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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Aracaju

Agostotô reúne comunidade para debater racismo e saúde em Aracaju

Agostotô discute racismo e saúde em Aracaju neste sábado, com rodas de conversa e rito cultural.

12/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h42
Agostotô reúne comunidade para debater racismo e saúde em Aracaju

O encontro da comunidade Ilê Àṣẹ Ìyá Àgbá L’odò Omiró — Casa de Mar ocorre neste sábado (15), em Areia Branca, Aracaju, a partir das 14h, para discutir como o racismo molda o acesso à saúde. A programação tem roda de conversa (14h às 17h) e o rito Pipocas de Obaluaiê às 18h.

A comunidade Ilê Àṣẹ Ìyá Àgbá L’odò Omiró — Casa de Mar realiza mais uma edição do Agostotô neste sábado, dia 15. O evento, que acontece no bairro Areia Branca, em Aracaju, a partir das 14h, propõe uma discussão sobre como o racismo estrutura o acesso à saúde e influencia diretamente a vida das populações negras e dos povos tradicionais.

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A programação do Agostotô inclui rodas de conversa das 14h às 17h, seguidas pelo tradicional rito Pipocas de Obaluaiê, marcado para as 18h. O rito simboliza cura e renovação coletiva, trazendo um elemento cultural importante para a comunidade.

Uma das novidades desta edição é a participação do Projeto Mulheres de Mar — Encruzilháguas dos Saberes. Ao longo de 2026, o projeto tem promovido debates sobre saúde com foco nas experiências de mulheres negras, marisqueiras e de terreiro, refletindo sobre os efeitos do racismo estrutural e ambiental na vida dessas mulheres e evidenciando as desigualdades sociais que afetam seus corpos, territórios, modos de trabalho e formas de cuidado.

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O Agostotô, por meio das vivências e dos conhecimentos compartilhados por mulheres negras, propõe uma reflexão sobre saúde que vai além da mera ausência de doenças. A saúde é compreendida como um direito que abrange território, ancestralidade, cultura, meio ambiente e justiça social.

A iniciativa é promovida pelo Instituto Aláfia Social e pelo Ilê Àṣẹ Ìyá Àgbá L’odò Omiró — Casa de Mar, contemplada pelo Edital nº 011/2024 — Cultura Viva (Pontos e Pontões de Cultura), realizado pela Funcaju, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Ministério da Cultura.

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A comunidade Ilê Àṣẹ Ìyá Àgbá L’odò Omiró — Casa de Mar realiza mais uma edição do Agostotô neste sábado, dia 15. O evento, que acontece no bairro Areia Branca, em Aracaju, a partir das 14h, propõe uma discussão sobre como o racismo estrutura o acesso à saúde e influencia diretamente a vida das populações negras e dos povos tradicionais.

A programação do Agostotô inclui rodas de conversa das 14h às 17h, seguidas pelo tradicional rito Pipocas de Obaluaiê, marcado para as 18h. O rito simboliza cura e renovação coletiva, trazendo um elemento cultural importante para a comunidade.

Uma das novidades desta edição é a participação do Projeto Mulheres de Mar — Encruzilháguas dos Saberes. Ao longo de 2026, o projeto tem promovido debates sobre saúde com foco nas experiências de mulheres negras, marisqueiras e de terreiro, refletindo sobre os efeitos do racismo estrutural e ambiental na vida dessas mulheres e evidenciando as desigualdades sociais que afetam seus corpos, territórios, modos de trabalho e formas de cuidado.

O Agostotô, por meio das vivências e dos conhecimentos compartilhados por mulheres negras, propõe uma reflexão sobre saúde que vai além da mera ausência de doenças. A saúde é compreendida como um direito que abrange território, ancestralidade, cultura, meio ambiente e justiça social.

A iniciativa é promovida pelo Instituto Aláfia Social e pelo Ilê Àṣẹ Ìyá Àgbá L’odò Omiró — Casa de Mar, contemplada pelo Edital nº 011/2024 — Cultura Viva (Pontos e Pontões de Cultura), realizado pela Funcaju, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Ministério da Cultura.

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