ar frio de origem polar avançará sobre a Região Sul, reduzindo temporariamente as condições para chuva. Contudo, uma nova área de baixa pressão deverá se formar na noite de sexta-feira (31), favorecendo outro episódio de instabilidade entre o final de julho e o início de agosto.

De acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil na manhã deste sábado (25), 206 municípios já reportaram ocorrências relacionadas ao mau tempo e 682 pessoas estão desalojadas. O levantamento inclui registros de quedas de árvores e postes, alagamentos e bloqueios de vias. Entre as principais ocorrências estão quedas de árvores e postes, que comprometem o fornecimento de energia elétrica em diversas localidades, além de destelhamentos e transbordamentos de rios.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Chuvas intensas atingirão a Região Sul entre domingo (26) e sábado (1º); o Rio Grande do Sul pode registrar mais de 100 mm. Solo encharcado eleva risco de enchentes, alagamentos e transbordamentos.

A Região Sul do Brasil enfrentará uma nova sequência de chuvas intensas entre este domingo (26) e o próximo sábado (1º). O estado do Rio Grande do Sul deverá ser o mais impactado, com previsões de acumulados que podem ultrapassar os 100 milímetros em várias localidades. Essa situação aumenta o risco de alagamentos, transbordamento de rios e outros transtornos para a população.

Esse novo episódio de chuvas ocorre poucos dias após um volume significativo de precipitações no estado, que já havia provocado a elevação do nível de vários rios e enchentes em diversas cidades. Com o solo ainda encharcado, o potencial para novos transbordamentos se torna elevado, especialmente nas bacias dos rios Taquari, Jacuí e Caí.

Os dias 27, 28 e 29 de julho concentram o maior risco de temporais severos. Além disso, entre os dias 31 de julho e 1º de agosto, a formação de uma nova frente fria, associada a um ciclone extratropical, poderá causar tempestades na região. A instabilidade climática será provocada pela atuação simultânea de diferentes sistemas meteorológicos, incluindo áreas contínuas de baixa pressão, sucessivas frentes frias e o transporte de ar quente e úmido da Amazônia, frequentemente chamado de jato de baixos níveis.

A previsão indica que uma área de baixa pressão permanecerá entre o norte da Argentina e o Paraguai até quarta-feira (29), favorecendo a formação de nuvens densas sobre o Sul do Brasil. No domingo (26), uma frente fria atuará no sul do Rio Grande do Sul. Já entre segunda (27) e terça-feira (28), um novo sistema avançará da Argentina e do Uruguai em direção aos três estados da região.

Na quarta-feira (29), outro sistema frontal deverá se organizar entre o Sul do Brasil, o Paraguai e o norte da Argentina, associado à formação de um ciclone extratropical próximo ao litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Na quinta-feira (30), o ciclone deve se afastar para o oceano, enquanto uma massa de ar frio de origem polar avançará sobre a Região Sul, reduzindo temporariamente as condições para chuva. Contudo, uma nova área de baixa pressão deverá se formar na noite de sexta-feira (31), favorecendo outro episódio de instabilidade entre o final de julho e o início de agosto.

De acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil na manhã deste sábado (25), 206 municípios já reportaram ocorrências relacionadas ao mau tempo e 682 pessoas estão desalojadas. O levantamento inclui registros de quedas de árvores e postes, alagamentos e bloqueios de vias. Entre as principais ocorrências estão quedas de árvores e postes, que comprometem o fornecimento de energia elétrica em diversas localidades, além de destelhamentos e transbordamentos de rios.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA