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Internacional

Petro acusa EUA e Israel de fraudar eleição e manipular 1,8 mi votos

Gustavo Petro afirma que EUA e Israel fraudarão eleições na Colômbia, sem apresentar provas.

03/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h33
Petro acusa EUA e Israel de fraudar eleição e manipular 1,8 mi votos

Petro disse que um software israelense, com apoio dos EUA, teria manipulado cerca de 1,8 milhão de votos em favor de Abelardo de la Espriella, que assume em 7 de agosto. Ele não apresentou provas e afirma que o vencedor legítimo foi Iván Cepeda.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que houve fraude nas eleições presidenciais, com a suposta participação dos Estados Unidos e de Israel. Segundo ele, o resultado das urnas teria sido manipulado por um software israelense para favorecer o presidente eleito, Abelardo de la Espriella, que tomará posse em 7 de agosto.

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No contexto de suas declarações, Petro não apresentou provas concretas para sustentar suas alegações, mas afirmou que o verdadeiro vencedor da eleição teria sido Iván Cepeda, seu candidato apoiado. Ele mencionou que o software teria manipulado cerca de 1,8 milhão de votos, garantindo assim a vitória de Espriella.

O presidente colombiano apontou que o esquema de fraude teria origem em dois financiadores distintos: um relacionado ao narcotráfico de cocaína com vínculos nos EUA e outro ligado a empresas de inteligência privada israelense. Petro alegou que esses recursos teriam sido utilizados para substituir os votos reais dos colombianos pelo resultado manipulado gerado pelo programa de computador.

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“As forças genocidas israelenses roubaram as eleições colombianas, e o novo presidente não é legítimo segundo o voto popular da Colômbia. Estão nos levando de volta ao vice-reinado e à colônia, e nós, como povo colombiano, juramos perante a espada de Bolívar, como princípio fundamental da República da Colômbia, à soberania popular”, declarou o presidente.

Apesar das declarações de Petro, Iván Cepeda, que foi derrotado no segundo turno das eleições, reconheceu a vitória de Abelardo de la Espriella. Em 24 de junho, Cepeda afirmou que aceita o resultado da apuração oficial e confirmou o adversário como o novo presidente do país.

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Petro disse que um software israelense, com apoio dos EUA, teria manipulado cerca de 1,8 milhão de votos em favor de Abelardo de la Espriella, que assume em 7 de agosto. Ele não apresentou provas e afirma que o vencedor legítimo foi Iván Cepeda.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que houve fraude nas eleições presidenciais, com a suposta participação dos Estados Unidos e de Israel. Segundo ele, o resultado das urnas teria sido manipulado por um software israelense para favorecer o presidente eleito, Abelardo de la Espriella, que tomará posse em 7 de agosto.

No contexto de suas declarações, Petro não apresentou provas concretas para sustentar suas alegações, mas afirmou que o verdadeiro vencedor da eleição teria sido Iván Cepeda, seu candidato apoiado. Ele mencionou que o software teria manipulado cerca de 1,8 milhão de votos, garantindo assim a vitória de Espriella.

O presidente colombiano apontou que o esquema de fraude teria origem em dois financiadores distintos: um relacionado ao narcotráfico de cocaína com vínculos nos EUA e outro ligado a empresas de inteligência privada israelense. Petro alegou que esses recursos teriam sido utilizados para substituir os votos reais dos colombianos pelo resultado manipulado gerado pelo programa de computador.

“As forças genocidas israelenses roubaram as eleições colombianas, e o novo presidente não é legítimo segundo o voto popular da Colômbia. Estão nos levando de volta ao vice-reinado e à colônia, e nós, como povo colombiano, juramos perante a espada de Bolívar, como princípio fundamental da República da Colômbia, à soberania popular”, declarou o presidente.

Apesar das declarações de Petro, Iván Cepeda, que foi derrotado no segundo turno das eleições, reconheceu a vitória de Abelardo de la Espriella. Em 24 de junho, Cepeda afirmou que aceita o resultado da apuração oficial e confirmou o adversário como o novo presidente do país.

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