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Internacional

Caos em Ceuta: 49 mil migrantes cruzam fronteira em 24 horas

Ceuta enfrenta caos com 49 mil migrantes cruzando fronteira em 24h; retorno ao Marrocos é incentivado.

01/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h50
Caos em Ceuta: 49 mil migrantes cruzam fronteira em 24 horas

Entrada massiva de migrantes do Marrocos sobrecarregou a Guarda Civil e autoridades locais. Repórteres relatam militares nas ruas e centros de acolhimento improvisados.

O enclave espanhol de Ceuta, localizado no norte da África, viveu momentos de caos nesta sexta-feira (31) devido a uma entrada em massa de migrantes provenientes do Marrocos. Estimativas do Ministério do Interior da Espanha indicam que cerca de 49 mil pessoas cruzaram para o território espanhol nas últimas 24 horas, tanto por via marítima quanto terrestre, o que sobrecarregou a Guarda Civil e as autoridades locais.

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A repórter Helena Lins esteve no local e acompanhou a situação durante o programa Agora CNN, reportando que a situação era “bastante fluida”, com militares nas ruas e migrantes em movimento constante nas proximidades do posto de fronteira terrestre.

“Os militares, as autoridades espanholas, incentivam para que eles passem por aqui e voltem de onde vieram”, relatou a repórter sobre a abertura de um portão na fronteira terrestre, que permitia o retorno voluntário dos migrantes ao Marrocos, sem exigência de documentos.

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O fluxo de retorno de migrantes era visivelmente maior do que o de entrada pelo lado terrestre. Entre os migrantes, havia pessoas de diferentes nacionalidades, não apenas marroquinos. Muitos relataram à equipe da CNN a falta de comida, água e assistência. Ao serem questionados sobre seus planos ao chegarem a Ceuta, a maioria demonstrou insegurança, e a barreira do idioma complicou a comunicação, já que grande parte falava apenas árabe.

Apesar do predominante fluxo de retorno, as chegadas pela praia não haviam cessado completamente. Helena Lins informou que, embora a presença militar na faixa de areia fosse menor, alguns jovens continuavam a chegar nadando. “Volta e meia ouvimos os militares dar ordem para voltarem para a água”, descreveu a repórter, enfatizando que a entrada pela praia ainda era utilizada por um número reduzido de pessoas.

Ceuta, devido à sua posição geográfica estratégica, representa uma das principais portas de entrada para a União Europeia por via terrestre. A travessia em massa registrada nesta sexta-feira é considerada uma das mais expressivas já documentadas no enclave espanhol.

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Entrada massiva de migrantes do Marrocos sobrecarregou a Guarda Civil e autoridades locais. Repórteres relatam militares nas ruas e centros de acolhimento improvisados.

O enclave espanhol de Ceuta, localizado no norte da África, viveu momentos de caos nesta sexta-feira (31) devido a uma entrada em massa de migrantes provenientes do Marrocos. Estimativas do Ministério do Interior da Espanha indicam que cerca de 49 mil pessoas cruzaram para o território espanhol nas últimas 24 horas, tanto por via marítima quanto terrestre, o que sobrecarregou a Guarda Civil e as autoridades locais.

A repórter Helena Lins esteve no local e acompanhou a situação durante o programa Agora CNN, reportando que a situação era “bastante fluida”, com militares nas ruas e migrantes em movimento constante nas proximidades do posto de fronteira terrestre.

“Os militares, as autoridades espanholas, incentivam para que eles passem por aqui e voltem de onde vieram”, relatou a repórter sobre a abertura de um portão na fronteira terrestre, que permitia o retorno voluntário dos migrantes ao Marrocos, sem exigência de documentos.

O fluxo de retorno de migrantes era visivelmente maior do que o de entrada pelo lado terrestre. Entre os migrantes, havia pessoas de diferentes nacionalidades, não apenas marroquinos. Muitos relataram à equipe da CNN a falta de comida, água e assistência. Ao serem questionados sobre seus planos ao chegarem a Ceuta, a maioria demonstrou insegurança, e a barreira do idioma complicou a comunicação, já que grande parte falava apenas árabe.

Apesar do predominante fluxo de retorno, as chegadas pela praia não haviam cessado completamente. Helena Lins informou que, embora a presença militar na faixa de areia fosse menor, alguns jovens continuavam a chegar nadando. “Volta e meia ouvimos os militares dar ordem para voltarem para a água”, descreveu a repórter, enfatizando que a entrada pela praia ainda era utilizada por um número reduzido de pessoas.

Ceuta, devido à sua posição geográfica estratégica, representa uma das principais portas de entrada para a União Europeia por via terrestre. A travessia em massa registrada nesta sexta-feira é considerada uma das mais expressivas já documentadas no enclave espanhol.

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