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Tecnologia

CEO da NVIDIA admite que transição para um mundo com IA será dolorosa

A ida rumo a um mundo dominado pela inteligência artificial (IA) trará consequências significativas, reconheceu Jensen Huang, cofundador e CEO da NVIDIA, em entrevista recente. Embora a companhia que mais fatura com IA continue a promover seu uso, Huang admitiu que o processo terá seu preço.

14/07/2025 · 23h56 · Atualizado às 22h36
CEO da NVIDIA admite que transição para um mundo com IA será dolorosa

Empresa reconhece riscos, mas destaca que os ganhos superam os impactos negativos

A ida rumo a um mundo dominado pela inteligência artificial (IA) trará consequências significativas, reconheceu Jensen Huang, cofundador e CEO da NVIDIA, em entrevista recente. Embora a companhia que mais fatura com IA continue a promover seu uso, Huang admitiu que o processo terá seu preço.

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“Os empregos de todos serão afetados. Alguns trabalhos serão perdidos”, afirmou Huang em declarações ao Gizmodo. Enquanto muitos entusiastas da revolução tecnológica apostam na especialização como saída para os profissionais impactados, o executivo trouxe uma alternativa — sobretudo para os Estados Unidos: o fortalecimento da indústria nacional.

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Foto: Divulgação/NVIDIA

“Essa paixão, a habilidade, a arte de fazer coisas. A habilidade de fazer coisas é valiosa para o crescimento econômico”, observou Huang. “É valiosa para uma sociedade estável com pessoas que podem criar uma vida maravilhosa e uma carreira maravilhosa sem ter que conseguir uma pós‑graduação em física.”

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A estratégia da NVIDIA não depende apenas de engenheiros para desenvolver aceleradores de IA; ela também requer operários para erguer instalações fabris para atender ao crescimento da empresa e suas parceiras, como a TSMC.

Chefe da NVIDIA defende “paciência” frente às dores do avanço da IA

O Gizmodo questionou Huang não só sobre os impactos econômicos da IA, mas também sobre seus efeitos sociais, especialmente no que diz respeito a modelos generativos e LLMs.

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Recentemente, o chatbot Grok, da rede social X, foi alvo de uma nova manutenção depois de começar a se autodenominar “MechaHitler”. Sobre episódios como esse, Huang admitiu que a inteligência artificial “ainda vai causar danos” durante sua evolução.

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Apesar das falhas, o CEO mantém uma visão otimista: “o saldo” da IA será positivo. Ele ressaltou que alguns sistemas já utilizam outras plataformas para checar a veracidade das informações antes de apresentá-las aos usuários — um claro sinal de melhoria constante.

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A ida rumo a um mundo dominado pela inteligência artificial (IA) trará consequências significativas, reconheceu Jensen Huang, cofundador e CEO da NVIDIA, em entrevista recente. Embora a companhia que mais fatura com IA continue a promover seu uso, Huang admitiu que o processo terá seu preço.

“Os empregos de todos serão afetados. Alguns trabalhos serão perdidos”, afirmou Huang em declarações ao Gizmodo. Enquanto muitos entusiastas da revolução tecnológica apostam na especialização como saída para os profissionais impactados, o executivo trouxe uma alternativa — sobretudo para os Estados Unidos: o fortalecimento da indústria nacional.

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Foto: Divulgação/NVIDIA

“Essa paixão, a habilidade, a arte de fazer coisas. A habilidade de fazer coisas é valiosa para o crescimento econômico”, observou Huang. “É valiosa para uma sociedade estável com pessoas que podem criar uma vida maravilhosa e uma carreira maravilhosa sem ter que conseguir uma pós‑graduação em física.”

A estratégia da NVIDIA não depende apenas de engenheiros para desenvolver aceleradores de IA; ela também requer operários para erguer instalações fabris para atender ao crescimento da empresa e suas parceiras, como a TSMC.

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O Gizmodo questionou Huang não só sobre os impactos econômicos da IA, mas também sobre seus efeitos sociais, especialmente no que diz respeito a modelos generativos e LLMs.

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Recentemente, o chatbot Grok, da rede social X, foi alvo de uma nova manutenção depois de começar a se autodenominar “MechaHitler”. Sobre episódios como esse, Huang admitiu que a inteligência artificial “ainda vai causar danos” durante sua evolução.

Apesar das falhas, o CEO mantém uma visão otimista: “o saldo” da IA será positivo. Ele ressaltou que alguns sistemas já utilizam outras plataformas para checar a veracidade das informações antes de apresentá-las aos usuários — um claro sinal de melhoria constante.

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