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Mark Russinovich faz Doom rodar no MS Paint a 35 FPS; código no GitHub

Doom agora roda no MS Paint a 35 FPS, em uma façanha do diretor de tecnologia da Microsoft.

04/08/2026 · 20h01
Mark Russinovich faz Doom rodar no MS Paint a 35 FPS; código no GitHub

DoomPaint traz o clássico de 1993 para dentro do MS Paint, com efeitos sonoros e trilha. O projeto oferece 320×200 (35 FPS) e 640×400 e tem código aberto no GitHub sob licença MIT.

O icônico jogo Doom ganhou uma versão inusitada que faz o título rodar dentro do MS Paint. O diretor de tecnologia da Microsoft Azure, Mark Russinovich, foi responsável por essa façanha, que permite aos usuários jogar o clássico de 1993 em um software que, desde os anos 1980, é conhecido apenas por suas funcionalidades de desenho.

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Batizado de DoomPaint, o projeto foi disponibilizado no GitHub sob a licença MIT. Os usuários podem escolher entre duas resoluções: 320×200 pixels, que garante uma taxa de quadros de 35 FPS, e 640×400 pixels. Além da jogabilidade, o projeto inclui sons e trilha sonora do jogo original.

“O motor do Doom (ViZDoom) executa o arquivo DOOM1.WAD original da versão shareware — com os arquivos WAD do Freedoom, licenciados sob a licença BSD, que cobrem os episódios que não constam na versão — e realiza a renderização em modo ‘headless’ (sem interface gráfica). Cada quadro é colocado na área de transferência do Windows e colado na tela do Paint como uma edição de documento genuína”, explica Russinovich.

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Embora o feito tenha impressionado muitos, Russinovich também esclareceu que o Paint tem suas limitações. Ele afirmou que, embora o software consiga renderizar o jogo, ele não o processa. “O Paint não executa nada, ele nunca computou qualquer coisa. Esta é a piada”, comentou o programador da Microsoft.

É raro ver um executivo de alto escalão como Russinovich dedicar seu tempo a projetos desse tipo. No entanto, ele conseguiu essa proeza após constatar que o jogo também é capaz de rodar em documentos do Word, arquivos PDF e até mesmo em blocos de notas. Desde que ingressou na Microsoft em 2006, Russinovich tem trabalhado em projetos significativos, como a estruturação do SysInternals e toda a arquitetura do Azure.

Essa nova versão do Doom não é apenas uma curiosidade, mas também se alinha a uma tendência divertida dentro da comunidade gamer, que já experimentou rodar o jogo em uma variedade de dispositivos inusitados. A criatividade dos desenvolvedores e entusiastas continua a surpreender, e essa versão no Paint certamente será mais um capítulo interessante nessa história.

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DoomPaint traz o clássico de 1993 para dentro do MS Paint, com efeitos sonoros e trilha. O projeto oferece 320×200 (35 FPS) e 640×400 e tem código aberto no GitHub sob licença MIT.

O icônico jogo Doom ganhou uma versão inusitada que faz o título rodar dentro do MS Paint. O diretor de tecnologia da Microsoft Azure, Mark Russinovich, foi responsável por essa façanha, que permite aos usuários jogar o clássico de 1993 em um software que, desde os anos 1980, é conhecido apenas por suas funcionalidades de desenho.

Batizado de DoomPaint, o projeto foi disponibilizado no GitHub sob a licença MIT. Os usuários podem escolher entre duas resoluções: 320×200 pixels, que garante uma taxa de quadros de 35 FPS, e 640×400 pixels. Além da jogabilidade, o projeto inclui sons e trilha sonora do jogo original.

“O motor do Doom (ViZDoom) executa o arquivo DOOM1.WAD original da versão shareware — com os arquivos WAD do Freedoom, licenciados sob a licença BSD, que cobrem os episódios que não constam na versão — e realiza a renderização em modo ‘headless’ (sem interface gráfica). Cada quadro é colocado na área de transferência do Windows e colado na tela do Paint como uma edição de documento genuína”, explica Russinovich.

Embora o feito tenha impressionado muitos, Russinovich também esclareceu que o Paint tem suas limitações. Ele afirmou que, embora o software consiga renderizar o jogo, ele não o processa. “O Paint não executa nada, ele nunca computou qualquer coisa. Esta é a piada”, comentou o programador da Microsoft.

É raro ver um executivo de alto escalão como Russinovich dedicar seu tempo a projetos desse tipo. No entanto, ele conseguiu essa proeza após constatar que o jogo também é capaz de rodar em documentos do Word, arquivos PDF e até mesmo em blocos de notas. Desde que ingressou na Microsoft em 2006, Russinovich tem trabalhado em projetos significativos, como a estruturação do SysInternals e toda a arquitetura do Azure.

Essa nova versão do Doom não é apenas uma curiosidade, mas também se alinha a uma tendência divertida dentro da comunidade gamer, que já experimentou rodar o jogo em uma variedade de dispositivos inusitados. A criatividade dos desenvolvedores e entusiastas continua a surpreender, e essa versão no Paint certamente será mais um capítulo interessante nessa história.

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