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Policial

Ipsos-Ipec: partidos são a instituição menos confiável do Brasil

Pesquisa revela que partidos políticos têm a menor confiança entre instituições no Brasil.

29/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h34
Ipsos-Ipec: partidos são a instituição menos confiável do Brasil

O ICS 2026, divulgado pela Ipsos-Ipec, mostra que as legendas alcançaram apenas 30 pontos em escala de 0 a 100. Congresso teve 34; presidente 42; sindicatos 42; governo federal 46.

Os partidos políticos são identificados como as instituições que geram menor confiança entre os brasileiros, conforme aponta o ICS (Índice de Confiança Social) 2026, divulgado pela Ipsos-Ipec nesta quarta-feira (29.jul.2026).

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Na pesquisa, as legendas obtiveram apenas 30 pontos em uma escala que varia de zero a 100, onde zero representa “nenhuma confiança” e 100, “muita confiança”. Outras instituições que também apresentaram baixa confiança incluem o Congresso Nacional, com 34 pontos, e o presidente da República, que atingiu 42 pontos. Além deles, sindicatos e o governo federal obtiveram 42 e 46 pontos, respectivamente, enquanto o sistema eleitoral e as prefeituras foram avaliados com 48 pontos.

Em contrapartida, o Corpo de Bombeiros se destacou como a instituição com maior nível de confiança, mantendo a liderança pelo 17º ano consecutivo, com 86 pontos. As escolas públicas também foram bem avaliadas, com 68 pontos, seguidas pela Polícia Federal, com 66 pontos, e pelas igrejas, com 64 pontos. As Forças Armadas e a polícia obtiveram 63 e 61 pontos, respectivamente, enquanto as empresas foram avaliadas com 59 pontos.

O Índice de Confiança Social registrou 55 pontos em 2026. A pesquisa revela que os brasileiros tendem a confiar mais em pessoas próximas do que em instituições, com a confiança em familiares, amigos e vizinhos alcançando 63 pontos. Já a confiança nas instituições ficou em 54 pontos. Os Tribunais de Contas foram incluídos pela primeira vez no levantamento e obtiveram 49 pontos, desempenho similar ao do Poder Judiciário.

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A pesquisa foi realizada entre 4 e 8 de julho de 2026, com 2.000 entrevistas presenciais em 130 municípios brasileiros. A amostra foi elaborada com base no Censo 2022 e na Pnad Contínua 2024, com controle por sexo, idade, escolaridade, cor de pele e ramo de atividade. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A confiança nas instituições varia conforme o perfil dos entrevistados, sendo maior entre aqueles das classes D e E, com 58 pontos, seguido pela classe C, com 53, e pela classe A/B, com 51 pontos. Já a confiança em pessoas e grupos sociais é mais elevada entre os entrevistados da classe A/B, atingindo 67 pontos.

O Nordeste registrou o maior Índice de Confiança Social do país, com 59 pontos, seguido pelo Sul, com 56. As regiões Norte/Centro-Oeste e Sudeste obtiveram 54 e 53 pontos, respectivamente. A região Nordeste também apresentou níveis mais altos de confiança em instituições políticas.

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Os jovens entre 16 e 24 anos mostraram o maior nível de confiança institucional, com 56 pontos. Entre os brasileiros com 60 anos ou mais, a confiança é maior em familiares (83 pontos) e vizinhos (65 pontos). No ranking de confiança entre grupos sociais, os familiares lideram com 80 pontos, seguidos por amigos (63), vizinhos (55) e brasileiros em geral (52).

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O ICS 2026, divulgado pela Ipsos-Ipec, mostra que as legendas alcançaram apenas 30 pontos em escala de 0 a 100. Congresso teve 34; presidente 42; sindicatos 42; governo federal 46.

Os partidos políticos são identificados como as instituições que geram menor confiança entre os brasileiros, conforme aponta o ICS (Índice de Confiança Social) 2026, divulgado pela Ipsos-Ipec nesta quarta-feira (29.jul.2026).

Na pesquisa, as legendas obtiveram apenas 30 pontos em uma escala que varia de zero a 100, onde zero representa “nenhuma confiança” e 100, “muita confiança”. Outras instituições que também apresentaram baixa confiança incluem o Congresso Nacional, com 34 pontos, e o presidente da República, que atingiu 42 pontos. Além deles, sindicatos e o governo federal obtiveram 42 e 46 pontos, respectivamente, enquanto o sistema eleitoral e as prefeituras foram avaliados com 48 pontos.

Em contrapartida, o Corpo de Bombeiros se destacou como a instituição com maior nível de confiança, mantendo a liderança pelo 17º ano consecutivo, com 86 pontos. As escolas públicas também foram bem avaliadas, com 68 pontos, seguidas pela Polícia Federal, com 66 pontos, e pelas igrejas, com 64 pontos. As Forças Armadas e a polícia obtiveram 63 e 61 pontos, respectivamente, enquanto as empresas foram avaliadas com 59 pontos.

O Índice de Confiança Social registrou 55 pontos em 2026. A pesquisa revela que os brasileiros tendem a confiar mais em pessoas próximas do que em instituições, com a confiança em familiares, amigos e vizinhos alcançando 63 pontos. Já a confiança nas instituições ficou em 54 pontos. Os Tribunais de Contas foram incluídos pela primeira vez no levantamento e obtiveram 49 pontos, desempenho similar ao do Poder Judiciário.

A pesquisa foi realizada entre 4 e 8 de julho de 2026, com 2.000 entrevistas presenciais em 130 municípios brasileiros. A amostra foi elaborada com base no Censo 2022 e na Pnad Contínua 2024, com controle por sexo, idade, escolaridade, cor de pele e ramo de atividade. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A confiança nas instituições varia conforme o perfil dos entrevistados, sendo maior entre aqueles das classes D e E, com 58 pontos, seguido pela classe C, com 53, e pela classe A/B, com 51 pontos. Já a confiança em pessoas e grupos sociais é mais elevada entre os entrevistados da classe A/B, atingindo 67 pontos.

O Nordeste registrou o maior Índice de Confiança Social do país, com 59 pontos, seguido pelo Sul, com 56. As regiões Norte/Centro-Oeste e Sudeste obtiveram 54 e 53 pontos, respectivamente. A região Nordeste também apresentou níveis mais altos de confiança em instituições políticas.

Os jovens entre 16 e 24 anos mostraram o maior nível de confiança institucional, com 56 pontos. Entre os brasileiros com 60 anos ou mais, a confiança é maior em familiares (83 pontos) e vizinhos (65 pontos). No ranking de confiança entre grupos sociais, os familiares lideram com 80 pontos, seguidos por amigos (63), vizinhos (55) e brasileiros em geral (52).

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