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Cidades

Ferroviários encerram greve da CPTM após aprovação do TRT

Funcionários da CPTM encerram greve e trens voltam a operar após assembleia.

05/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h05
Ferroviários encerram greve da CPTM após aprovação do TRT

Sindicato encerrou a paralisação após assembleia na tarde de quarta (6), com 131 votos a favor e 26 contra à proposta do TRT. As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade voltaram a operar normalmente.

O Sindicato dos Ferroviários, que representa os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), decidiu encerrar a greve após assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (6). A paralisação, que teve início à meia-noite de terça-feira (4), afetou a circulação das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade durante os dias de greve.

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De acordo com a nota divulgada pelo sindicato, a decisão de retorno ao trabalho foi aprovada de forma democrática pelos presentes na assembleia. A proposta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) recebeu 131 votos favoráveis, enquanto 26 trabalhadores optaram por continuar a greve.

A decisão foi tomada de forma democrática pelos presentes à assembleia. A proposta de retorno ao trabalho e o aceite da proposta do TRT recebeu 131 votos favoráveis, enquanto 26 trabalhadores votaram pela continuidade da greve.

Embora os ferroviários tenham decidido voltar ao trabalho, o sindicato informou que manterá o estado de greve, monitorando o cumprimento dos compromissos assumidos e a evolução das negociações. A deliberação ocorreu após o Governo do Estado apresentar uma proposta que atende a algumas reivindicações da categoria, especialmente em relação às garantias buscadas durante o processo de concessão.

Os Ferroviários reafirmam que a mobilização sempre teve como objetivo a defesa dos empregos e a proteção dos direitos dos trabalhadores da CPTM, bem como a garantia de um transporte público de qualidade para a população.

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Além disso, o sindicato afirma que continuará atuando em defesa da categoria e não descarta a possibilidade de novas medidas caso os compromissos firmados não sejam cumpridos. Durante a greve, a CPTM já havia iniciado uma operação parcial da Linha 13-Jade entre as estações Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart, enquanto as Linhas 11-Coral e 12-Safira operaram parcialmente desde o início do dia.

No horário de pico da manhã, apenas 67% do efetivo operacional estava ativo, abaixo do mínimo de 80% estabelecido pelo TRT para os horários de maior movimento. A operação continuará parcial nas linhas 11-Coral e 12-Safira, enquanto a Linha 13-Jade funcionará em velocidade reduzida.

O Governo do Estado, por sua vez, declarou que a greve foi decretada pelo sindicato mesmo após o compromisso de não realizar demissões durante o período de realocação de funcionários da CPTM. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) reiterou que não haverá demissões após a concessão das linhas à iniciativa privada e enfatizou o investimento na modernização do serviço de trens de São Paulo.

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Segunda-feira houve uma reunião aqui no Palácio dos Bandeirantes, onde a gente reafirmou o compromisso com a manutenção do emprego, mas isso não foi suficiente, porque a gente (vê a captura dos sindicatos por grupos extremistas, grupos de extrema esquerda, é o desrespeito ao cidadão.

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Sindicato encerrou a paralisação após assembleia na tarde de quarta (6), com 131 votos a favor e 26 contra à proposta do TRT. As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade voltaram a operar normalmente.

O Sindicato dos Ferroviários, que representa os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), decidiu encerrar a greve após assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (6). A paralisação, que teve início à meia-noite de terça-feira (4), afetou a circulação das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade durante os dias de greve.

De acordo com a nota divulgada pelo sindicato, a decisão de retorno ao trabalho foi aprovada de forma democrática pelos presentes na assembleia. A proposta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) recebeu 131 votos favoráveis, enquanto 26 trabalhadores optaram por continuar a greve.

A decisão foi tomada de forma democrática pelos presentes à assembleia. A proposta de retorno ao trabalho e o aceite da proposta do TRT recebeu 131 votos favoráveis, enquanto 26 trabalhadores votaram pela continuidade da greve.

Embora os ferroviários tenham decidido voltar ao trabalho, o sindicato informou que manterá o estado de greve, monitorando o cumprimento dos compromissos assumidos e a evolução das negociações. A deliberação ocorreu após o Governo do Estado apresentar uma proposta que atende a algumas reivindicações da categoria, especialmente em relação às garantias buscadas durante o processo de concessão.

Os Ferroviários reafirmam que a mobilização sempre teve como objetivo a defesa dos empregos e a proteção dos direitos dos trabalhadores da CPTM, bem como a garantia de um transporte público de qualidade para a população.

Além disso, o sindicato afirma que continuará atuando em defesa da categoria e não descarta a possibilidade de novas medidas caso os compromissos firmados não sejam cumpridos. Durante a greve, a CPTM já havia iniciado uma operação parcial da Linha 13-Jade entre as estações Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart, enquanto as Linhas 11-Coral e 12-Safira operaram parcialmente desde o início do dia.

No horário de pico da manhã, apenas 67% do efetivo operacional estava ativo, abaixo do mínimo de 80% estabelecido pelo TRT para os horários de maior movimento. A operação continuará parcial nas linhas 11-Coral e 12-Safira, enquanto a Linha 13-Jade funcionará em velocidade reduzida.

O Governo do Estado, por sua vez, declarou que a greve foi decretada pelo sindicato mesmo após o compromisso de não realizar demissões durante o período de realocação de funcionários da CPTM. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) reiterou que não haverá demissões após a concessão das linhas à iniciativa privada e enfatizou o investimento na modernização do serviço de trens de São Paulo.

Segunda-feira houve uma reunião aqui no Palácio dos Bandeirantes, onde a gente reafirmou o compromisso com a manutenção do emprego, mas isso não foi suficiente, porque a gente (vê a captura dos sindicatos por grupos extremistas, grupos de extrema esquerda, é o desrespeito ao cidadão.

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