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Política

CNMP demite promotor do Amapá por esquema de compra de votos

Promotor de Justiça do Amapá é demitido após investigações sobre corrupção eleitoral.

06/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h05
CNMP demite promotor do Amapá por esquema de compra de votos

O CNMP cassou o cargo de João Paulo Furlan por irregularidades eleitorais, decisão unânime nesta quinta (06). Ele estava afastado desde o início do ano por indícios de compra de votos e transporte irregular.

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou, nesta quinta-feira (06), a demissão de João Paulo Furlan, promotor de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP). A decisão foi tomada por unanimidade após um julgamento no Processo Administrativo Disciplinar instaurado contra ele.

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Furlan estava afastado do cargo desde o início deste ano, enquanto era investigado por suspeitas de envolvimento em um esquema de corrupção eleitoral. As investigações levantaram indícios de que o promotor teria colaborado na compra de votos e no transporte irregular de eleitores durante o pleito.

É importante ressaltar que João Paulo Furlan é irmão de um pré-candidato ao Governo do Amapá, Dr. Furlan, que é filiado ao PSD e já foi prefeito de Macapá. A investigação sobre o promotor foi iniciada após a suspeita de que ele estaria beneficiando a campanha eleitoral do irmão, levantando diversos questionamentos sobre a ética e a legalidade de suas ações.

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Durante as apurações, a Polícia Federal (PF) coletou mensagens que mencionam a suposta compra de votos, incluindo práticas como abastecimento de combustível e distribuição de cestas básicas em troca de apoio nas urnas.

Com a decisão do CNMP, João Paulo Furlan se torna o primeiro promotor de Justiça do MP-AP a ser demitido por uma decisão deste órgão. Essa ação reflete a preocupação com a integridade das eleições e a necessidade de garantir que agentes públicos atuem de forma ética e transparente.

A demissão de Furlan ressalta a importância das investigações em casos de corrupção eleitoral, que buscam preservar a lisura do processo democrático e assegurar que todos os candidatos tenham condições justas de competir nas eleições.

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O CNMP cassou o cargo de João Paulo Furlan por irregularidades eleitorais, decisão unânime nesta quinta (06). Ele estava afastado desde o início do ano por indícios de compra de votos e transporte irregular.

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou, nesta quinta-feira (06), a demissão de João Paulo Furlan, promotor de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP). A decisão foi tomada por unanimidade após um julgamento no Processo Administrativo Disciplinar instaurado contra ele.

Furlan estava afastado do cargo desde o início deste ano, enquanto era investigado por suspeitas de envolvimento em um esquema de corrupção eleitoral. As investigações levantaram indícios de que o promotor teria colaborado na compra de votos e no transporte irregular de eleitores durante o pleito.

É importante ressaltar que João Paulo Furlan é irmão de um pré-candidato ao Governo do Amapá, Dr. Furlan, que é filiado ao PSD e já foi prefeito de Macapá. A investigação sobre o promotor foi iniciada após a suspeita de que ele estaria beneficiando a campanha eleitoral do irmão, levantando diversos questionamentos sobre a ética e a legalidade de suas ações.

Durante as apurações, a Polícia Federal (PF) coletou mensagens que mencionam a suposta compra de votos, incluindo práticas como abastecimento de combustível e distribuição de cestas básicas em troca de apoio nas urnas.

Com a decisão do CNMP, João Paulo Furlan se torna o primeiro promotor de Justiça do MP-AP a ser demitido por uma decisão deste órgão. Essa ação reflete a preocupação com a integridade das eleições e a necessidade de garantir que agentes públicos atuem de forma ética e transparente.

A demissão de Furlan ressalta a importância das investigações em casos de corrupção eleitoral, que buscam preservar a lisura do processo democrático e assegurar que todos os candidatos tenham condições justas de competir nas eleições.

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