Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Policial

PF cumpre mandados e mira esquema de lavagem ligado ao jogo do bicho

PF investiga lavagem de R$ 2 bilhões ligada ao jogo do bicho no RJ. Seis pessoas foram presas.

29/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h50
PF cumpre mandados e mira esquema de lavagem ligado ao jogo do bicho

Uma investigação da Polícia Federal, em parceria com o Ministério Público de São Paulo, apura se a cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro está envolvida em um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 2 bilhões ao longo de sete anos. A operação, que ocorreu nesta quarta-feira (29), resultou na prisão de pelo menos seis pessoas e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão.

Os investigadores suspeitam que “nomes grandes” da contravenção possam estar envolvidos no esquema, e essa ligação poderá ser confirmada após a análise de documentos apreendidos durante a ação policial. A chamada “nova cúpula” do jogo do bicho inclui figuras como Vinicius Drumond, filho do bicheiro Luizinho Drumond, Rogério de Andrade e Adilsinho.

Publicidade

A PF também investiga se facções criminosas estão associadas ao esquema, considerando tanto os valores envolvidos quanto a complexidade que envolve o uso de empresas de fachada. Entre janeiro de 2019 e março de 2026, os suspeitos teriam sacado pelo menos R$ 100 milhões. Um empresário, dono de uma construtora em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, foi um dos principais alvos da operação e está preso. Ele é acusado de ter sido contratado por bicheiros, junto com laranjas, para lavar o dinheiro obtido pela contravenção.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A investigação teve início após a apreensão de um veículo em 2025, que continha R$ 480 mil em espécie e uma lista com nomes relacionados ao jogo do bicho. A operação, denominada Conexão, resultou na execução de nove mandados de prisão preventiva e na apreensão de dispositivos eletrônicos, maquininhas de cartão, dinheiro em espécie e uma arma de fogo.

As decisões judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Criminal da Comarca de São José do Rio Preto e abrangem ações em diferentes municípios, como Guapimirim (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Campo Grande (MS). Além das prisões e buscas, foram deferidas medidas cautelares patrimoniais que atingem 18 pessoas, tanto físicas quanto jurídicas, resultando no sequestro de bens e ativos, bloqueio de valores em contas bancárias, e a indisponibilidade de criptoativos, totalizando cerca de R$ 2 bilhões.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Uma investigação da Polícia Federal, em parceria com o Ministério Público de São Paulo, apura se a cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro está envolvida em um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 2 bilhões ao longo de sete anos. A operação, que ocorreu nesta quarta-feira (29), resultou na prisão de pelo menos seis pessoas e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão.

Os investigadores suspeitam que “nomes grandes” da contravenção possam estar envolvidos no esquema, e essa ligação poderá ser confirmada após a análise de documentos apreendidos durante a ação policial. A chamada “nova cúpula” do jogo do bicho inclui figuras como Vinicius Drumond, filho do bicheiro Luizinho Drumond, Rogério de Andrade e Adilsinho.

A PF também investiga se facções criminosas estão associadas ao esquema, considerando tanto os valores envolvidos quanto a complexidade que envolve o uso de empresas de fachada. Entre janeiro de 2019 e março de 2026, os suspeitos teriam sacado pelo menos R$ 100 milhões. Um empresário, dono de uma construtora em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, foi um dos principais alvos da operação e está preso. Ele é acusado de ter sido contratado por bicheiros, junto com laranjas, para lavar o dinheiro obtido pela contravenção.

A investigação teve início após a apreensão de um veículo em 2025, que continha R$ 480 mil em espécie e uma lista com nomes relacionados ao jogo do bicho. A operação, denominada Conexão, resultou na execução de nove mandados de prisão preventiva e na apreensão de dispositivos eletrônicos, maquininhas de cartão, dinheiro em espécie e uma arma de fogo.

As decisões judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Criminal da Comarca de São José do Rio Preto e abrangem ações em diferentes municípios, como Guapimirim (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Campo Grande (MS). Além das prisões e buscas, foram deferidas medidas cautelares patrimoniais que atingem 18 pessoas, tanto físicas quanto jurídicas, resultando no sequestro de bens e ativos, bloqueio de valores em contas bancárias, e a indisponibilidade de criptoativos, totalizando cerca de R$ 2 bilhões.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA