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Economia

Banco do Japão mantém juros e indica possível alta em setembro

Banco do Japão mantém taxa de juros em 1% e sinaliza possível alta em setembro.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h06
Banco do Japão mantém juros e indica possível alta em setembro

O Banco do Japão manteve a taxa de curto prazo em 1% e alertou que a inflação subjacente pode superar a meta. O BC sinalizou alta em setembro após suposta intervenção com compras de ienes em Nova York.

O Banco do Japão alertou nesta sexta-feira (31) que a inflação subjacente pode ultrapassar sua meta, indicando que as futuras discussões sobre política monetária se concentrarão nos riscos de alta dos preços. A possibilidade de um aumento da taxa de juros já em setembro foi sinalizada pelo banco central, que manteve a taxa de juros de curto prazo em 1%, conforme esperado após o aumento para o nível mais alto em 31 anos no mês passado.

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Esses sinais de uma postura mais cautelosa surgiram após a suposta intervenção do governo nos mercados de Nova York, onde houve compra de ienes na quinta-feira. Isso destacou a preocupação de Tóquio com os impactos negativos que a desvalorização do iene está causando às famílias, especialmente em relação ao aumento dos custos de importação.

“Como a inflação subjacente está se aproximando de nossa meta de 2%, devemos estar mais atentos do que nunca aos riscos de alta dos preços. Debateremos nossa política monetária a partir de nossa próxima reunião tendo esse ponto em mente”, afirmou o presidente do banco central em coletiva de imprensa.

O alerta sobre a inflação subjacente superando a meta foi reforçado com a declaração de que adiar as medidas necessárias poderia concretizar esse risco e prejudicar a economia. A decisão do Banco do Japão e seu comunicado mais rigoroso impulsionaram o rendimento dos títulos do governo japonês de dois anos. O iene, inicialmente, apresentou pouca reação à decisão, mas subiu acentuadamente no pregão europeu, com os operadores atentos à possibilidade de uma nova intervenção.

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Não ficou imediatamente claro o que motivou o movimento do mercado nesta sexta-feira, nem se as autoridades japonesas estavam ativamente atuando no mercado. O membro da diretoria, Hajime Takata, foi o único a votar contra a decisão, defendendo um aumento dos juros para 1,25% para responder aos riscos inflacionários decorrentes de choques na demanda externa.

No relatório trimestral de perspectivas, o Banco do Japão destacou a forte demanda por inteligência artificial e as flutuações cambiais, além dos acontecimentos no Oriente Médio, como principais riscos inflacionários que podem afetar o ritmo e o momento de futuros aumentos da taxa de juros.

“Existe o risco de que a inflação subjacente possa ultrapassar nossa meta de 2%”, afirmou o relatório, emitindo o alerta mais forte até o momento sobre a possibilidade de a inflação superar a meta.

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A linguagem utilizada foi mais contundente do que a do relatório anterior, que indicava que a inflação subjacente se aproximava de 2% e exigia vigilância em relação aos riscos de alta dos preços. A mensagem do presidente Ueda na coletiva de imprensa deixou claro que a desvalorização do iene está contribuindo cada vez mais para a inflação.

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O Banco do Japão manteve a taxa de curto prazo em 1% e alertou que a inflação subjacente pode superar a meta. O BC sinalizou alta em setembro após suposta intervenção com compras de ienes em Nova York.

O Banco do Japão alertou nesta sexta-feira (31) que a inflação subjacente pode ultrapassar sua meta, indicando que as futuras discussões sobre política monetária se concentrarão nos riscos de alta dos preços. A possibilidade de um aumento da taxa de juros já em setembro foi sinalizada pelo banco central, que manteve a taxa de juros de curto prazo em 1%, conforme esperado após o aumento para o nível mais alto em 31 anos no mês passado.

Esses sinais de uma postura mais cautelosa surgiram após a suposta intervenção do governo nos mercados de Nova York, onde houve compra de ienes na quinta-feira. Isso destacou a preocupação de Tóquio com os impactos negativos que a desvalorização do iene está causando às famílias, especialmente em relação ao aumento dos custos de importação.

“Como a inflação subjacente está se aproximando de nossa meta de 2%, devemos estar mais atentos do que nunca aos riscos de alta dos preços. Debateremos nossa política monetária a partir de nossa próxima reunião tendo esse ponto em mente”, afirmou o presidente do banco central em coletiva de imprensa.

O alerta sobre a inflação subjacente superando a meta foi reforçado com a declaração de que adiar as medidas necessárias poderia concretizar esse risco e prejudicar a economia. A decisão do Banco do Japão e seu comunicado mais rigoroso impulsionaram o rendimento dos títulos do governo japonês de dois anos. O iene, inicialmente, apresentou pouca reação à decisão, mas subiu acentuadamente no pregão europeu, com os operadores atentos à possibilidade de uma nova intervenção.

Não ficou imediatamente claro o que motivou o movimento do mercado nesta sexta-feira, nem se as autoridades japonesas estavam ativamente atuando no mercado. O membro da diretoria, Hajime Takata, foi o único a votar contra a decisão, defendendo um aumento dos juros para 1,25% para responder aos riscos inflacionários decorrentes de choques na demanda externa.

No relatório trimestral de perspectivas, o Banco do Japão destacou a forte demanda por inteligência artificial e as flutuações cambiais, além dos acontecimentos no Oriente Médio, como principais riscos inflacionários que podem afetar o ritmo e o momento de futuros aumentos da taxa de juros.

“Existe o risco de que a inflação subjacente possa ultrapassar nossa meta de 2%”, afirmou o relatório, emitindo o alerta mais forte até o momento sobre a possibilidade de a inflação superar a meta.

A linguagem utilizada foi mais contundente do que a do relatório anterior, que indicava que a inflação subjacente se aproximava de 2% e exigia vigilância em relação aos riscos de alta dos preços. A mensagem do presidente Ueda na coletiva de imprensa deixou claro que a desvalorização do iene está contribuindo cada vez mais para a inflação.

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