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Internacional

Presidente eleito da Colômbia rompe relações com Cuba e Nicarágua

Abelardo de la Espriella, presidente eleito da Colômbia, promete romper relações com Cuba e Nicarágua.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h17
Presidente eleito da Colômbia rompe relações com Cuba e Nicarágua

Abelardo de la Espriella, presidente eleito da Colômbia, disse que romperá relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua ao assumir em 7 de agosto de 2026. 'Não haverá laços com tiranias'.

O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, do partido Defensores de la Patria, declarou que irá romper as relações diplomáticas com os governos de Cuba e da Nicarágua quando tomar posse, no dia 7 de agosto de 2026. Essa afirmação foi feita em uma publicação nas redes sociais no último domingo, dia 26 de julho.

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“No meu governo, não haverá laços com tiranias”,

afirmou Espriella. A postura do novo presidente reflete uma mudança significativa na política externa colombiana, que poderá impactar as relações com outros países da região.

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Além do rompimento com Cuba e Nicarágua, Espriella anunciou a intenção de fechar 15 consulados e 14 embaixadas. Entretanto, ele também indicou que planeja abrir uma embaixada em Jerusalém, com o objetivo de restabelecer as relações da Colômbia com Israel. Essa decisão é especialmente relevante, uma vez que o atual presidente, Gustavo Petro, do partido Colômbia Humana, havia rompido laços com o governo israelense em maio de 2024, em resposta à ofensiva israelense em Gaza.

A situação política na Nicarágua também se complica com o anúncio do presidente Daniel Ortega, da Frente Sandinista de Libertação Nacional, que recentemente declarou que o país não realizará mais eleições. Essa decisão elimina a possibilidade de uma disputa eleitoral ao final de seu mandato, programado para 2027, e pode ter repercussões sobre a estabilidade política do país e suas relações com a Colômbia.

As declarações de Espriella e Ortega refletem um cenário político dinâmico na América Latina, onde mudanças de governo têm o potencial de alterar substancialmente as alianças diplomáticas e as políticas regionais. O novo governo colombiano, com uma postura claramente alinhada à direita, poderá trazer novos desafios e oportunidades nas relações internacionais da Colômbia.

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Abelardo de la Espriella, presidente eleito da Colômbia, disse que romperá relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua ao assumir em 7 de agosto de 2026. 'Não haverá laços com tiranias'.

O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, do partido Defensores de la Patria, declarou que irá romper as relações diplomáticas com os governos de Cuba e da Nicarágua quando tomar posse, no dia 7 de agosto de 2026. Essa afirmação foi feita em uma publicação nas redes sociais no último domingo, dia 26 de julho.

“No meu governo, não haverá laços com tiranias”,

afirmou Espriella. A postura do novo presidente reflete uma mudança significativa na política externa colombiana, que poderá impactar as relações com outros países da região.

Além do rompimento com Cuba e Nicarágua, Espriella anunciou a intenção de fechar 15 consulados e 14 embaixadas. Entretanto, ele também indicou que planeja abrir uma embaixada em Jerusalém, com o objetivo de restabelecer as relações da Colômbia com Israel. Essa decisão é especialmente relevante, uma vez que o atual presidente, Gustavo Petro, do partido Colômbia Humana, havia rompido laços com o governo israelense em maio de 2024, em resposta à ofensiva israelense em Gaza.

A situação política na Nicarágua também se complica com o anúncio do presidente Daniel Ortega, da Frente Sandinista de Libertação Nacional, que recentemente declarou que o país não realizará mais eleições. Essa decisão elimina a possibilidade de uma disputa eleitoral ao final de seu mandato, programado para 2027, e pode ter repercussões sobre a estabilidade política do país e suas relações com a Colômbia.

As declarações de Espriella e Ortega refletem um cenário político dinâmico na América Latina, onde mudanças de governo têm o potencial de alterar substancialmente as alianças diplomáticas e as políticas regionais. O novo governo colombiano, com uma postura claramente alinhada à direita, poderá trazer novos desafios e oportunidades nas relações internacionais da Colômbia.

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