Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Política

Justiça Eleitoral reage para coibir uso indevido de IA nas eleições

Justiça Eleitoral busca regulamentar o uso da inteligência artificial nas eleições, diz especialista.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h40
Justiça Eleitoral reage para coibir uso indevido de IA nas eleições

A advogada eleitoral Marilda Silveira, do IDP, alerta sobre os desafios de regular a IA no processo eleitoral. Ela afirma que o problema é global e que a tecnologia pode transformar a vida das pessoas.

A Justiça Eleitoral brasileira enfrenta desafios significativos na regulação do uso da inteligência artificial (IA) durante o processo eleitoral. A afirmação é da advogada eleitoral e professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Marilda Silveira, que destaca que esse é um problema que afeta não apenas o Brasil, mas também diversos países ao redor do mundo.

Publicidade

Marilda Silveira ressalta que a IA não deve ser vista apenas como uma ferramenta comum, mas sim como um recurso que tem o potencial de transformar profundamente a vida das pessoas. Segundo a especialista, essa tecnologia influencia diretamente na criação e disseminação de conteúdos, incluindo vídeos, imagens e áudios, além de impactar a forma como as informações são veiculadas.

Com o objetivo de mitigar os efeitos negativos da IA, a Justiça Eleitoral está empenhada em encontrar maneiras de reduzir os incentivos para práticas que possam comprometer a livre escolha dos eleitores e a igualdade entre os candidatos. Para isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu diretrizes que abrangem três categorias principais: eleitores, candidatos e plataformas digitais.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A terceira categoria, que abrange as plataformas que utilizam a inteligência artificial para disseminar conteúdo, é considerada a mais crucial. Isso inclui aquelas que veiculam vídeos, áudios e imagens, bem como serviços que produzem conteúdo por meio de interações com chatbots. Marilda enfatiza a importância dessas regulamentações para garantir a integridade do processo eleitoral.

A especialista também menciona que, embora a legislação não possa impedir totalmente atos nocivos, seu papel é minimizar os incentivos para que esses atos ocorram. Ao comparar a situação com a prevenção de crimes, Marilda afirma que a legislação busca criar um ambiente onde as consequências sejam claras e que, apesar das dificuldades, é possível trabalhar para um controle mais eficaz da IA no contexto eleitoral.

Essas medidas visam criar um ambiente mais seguro e justo para todos os participantes do processo eleitoral, assegurando que a tecnologia seja utilizada de maneira responsável e ética.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

A advogada eleitoral Marilda Silveira, do IDP, alerta sobre os desafios de regular a IA no processo eleitoral. Ela afirma que o problema é global e que a tecnologia pode transformar a vida das pessoas.

A Justiça Eleitoral brasileira enfrenta desafios significativos na regulação do uso da inteligência artificial (IA) durante o processo eleitoral. A afirmação é da advogada eleitoral e professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Marilda Silveira, que destaca que esse é um problema que afeta não apenas o Brasil, mas também diversos países ao redor do mundo.

Marilda Silveira ressalta que a IA não deve ser vista apenas como uma ferramenta comum, mas sim como um recurso que tem o potencial de transformar profundamente a vida das pessoas. Segundo a especialista, essa tecnologia influencia diretamente na criação e disseminação de conteúdos, incluindo vídeos, imagens e áudios, além de impactar a forma como as informações são veiculadas.

Com o objetivo de mitigar os efeitos negativos da IA, a Justiça Eleitoral está empenhada em encontrar maneiras de reduzir os incentivos para práticas que possam comprometer a livre escolha dos eleitores e a igualdade entre os candidatos. Para isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu diretrizes que abrangem três categorias principais: eleitores, candidatos e plataformas digitais.

A terceira categoria, que abrange as plataformas que utilizam a inteligência artificial para disseminar conteúdo, é considerada a mais crucial. Isso inclui aquelas que veiculam vídeos, áudios e imagens, bem como serviços que produzem conteúdo por meio de interações com chatbots. Marilda enfatiza a importância dessas regulamentações para garantir a integridade do processo eleitoral.

A especialista também menciona que, embora a legislação não possa impedir totalmente atos nocivos, seu papel é minimizar os incentivos para que esses atos ocorram. Ao comparar a situação com a prevenção de crimes, Marilda afirma que a legislação busca criar um ambiente onde as consequências sejam claras e que, apesar das dificuldades, é possível trabalhar para um controle mais eficaz da IA no contexto eleitoral.

Essas medidas visam criar um ambiente mais seguro e justo para todos os participantes do processo eleitoral, assegurando que a tecnologia seja utilizada de maneira responsável e ética.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA