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Empresários explicam: cachês sobem por custos de produção e logística

Artistas e empresários discutem os altos cachês e a crise no setor de shows.

09/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h18
Empresários explicam: cachês sobem por custos de produção e logística

Produtores afirmam que os cachês incorporam custos com banda, equipe técnica, dançarinos, hospedagem, passagens e alimentação. Desde a pandemia, alta de insumos e logística pressionou orçamentos e complicou negociações.

Após a publicação de uma reportagem que criticou os altos cachês cobrados por artistas, diversos empresários do setor procuraram se manifestar, destacando que a situação não é fácil para todos os envolvidos na realização de shows.

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O ecossistema dos eventos envolve uma série de custos, que vão além do pagamento aos artistas. É necessário considerar as despesas com a banda, equipe técnica, dançarinos, produtores e, claro, os próprios artistas. Cada show gera uma série de valores adicionais, incluindo hospedagem, passagens aéreas, logística e alimentação.

Desde a pandemia, os preços de todos os profissionais envolvidos dispararam, afetando desde dançarinos até instrumentistas, muitos dos quais são contratados com carteira assinada. Reduzir o valor dos cachês se torna um desafio, já que, segundo as leis trabalhistas, não é permitido diminuir o salário de um funcionário.

A situação se agrava ainda mais com o aumento significativo dos preços das passagens aéreas, que triplicaram nos últimos anos devido à crise do petróleo. Por exemplo, uma equipe de 25 pessoas que viaja de São Paulo para Fortaleza pode gastar até 100 mil reais apenas em passagens.

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Além disso, os impostos sobre as notas fiscais dos shows também contribuem para o aumento dos custos. Um empresário fez uma observação irônica sobre a situação: “Só quem vai fazer show agora é o Pedro Sampaio, que tem a metade da equipe de um cantor”.

“Chegamos a um beco sem saída”, afirmaram alguns empresários ao descrever a situação atual do setor.

A única alternativa apontada pelos envolvidos é a necessidade de iniciar um diálogo em busca de soluções. Contudo, até o momento, não há indícios de que alguém esteja disposto a discutir a questão.

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Com a situação ainda indefinida, a expectativa é que o setor se prepare para 2027, ano em que as dificuldades podem se agravar ainda mais se nada for resolvido.

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Produtores afirmam que os cachês incorporam custos com banda, equipe técnica, dançarinos, hospedagem, passagens e alimentação. Desde a pandemia, alta de insumos e logística pressionou orçamentos e complicou negociações.

Após a publicação de uma reportagem que criticou os altos cachês cobrados por artistas, diversos empresários do setor procuraram se manifestar, destacando que a situação não é fácil para todos os envolvidos na realização de shows.

O ecossistema dos eventos envolve uma série de custos, que vão além do pagamento aos artistas. É necessário considerar as despesas com a banda, equipe técnica, dançarinos, produtores e, claro, os próprios artistas. Cada show gera uma série de valores adicionais, incluindo hospedagem, passagens aéreas, logística e alimentação.

Desde a pandemia, os preços de todos os profissionais envolvidos dispararam, afetando desde dançarinos até instrumentistas, muitos dos quais são contratados com carteira assinada. Reduzir o valor dos cachês se torna um desafio, já que, segundo as leis trabalhistas, não é permitido diminuir o salário de um funcionário.

A situação se agrava ainda mais com o aumento significativo dos preços das passagens aéreas, que triplicaram nos últimos anos devido à crise do petróleo. Por exemplo, uma equipe de 25 pessoas que viaja de São Paulo para Fortaleza pode gastar até 100 mil reais apenas em passagens.

Além disso, os impostos sobre as notas fiscais dos shows também contribuem para o aumento dos custos. Um empresário fez uma observação irônica sobre a situação: “Só quem vai fazer show agora é o Pedro Sampaio, que tem a metade da equipe de um cantor”.

“Chegamos a um beco sem saída”, afirmaram alguns empresários ao descrever a situação atual do setor.

A única alternativa apontada pelos envolvidos é a necessidade de iniciar um diálogo em busca de soluções. Contudo, até o momento, não há indícios de que alguém esteja disposto a discutir a questão.

Com a situação ainda indefinida, a expectativa é que o setor se prepare para 2027, ano em que as dificuldades podem se agravar ainda mais se nada for resolvido.

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