No Hotel Delmar, CRA-SE reuniu gestores, contadores e empresários para explicar a transição tributária até 2033. Especialistas detalharam impactos e medidas práticas para reduzir riscos.
O Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) alerta empresários, gestores e profissionais da Administração sobre a importância de se preparar para as mudanças provocadas pela Reforma Tributária, que já está em fase de implementação no Brasil, com uma transição gradual até 2033.
O tema foi abordado durante um evento realizado no Hotel Delmar, na última sexta-feira (31). O encontro reuniu diversos empresários, profissionais da contabilidade e representantes de entidades, com o intuito de orientar o setor produtivo acerca das mudanças e dos possíveis impactos da nova legislação no cotidiano das empresas.
O evento contou com a participação do palestrante Paulo Henrique, ministro do Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa, que contribuiu para as discussões sobre os desafios e as perspectivas para o ambiente empresarial diante das transformações em curso. O CRA-SE foi representado pelo administrador Carlos Eloy.
A programação ainda incluiu a presença de Angela Dantas, vice-presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e de Suzana Nascimento, contadora da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (ACESE). Ionnas Mariano, presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Sergipe (CRC-SE), também esteve presente.
“A Reforma Tributária representa uma mudança importante para o ambiente empresarial brasileiro. Por isso, é fundamental que os gestores busquem informação, mantenham seus processos organizados e se antecipem às novas exigências. O CRA-SE está atento a esse cenário e reforça seu compromisso de contribuir para que os profissionais de Administração e as organizações estejam preparados para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgirem com as mudanças”, destacou Gilson Mendes, presidente do CRA-SE.
As novas regras vão alterar a forma de funcionamento do sistema tributário brasileiro, exigindo das empresas atenção especial à organização fiscal, aos documentos, aos sistemas de gestão e ao planejamento financeiro. Cada negócio poderá sentir os efeitos da reforma de maneira diferente, de acordo com seu segmento, regime tributário, estrutura de custos e modelo de atuação.
A transição será realizada de forma gradual até 2033, permitindo que empresas e profissionais se adaptem progressivamente ao novo modelo tributário. Para o Conselho, o momento exige atenção, organização e planejamento, mas não deve ser motivo para pânico.
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