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Veículos

Testamos o Renault Boreal Techno: 1.500 km entre rodovias e cidade

Avaliação do Renault Boreal Techno destaca desempenho, conforto e tecnologia do SUV médio.

14/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h15
Testamos o Renault Boreal Techno: 1.500 km entre rodovias e cidade

O Boreal é fabricado em São José dos Pinhais (PR) e já somou 6.322 unidades vendidas no início de 2026. Em uma semana de testes por rodovias, avaliamos a versão Techno em conforto, dirigibilidade e autonomia.

O Brasil se tornou o primeiro país a produzir e comercializar o Renault Boreal, um SUV da marca francesa fabricado na plataforma RGMP (Renault Group Modular Platform) em São José dos Pinhais, no Paraná. Durante os primeiros seis meses de 2026, o Boreal acumulou 6.322 unidades vendidas.

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Com três versões disponíveis e preços a partir de R$ 179.990, a avaliação do Renault Boreal Techno, que é a variante intermediária, foi realizada ao longo de uma semana. O percurso totalizou mais de 1.500 quilômetros, a maior parte em rodovias, permitindo uma análise detalhada do desempenho, dirigibilidade e consumo de combustível.

Equipado com um motor 1.3 TCe que gera 163 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, o Renault Boreal se destacou pela sua performance. As ultrapassagens foram realizadas de forma segura, com boas retomadas de velocidade. O modelo também conta com um câmbio de dupla embreagem úmida (EDC, Efficient Dual Clutch), que proporciona trocas de marcha rápidas e suaves, além de permitir a troca manual das marchas através de paletas localizadas atrás do volante.

Entretanto, um aspecto que gerou críticas foi a lentidão do pedal do acelerador no modo Eco. Contudo, ao alternar para o modo Sport, essa questão foi praticamente resolvida. Por outro lado, o painel de instrumentos apresentou uma taxa de atualização baixa, o que pode transmitir uma sensação de menor qualidade.

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No teste realizado, foram analisados dois combustíveis. Com etanol, o modelo alcançou uma média de 11,6 km/l após 320 quilômetros. Em seguida, ao utilizar gasolina, a média subiu para 13,5 km/l em 370 quilômetros percorridos. A suspensão do Renault Boreal mostrou-se eficiente, com um conjunto dianteiro do tipo McPherson e eixo de torção na traseira, calibrada especificamente para o mercado local.

A altura em relação ao solo de 21,3 cm proporciona uma posição de condução favorável, com boa visibilidade. Os bancos possuem ajustes elétricos para motorista e passageiro, incluindo a função de ajuste de altura. O Boreal oferece cinco modos de condução ajustáveis pela tela central ou um comando giratório no console: Eco, Comfort, Sport, Smart e Perso.

A versão Techno, testada, apresenta diferenciais em relação à versão de entrada Evolution, como rodas de liga leve de 18 polegadas, barras de teto longitudinais, painel digital de 10” e itens adicionais de segurança, incluindo sensores de estacionamento e alerta de ponto cego.

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Internamente, o Renault Boreal oferece uma boa gama de equipamentos e tecnologia, com um sistema de som da Arkamys que, embora tenha boa qualidade, pode apresentar distorções em volumes altos. O conforto dos bancos é elogiado, mesmo em longas jornadas. O espaço traseiro é generoso, com saídas de ar-condicionado e portas USB-C. O acabamento interno inclui materiais macios ao toque, aumentando a sensação de sofisticação do veículo. O porta-malas tem capacidade de 522 litros, que pode ser ampliada para 1.279 litros com os bancos rebatidos.

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O Boreal é fabricado em São José dos Pinhais (PR) e já somou 6.322 unidades vendidas no início de 2026. Em uma semana de testes por rodovias, avaliamos a versão Techno em conforto, dirigibilidade e autonomia.

O Brasil se tornou o primeiro país a produzir e comercializar o Renault Boreal, um SUV da marca francesa fabricado na plataforma RGMP (Renault Group Modular Platform) em São José dos Pinhais, no Paraná. Durante os primeiros seis meses de 2026, o Boreal acumulou 6.322 unidades vendidas.

Com três versões disponíveis e preços a partir de R$ 179.990, a avaliação do Renault Boreal Techno, que é a variante intermediária, foi realizada ao longo de uma semana. O percurso totalizou mais de 1.500 quilômetros, a maior parte em rodovias, permitindo uma análise detalhada do desempenho, dirigibilidade e consumo de combustível.

Equipado com um motor 1.3 TCe que gera 163 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, o Renault Boreal se destacou pela sua performance. As ultrapassagens foram realizadas de forma segura, com boas retomadas de velocidade. O modelo também conta com um câmbio de dupla embreagem úmida (EDC, Efficient Dual Clutch), que proporciona trocas de marcha rápidas e suaves, além de permitir a troca manual das marchas através de paletas localizadas atrás do volante.

Entretanto, um aspecto que gerou críticas foi a lentidão do pedal do acelerador no modo Eco. Contudo, ao alternar para o modo Sport, essa questão foi praticamente resolvida. Por outro lado, o painel de instrumentos apresentou uma taxa de atualização baixa, o que pode transmitir uma sensação de menor qualidade.

No teste realizado, foram analisados dois combustíveis. Com etanol, o modelo alcançou uma média de 11,6 km/l após 320 quilômetros. Em seguida, ao utilizar gasolina, a média subiu para 13,5 km/l em 370 quilômetros percorridos. A suspensão do Renault Boreal mostrou-se eficiente, com um conjunto dianteiro do tipo McPherson e eixo de torção na traseira, calibrada especificamente para o mercado local.

A altura em relação ao solo de 21,3 cm proporciona uma posição de condução favorável, com boa visibilidade. Os bancos possuem ajustes elétricos para motorista e passageiro, incluindo a função de ajuste de altura. O Boreal oferece cinco modos de condução ajustáveis pela tela central ou um comando giratório no console: Eco, Comfort, Sport, Smart e Perso.

A versão Techno, testada, apresenta diferenciais em relação à versão de entrada Evolution, como rodas de liga leve de 18 polegadas, barras de teto longitudinais, painel digital de 10” e itens adicionais de segurança, incluindo sensores de estacionamento e alerta de ponto cego.

Internamente, o Renault Boreal oferece uma boa gama de equipamentos e tecnologia, com um sistema de som da Arkamys que, embora tenha boa qualidade, pode apresentar distorções em volumes altos. O conforto dos bancos é elogiado, mesmo em longas jornadas. O espaço traseiro é generoso, com saídas de ar-condicionado e portas USB-C. O acabamento interno inclui materiais macios ao toque, aumentando a sensação de sofisticação do veículo. O porta-malas tem capacidade de 522 litros, que pode ser ampliada para 1.279 litros com os bancos rebatidos.

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