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Internacional

EUA e Irã: Tensão Aumenta Após Cancelamento de Ataque Planejado

EUA e Irã enfrentam novo aumento de tensão após suspensão de ataque programado.

03/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h45
EUA e Irã: Tensão Aumenta Após Cancelamento de Ataque Planejado

No sábado (1º), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a suspensão de um ataque programado contra o Irã. Segundo Trump, a decisão foi tomada após receber um pedido do governo iraniano e de outros países do Oriente Médio para adiar a ofensiva enquanto um acordo estava sendo negociado.

O último avanço significativo nas negociações ocorreu em junho, quando os dois países assinaram um memorando de entendimento que previa a suspensão dos combates. Contudo, esse acordo foi rompido após uma série de confrontos no Estreito de Ormuz. Essa situação resultou na retomada do bloqueio americano e na intensificação do conflito regional.

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Os ataques entre EUA e Irã foram retomados nos primeiros dias de julho. No dia 1º, negociadores dos dois países se encontraram em Doha, no Catar, onde, segundo Majed al-Ansari, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, houve “progressos positivos”. Entretanto, em 7 de julho, o Irã disparou contra três navios mercantes em águas próximas ao Estreito de Ormuz, levando os EUA a responder com ataques, considerados como uma forma de “punição”.

“O Irã dará uma resposta esmagadora” aos ataques, afirmou a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), que também anunciou ter realizado ataques contra 85 alvos militares dos EUA no Bahrein e no Kuwait.

Trump, durante uma cúpula da OTAN na Turquia, criticou o Irã, descrevendo o país como “pessoas más e doentes”, e declarou que o memorando de entendimento estava encerrado. Horas após suas declarações, os EUA intensificaram os ataques contra o Irã.

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Em 9 de julho, o Irã alegou que as forças armadas dos EUA haviam atingido uma ponte ferroviária em seu território. O Comando Central dos EUA relatou que cerca de 90 alvos militares foram atingidos em uma nova rodada de ataques, enquanto as negociações técnicas entre os países continuavam.

No dia 10, Trump afirmou que os EUA estavam dispostos a continuar as negociações, mas informaram que o cessar-fogo não estava mais em vigor. O negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, garantiu que Teerã estava preparada para uma “defesa total” caso os EUA violassem o acordo, enquanto novas sanções foram impostas pelo governo Trump.

Na sequência, o ministro das Relações Exteriores do Irã acusou os EUA de quebra de cláusula do acordo nuclear. Em resposta, a IRGC anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz após disparar um tiro de advertência contra uma embarcação que tentava cruzar a hidrovia por uma rota não autorizada.

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Os ataques dos EUA continuaram, resultando em mortes e novas ameaças de Trump para reinstaurar o bloqueio de navios iranianos. No sábado (1º), autoridades americanas revelaram que o presidente estava considerando uma nova onda de bombardeios, mas acabou por cancelar os planos, afirmando que o pedido de adiamento partiu de outros países, embora veículos de imprensa iranianos contestassem essa versão.

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No sábado (1º), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a suspensão de um ataque programado contra o Irã. Segundo Trump, a decisão foi tomada após receber um pedido do governo iraniano e de outros países do Oriente Médio para adiar a ofensiva enquanto um acordo estava sendo negociado.

O último avanço significativo nas negociações ocorreu em junho, quando os dois países assinaram um memorando de entendimento que previa a suspensão dos combates. Contudo, esse acordo foi rompido após uma série de confrontos no Estreito de Ormuz. Essa situação resultou na retomada do bloqueio americano e na intensificação do conflito regional.

Os ataques entre EUA e Irã foram retomados nos primeiros dias de julho. No dia 1º, negociadores dos dois países se encontraram em Doha, no Catar, onde, segundo Majed al-Ansari, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, houve “progressos positivos”. Entretanto, em 7 de julho, o Irã disparou contra três navios mercantes em águas próximas ao Estreito de Ormuz, levando os EUA a responder com ataques, considerados como uma forma de “punição”.

“O Irã dará uma resposta esmagadora” aos ataques, afirmou a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), que também anunciou ter realizado ataques contra 85 alvos militares dos EUA no Bahrein e no Kuwait.

Trump, durante uma cúpula da OTAN na Turquia, criticou o Irã, descrevendo o país como “pessoas más e doentes”, e declarou que o memorando de entendimento estava encerrado. Horas após suas declarações, os EUA intensificaram os ataques contra o Irã.

Em 9 de julho, o Irã alegou que as forças armadas dos EUA haviam atingido uma ponte ferroviária em seu território. O Comando Central dos EUA relatou que cerca de 90 alvos militares foram atingidos em uma nova rodada de ataques, enquanto as negociações técnicas entre os países continuavam.

No dia 10, Trump afirmou que os EUA estavam dispostos a continuar as negociações, mas informaram que o cessar-fogo não estava mais em vigor. O negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, garantiu que Teerã estava preparada para uma “defesa total” caso os EUA violassem o acordo, enquanto novas sanções foram impostas pelo governo Trump.

Na sequência, o ministro das Relações Exteriores do Irã acusou os EUA de quebra de cláusula do acordo nuclear. Em resposta, a IRGC anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz após disparar um tiro de advertência contra uma embarcação que tentava cruzar a hidrovia por uma rota não autorizada.

Os ataques dos EUA continuaram, resultando em mortes e novas ameaças de Trump para reinstaurar o bloqueio de navios iranianos. No sábado (1º), autoridades americanas revelaram que o presidente estava considerando uma nova onda de bombardeios, mas acabou por cancelar os planos, afirmando que o pedido de adiamento partiu de outros países, embora veículos de imprensa iranianos contestassem essa versão.

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