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Policial

Guardas Municipais crescem e se tornam 2ª maior força de segurança

Crescimento das Guardas Municipais as torna a segunda maior força de segurança do Brasil.

04/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h12
Guardas Municipais crescem e se tornam 2ª maior força de segurança

Entre 2023 e 2025, o Brasil observou um aumento significativo no número de Guardas Municipais (GCMs) ativas. De acordo com a nova edição do Raio-X das Forças de Segurança Pública, as GCMs se tornaram a segunda maior força de segurança do país, ficando atrás apenas da Polícia Militar.

O estudo revela que a Polícia Militar continua sendo a maior corporação nacional, com 413.319 profissionais em 2025, um incremento de 2,1% em relação aos 404.871 registrados em 2023. Enquanto isso, corporações essenciais como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penal apresentaram redução em seus efetivos.

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Na sequência, a Guarda Civil Municipal emergiu como a corporação que mais cresceu no período, passando de 95.175 para 107.457 agentes, o que representa um aumento de 12.282 profissionais, equivalente a uma expansão de 12,8% em apenas dois anos. Atualmente, as guardas municipais são responsáveis por 13,1% do total de efetivos de segurança pública do Brasil, superando instituições estaduais consolidadas, como a Polícia Civil.

Os dados também revelam que as Polícias Civis operam com apenas 55,2% de sua capacidade ideal. Esses números indicam que as polícias estaduais, que têm a incumbência do policiamento ostensivo e da investigação criminal no país, continuam operando em um ritmo de reposição mínima, sem a devida ampliação de sua capacidade operacional. Isso pode ser atribuído a restrições fiscais que limitam sua expansão.

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Em contraste a esse cenário de estagnação, a Polícia Legislativa, apesar de ter o menor efetivo e uma atuação mais circunscrita, foi a instituição que mais cresceu, passando de 484 profissionais em 2023 para 563 em 2025, o que representa um aumento de 16,3% em seu efetivo.

A análise sugere que o sistema de segurança pública brasileiro atravessa um momento de recomposição assimétrica, com crescimento acelerado na instância menos regulamentada, enquanto outras corporações estratégicas para a investigação criminal permanecem estagnadas ou retrocedem.

O Governo Federal brasileiro foi contatado para um posicionamento sobre os dados apresentados, mas o espaço segue em aberto para um retorno.

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Entre 2023 e 2025, o Brasil observou um aumento significativo no número de Guardas Municipais (GCMs) ativas. De acordo com a nova edição do Raio-X das Forças de Segurança Pública, as GCMs se tornaram a segunda maior força de segurança do país, ficando atrás apenas da Polícia Militar.

O estudo revela que a Polícia Militar continua sendo a maior corporação nacional, com 413.319 profissionais em 2025, um incremento de 2,1% em relação aos 404.871 registrados em 2023. Enquanto isso, corporações essenciais como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penal apresentaram redução em seus efetivos.

Na sequência, a Guarda Civil Municipal emergiu como a corporação que mais cresceu no período, passando de 95.175 para 107.457 agentes, o que representa um aumento de 12.282 profissionais, equivalente a uma expansão de 12,8% em apenas dois anos. Atualmente, as guardas municipais são responsáveis por 13,1% do total de efetivos de segurança pública do Brasil, superando instituições estaduais consolidadas, como a Polícia Civil.

Os dados também revelam que as Polícias Civis operam com apenas 55,2% de sua capacidade ideal. Esses números indicam que as polícias estaduais, que têm a incumbência do policiamento ostensivo e da investigação criminal no país, continuam operando em um ritmo de reposição mínima, sem a devida ampliação de sua capacidade operacional. Isso pode ser atribuído a restrições fiscais que limitam sua expansão.

Em contraste a esse cenário de estagnação, a Polícia Legislativa, apesar de ter o menor efetivo e uma atuação mais circunscrita, foi a instituição que mais cresceu, passando de 484 profissionais em 2023 para 563 em 2025, o que representa um aumento de 16,3% em seu efetivo.

A análise sugere que o sistema de segurança pública brasileiro atravessa um momento de recomposição assimétrica, com crescimento acelerado na instância menos regulamentada, enquanto outras corporações estratégicas para a investigação criminal permanecem estagnadas ou retrocedem.

O Governo Federal brasileiro foi contatado para um posicionamento sobre os dados apresentados, mas o espaço segue em aberto para um retorno.

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