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NACIONAL

Mãe clama por justiça após coletor de 19 anos ser atropelado em SP

Mãe de coletor de lixo atropelado em SP expressa dor pela perda do filho de 19 anos.

02/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h23
Mãe clama por justiça após coletor de 19 anos ser atropelado em SP

Elineide Maria da Silva, mãe de Diego, relatou ao Fantástico a dor de ver o filho de 19 anos ser atropelado e morrer no último domingo. Diego deixa um filho; o caso envolve o empresário Guofang Huang.

Em uma entrevista comovente ao programa “Fantástico”, da TV Globo, a mãe do coletor de lixo Diego da Silva desabafou sobre a dor de perder seu filho, que faleceu no último domingo (26/07) após ser atropelado pelo empresário chinês Guofang Huang em São Paulo.

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“Eu vi que meu menino tinha sido arrastado daquele jeito, meu Deus, que dor meu filho não sentiu naquela hora. Pergunto a Deus: por que Deus permitiu o meu filho viver só 19 anos?”

As palavras de Elineide Maria da Silva revelam a profunda tristeza e o impacto emocional da tragédia. Diego, que tinha apenas 19 anos, era pai de uma criança e sua esposa estava grávida de seu segundo filho. A família vivia com a mãe de Diego, compartilhando momentos juntos antes da fatalidade.

O acidente ocorreu quando Diego foi atropelado e, segundo informações do delegado de polícia Rodolfo Alcantelado, o empresário Guofang Huang estava embriagado no momento do ocorrido. O delegado descreveu a situação de Huang ao ser abordado pela polícia:

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“A gente conseguia ver os olhos, a fala, muito troncada, o próprio odor alcoólico. Subindo a escada aqui da delegacia, ele teve necessidade de apoio de policiais. A hora que eu pedi para ele ficar em pé ali, ele não conseguia sequer ficar em pé sozinho. Ele estava num nível de embriaguez, assim, não comum.”

A morte de Diego da Silva gerou comoção e indignação na comunidade, levantando questões sobre a responsabilidade dos motoristas em relação à segurança no trânsito. A dor de uma mãe que perde um filho tão jovem é uma realidade difícil de ser absorvida, e o luto é um processo que a família terá que enfrentar nos próximos meses.

O caso repercute não apenas pela tragédia em si, mas também pelo contexto de embriaguez ao volante, que é um problema recorrente nas grandes cidades. As autoridades continuam investigando o caso e a repercussão pode trazer à tona discussões sobre a necessidade de medidas mais rigorosas para coibir a condução de veículos sob efeito de álcool.

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Elineide Maria da Silva, mãe de Diego, relatou ao Fantástico a dor de ver o filho de 19 anos ser atropelado e morrer no último domingo. Diego deixa um filho; o caso envolve o empresário Guofang Huang.

Em uma entrevista comovente ao programa “Fantástico”, da TV Globo, a mãe do coletor de lixo Diego da Silva desabafou sobre a dor de perder seu filho, que faleceu no último domingo (26/07) após ser atropelado pelo empresário chinês Guofang Huang em São Paulo.

“Eu vi que meu menino tinha sido arrastado daquele jeito, meu Deus, que dor meu filho não sentiu naquela hora. Pergunto a Deus: por que Deus permitiu o meu filho viver só 19 anos?”

As palavras de Elineide Maria da Silva revelam a profunda tristeza e o impacto emocional da tragédia. Diego, que tinha apenas 19 anos, era pai de uma criança e sua esposa estava grávida de seu segundo filho. A família vivia com a mãe de Diego, compartilhando momentos juntos antes da fatalidade.

O acidente ocorreu quando Diego foi atropelado e, segundo informações do delegado de polícia Rodolfo Alcantelado, o empresário Guofang Huang estava embriagado no momento do ocorrido. O delegado descreveu a situação de Huang ao ser abordado pela polícia:

“A gente conseguia ver os olhos, a fala, muito troncada, o próprio odor alcoólico. Subindo a escada aqui da delegacia, ele teve necessidade de apoio de policiais. A hora que eu pedi para ele ficar em pé ali, ele não conseguia sequer ficar em pé sozinho. Ele estava num nível de embriaguez, assim, não comum.”

A morte de Diego da Silva gerou comoção e indignação na comunidade, levantando questões sobre a responsabilidade dos motoristas em relação à segurança no trânsito. A dor de uma mãe que perde um filho tão jovem é uma realidade difícil de ser absorvida, e o luto é um processo que a família terá que enfrentar nos próximos meses.

O caso repercute não apenas pela tragédia em si, mas também pelo contexto de embriaguez ao volante, que é um problema recorrente nas grandes cidades. As autoridades continuam investigando o caso e a repercussão pode trazer à tona discussões sobre a necessidade de medidas mais rigorosas para coibir a condução de veículos sob efeito de álcool.

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