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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

B3 amplia lucro recorrente para R$ 1,4 bi no 2º trimestre, alta de 8%

B3 registrou lucro de R$ 1,4 bilhão no 2° trimestre, com alta de 8% em relação a 2025.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h00
B3 amplia lucro recorrente para R$ 1,4 bi no 2º trimestre, alta de 8%

Em balanço divulgado nesta terça, a B3 reportou lucro recorrente de R$ 1,4 bi no 2º tri, alta de 8% sobre 2025. O resultado veio quase em linha com a previsão da LSEG (≈R$ 1,46 bi) e a receita teve desempenho positivo.

A B3, a bolsa de valores brasileira, apresentou um lucro líquido recorrente de R$ 1,4 bilhão no segundo trimestre de 2026, o que representa um avanço de 8% em comparação com o mesmo período de 2025. O balanço foi divulgado nesta terça-feira e trouxe boas notícias para os investidores.

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O valor do lucro ficou próximo das previsões do mercado, que, segundo estimativas compiladas pela LSEG, esperava um lucro líquido em torno de R$ 1,46 bilhão. Essa proximidade entre o resultado real e as expectativas demonstra a solidez das operações da empresa.

A receita líquida da B3 também teve um desempenho positivo, totalizando R$ 2,8 bilhões, o que representa um crescimento de 8,8% em relação ao ano anterior. As expectativas da LSEG indicavam uma receita de R$ 2,7 bilhões, portanto, a companhia superou essas projeções.

As receitas pró-cíclicas, que incluem operações com derivativos e renda variável, apresentaram um crescimento de 7,9%. Além disso, as receitas recorrentes, que são uma parte importante do desempenho financeiro da B3, tiveram um aumento significativo de 17,3%. Esses números mostram um ambiente de negócios favorável, impulsionado por uma maior atividade no mercado financeiro.

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No entanto, as despesas da empresa também aumentaram, totalizando R$ 975,6 milhões, o que representa um crescimento de 15,5% em relação ao ano anterior. Esse aumento nas despesas pode ser um ponto a ser monitorado, já que pode impactar a rentabilidade no futuro.

Além disso, a B3 reportou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente de R$ 1,9 bilhão, um indicador importante para avaliar a eficiência operacional da empresa. O Ebitda é uma métrica que mostra os resultados financeiros sem considerar fatores financeiros e não operacionais, permitindo uma análise mais clara do desempenho.

O resultado do segundo trimestre reforça a posição da B3 como uma das principais instituições financeiras do Brasil e reflete a confiança dos investidores na recuperação e crescimento do mercado.

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Em balanço divulgado nesta terça, a B3 reportou lucro recorrente de R$ 1,4 bi no 2º tri, alta de 8% sobre 2025. O resultado veio quase em linha com a previsão da LSEG (≈R$ 1,46 bi) e a receita teve desempenho positivo.

A B3, a bolsa de valores brasileira, apresentou um lucro líquido recorrente de R$ 1,4 bilhão no segundo trimestre de 2026, o que representa um avanço de 8% em comparação com o mesmo período de 2025. O balanço foi divulgado nesta terça-feira e trouxe boas notícias para os investidores.

O valor do lucro ficou próximo das previsões do mercado, que, segundo estimativas compiladas pela LSEG, esperava um lucro líquido em torno de R$ 1,46 bilhão. Essa proximidade entre o resultado real e as expectativas demonstra a solidez das operações da empresa.

A receita líquida da B3 também teve um desempenho positivo, totalizando R$ 2,8 bilhões, o que representa um crescimento de 8,8% em relação ao ano anterior. As expectativas da LSEG indicavam uma receita de R$ 2,7 bilhões, portanto, a companhia superou essas projeções.

As receitas pró-cíclicas, que incluem operações com derivativos e renda variável, apresentaram um crescimento de 7,9%. Além disso, as receitas recorrentes, que são uma parte importante do desempenho financeiro da B3, tiveram um aumento significativo de 17,3%. Esses números mostram um ambiente de negócios favorável, impulsionado por uma maior atividade no mercado financeiro.

No entanto, as despesas da empresa também aumentaram, totalizando R$ 975,6 milhões, o que representa um crescimento de 15,5% em relação ao ano anterior. Esse aumento nas despesas pode ser um ponto a ser monitorado, já que pode impactar a rentabilidade no futuro.

Além disso, a B3 reportou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente de R$ 1,9 bilhão, um indicador importante para avaliar a eficiência operacional da empresa. O Ebitda é uma métrica que mostra os resultados financeiros sem considerar fatores financeiros e não operacionais, permitindo uma análise mais clara do desempenho.

O resultado do segundo trimestre reforça a posição da B3 como uma das principais instituições financeiras do Brasil e reflete a confiança dos investidores na recuperação e crescimento do mercado.

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