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Tecnologia

Tribunais da Inglaterra e País de Gales barram óculos Meta por gravações

Os Meta Smart Glasses são proibidos em tribunais da Inglaterra por risco de gravações não autorizadas.

12/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h55
Tribunais da Inglaterra e País de Gales barram óculos Meta por gravações

O HM Courts & Tribunals Service vetou a entrada com óculos inteligentes da Meta na Inglaterra e País de Gales. Dispositivos podem ser apreendidos na entrada para evitar gravações não autorizadas e preservar a privacidade.

Os Meta Smart Glasses enfrentam novas restrições em tribunais da Inglaterra e País de Gales, devido ao risco de gravações não autorizadas. A proibição da entrada de pessoas usando esses óculos inteligentes, que têm a capacidade de registrar fotos e vídeos, foi implementada com o objetivo de preservar a privacidade e a segurança durante os processos judiciais.

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Informações divulgadas indicam que o HM Courts & Tribunals Service (HMCTS), órgão responsável por administrar os tribunais na região, confirmou que os óculos podem ser confiscados na entrada dos prédios judiciais. Os usuários terão seus dispositivos devolvidos ao deixarem o tribunal.

A regra é específica para óculos inteligentes que podem capturar imagens ou vídeos. Enquanto celulares continuam a ser permitidos nos tribunais, seu uso para registrar procedimentos é restrito. A proibição em relação aos óculos é ainda mais rigorosa, uma vez que eles não podem ser levados para dentro, mesmo que o usuário se comprometa a não ativar as câmeras.

A principal preocupação que motivou essa decisão é a dificuldade em perceber quando os óculos estão sendo utilizados para gravações. Diferentemente dos celulares, que normalmente precisam ser levantados para filmar, os óculos podem capturar imagens enquanto permanecem no rosto do usuário, o que aumenta o risco de gravações discretas.

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Essa decisão foi tomada após um incidente em que uma pessoa foi acusada de usar óculos inteligentes durante uma audiência na High Court para obter orientações. A acusação foi negada, e não há dados oficiais sobre quantos incidentes envolvendo esses dispositivos já ocorreram nos tribunais.

As preocupações com privacidade não se limitam apenas aos tribunais. Outros estabelecimentos, como restaurantes, bares e teatros, também estão discutindo a implementação de restrições para dispositivos que possam gravar pessoas de forma discreta.

A Meta, fabricante dos óculos, afirma que seus dispositivos possuem uma luz visível que pisca durante a gravação e que vem atualizando seus mecanismos para dificultar alterações no sistema de detecção. Apesar disso, especialistas alertam para o risco de espionagem através dos óculos inteligentes, destacando a importância de medidas de segurança em locais públicos.

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O HM Courts & Tribunals Service vetou a entrada com óculos inteligentes da Meta na Inglaterra e País de Gales. Dispositivos podem ser apreendidos na entrada para evitar gravações não autorizadas e preservar a privacidade.

Os Meta Smart Glasses enfrentam novas restrições em tribunais da Inglaterra e País de Gales, devido ao risco de gravações não autorizadas. A proibição da entrada de pessoas usando esses óculos inteligentes, que têm a capacidade de registrar fotos e vídeos, foi implementada com o objetivo de preservar a privacidade e a segurança durante os processos judiciais.

Informações divulgadas indicam que o HM Courts & Tribunals Service (HMCTS), órgão responsável por administrar os tribunais na região, confirmou que os óculos podem ser confiscados na entrada dos prédios judiciais. Os usuários terão seus dispositivos devolvidos ao deixarem o tribunal.

A regra é específica para óculos inteligentes que podem capturar imagens ou vídeos. Enquanto celulares continuam a ser permitidos nos tribunais, seu uso para registrar procedimentos é restrito. A proibição em relação aos óculos é ainda mais rigorosa, uma vez que eles não podem ser levados para dentro, mesmo que o usuário se comprometa a não ativar as câmeras.

A principal preocupação que motivou essa decisão é a dificuldade em perceber quando os óculos estão sendo utilizados para gravações. Diferentemente dos celulares, que normalmente precisam ser levantados para filmar, os óculos podem capturar imagens enquanto permanecem no rosto do usuário, o que aumenta o risco de gravações discretas.

Essa decisão foi tomada após um incidente em que uma pessoa foi acusada de usar óculos inteligentes durante uma audiência na High Court para obter orientações. A acusação foi negada, e não há dados oficiais sobre quantos incidentes envolvendo esses dispositivos já ocorreram nos tribunais.

As preocupações com privacidade não se limitam apenas aos tribunais. Outros estabelecimentos, como restaurantes, bares e teatros, também estão discutindo a implementação de restrições para dispositivos que possam gravar pessoas de forma discreta.

A Meta, fabricante dos óculos, afirma que seus dispositivos possuem uma luz visível que pisca durante a gravação e que vem atualizando seus mecanismos para dificultar alterações no sistema de detecção. Apesar disso, especialistas alertam para o risco de espionagem através dos óculos inteligentes, destacando a importância de medidas de segurança em locais públicos.

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