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Policial

Vídeo revela esquema de fraude em medidores de gás no Rio de Janeiro

Operação Medida Certa revela esquema de fraude em medidores de gás no RJ.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h57
Vídeo revela esquema de fraude em medidores de gás no Rio de Janeiro

Um vídeo obtido durante a Operação Medida Certa, deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, mostra um dos flagrantes que ajudaram a revelar um esquema criminoso envolvendo a subtração e adulteração de medidores industriais utilizados na distribuição de gás natural.

As investigações indicam que um funcionário com acesso privilegiado às instalações de uma concessionária atuou no grupo, monitorando a movimentação dos equipamentos e repassando informações que facilitavam a retirada dos medidores. A operação é realizada pela Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), com apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da própria concessionária.

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No total, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 32ª Vara Criminal da Capital, em endereços no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Belford Roxo e Congonhas, em Minas Gerais.

As investigações apontam que o grupo tinha uma estrutura organizada e contava com integrantes com conhecimento técnico especializado em sistemas de medição, manutenção e operação de equipamentos utilizados no segmento de gás natural veicular (GNV).

Os medidores subtraídos da rede eram, posteriormente, submetidos a intervenções clandestinas, como troca de componentes internos e adulteração de mecanismos de funcionamento. Após as modificações, os equipamentos eram reinseridos irregularmente em atividades econômicas, dificultando a identificação das fraudes.

Um dos investigados exerceu uma função estratégica no esquema por ter acesso às dependências da concessionária. Ele monitorava a movimentação dos equipamentos, fornecendo informações que facilitavam a retirada dos medidores. Outros integrantes do grupo eram responsáveis pelo transporte, adulteração, comercialização e reutilização dos equipamentos.

A investigação ainda identificou que esse acesso foi utilizado para antecipar informações sobre fiscalizações realizadas pela concessionária e órgãos de segurança pública. Dessa forma, os estabelecimentos envolvidos nas irregularidades poderiam ocultar evidências ou interromper práticas antes das ações de fiscalização.

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Um dos avanços da investigação ocorreu após a análise pericial de dispositivos eletrônicos apreendidos, que permitiu identificar novos integrantes da associação criminosa e mapear vínculos entre os investigados e empresas.

As diligências também apontaram para a utilização de empresas formalmente constituídas no segmento de instalação e manutenção de equipamentos de GNV, que podem ter sido empregadas para viabilizar parte das intervenções técnicas realizadas nos medidores.

A participação efetiva de cada pessoa física e jurídica ainda está sendo investigada. Os policiais buscam apreender medidores industriais, componentes mecânicos e eletrônicos, ferramentas especializadas, documentos técnicos e outros materiais que possam ajudar a dimensionar o esquema e identificar novos envolvidos.

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Além do prejuízo patrimonial causado à concessionária, a Polícia Civil investiga possíveis impactos das adulterações na confiabilidade dos sistemas de medição e na segurança da infraestrutura de distribuição de gás natural. A preocupação se intensifica pelo caráter essencial do serviço e pela possibilidade de que equipamentos adulterados tenham sido novamente utilizados na rede ou em atividades econômicas relacionadas ao fornecimento de gás.

Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado, receptação qualificada, associação criminosa, estelionato e outros delitos que venham a ser identificados durante as investigações.

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Um vídeo obtido durante a Operação Medida Certa, deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, mostra um dos flagrantes que ajudaram a revelar um esquema criminoso envolvendo a subtração e adulteração de medidores industriais utilizados na distribuição de gás natural.

As investigações indicam que um funcionário com acesso privilegiado às instalações de uma concessionária atuou no grupo, monitorando a movimentação dos equipamentos e repassando informações que facilitavam a retirada dos medidores. A operação é realizada pela Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), com apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da própria concessionária.

No total, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 32ª Vara Criminal da Capital, em endereços no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Belford Roxo e Congonhas, em Minas Gerais.

As investigações apontam que o grupo tinha uma estrutura organizada e contava com integrantes com conhecimento técnico especializado em sistemas de medição, manutenção e operação de equipamentos utilizados no segmento de gás natural veicular (GNV).

Os medidores subtraídos da rede eram, posteriormente, submetidos a intervenções clandestinas, como troca de componentes internos e adulteração de mecanismos de funcionamento. Após as modificações, os equipamentos eram reinseridos irregularmente em atividades econômicas, dificultando a identificação das fraudes.

Um dos investigados exerceu uma função estratégica no esquema por ter acesso às dependências da concessionária. Ele monitorava a movimentação dos equipamentos, fornecendo informações que facilitavam a retirada dos medidores. Outros integrantes do grupo eram responsáveis pelo transporte, adulteração, comercialização e reutilização dos equipamentos.

A investigação ainda identificou que esse acesso foi utilizado para antecipar informações sobre fiscalizações realizadas pela concessionária e órgãos de segurança pública. Dessa forma, os estabelecimentos envolvidos nas irregularidades poderiam ocultar evidências ou interromper práticas antes das ações de fiscalização.

Um dos avanços da investigação ocorreu após a análise pericial de dispositivos eletrônicos apreendidos, que permitiu identificar novos integrantes da associação criminosa e mapear vínculos entre os investigados e empresas.

As diligências também apontaram para a utilização de empresas formalmente constituídas no segmento de instalação e manutenção de equipamentos de GNV, que podem ter sido empregadas para viabilizar parte das intervenções técnicas realizadas nos medidores.

A participação efetiva de cada pessoa física e jurídica ainda está sendo investigada. Os policiais buscam apreender medidores industriais, componentes mecânicos e eletrônicos, ferramentas especializadas, documentos técnicos e outros materiais que possam ajudar a dimensionar o esquema e identificar novos envolvidos.

Além do prejuízo patrimonial causado à concessionária, a Polícia Civil investiga possíveis impactos das adulterações na confiabilidade dos sistemas de medição e na segurança da infraestrutura de distribuição de gás natural. A preocupação se intensifica pelo caráter essencial do serviço e pela possibilidade de que equipamentos adulterados tenham sido novamente utilizados na rede ou em atividades econômicas relacionadas ao fornecimento de gás.

Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado, receptação qualificada, associação criminosa, estelionato e outros delitos que venham a ser identificados durante as investigações.

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