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ELEIÇÕES 2026

Governo adia pautas prioritárias para após eleições de outubro

Pautas do governo federal devem ser adiadas até após as eleições de outubro.

15/08/2026 · 11h31
Governo adia pautas prioritárias para após eleições de outubro

Aliados afirmam que votações importantes só devem avançar depois de outubro, segundo nota de Davi Alcolumbre divulgada após encontro com Lula. A analista Edilene Lopes vê sinal de destravamento, mas diz que prevalece a cautela.

Pautas prioritárias do governo federal devem ser adiadas para depois das eleições de outubro. Esse é o sentimento predominante entre os aliados do governo, de acordo com nota divulgada por Davi Alcolumbre (União-AP) após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Segundo a analista de política Edilene Lopes, apesar da sinalização para destravar temas importantes, a percepção entre os aliados é de cautela. “Embora haja sinalização para destravar essas pautas importantes para o governo, não significa que serão levadas até o final antes das eleições”, afirmou Edilene nesta sexta-feira (14).

Integrantes da base governista acreditam que a PEC do fim da escala 6×1, já encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça do Senado, pode avançar e até ser aprovada no colegiado antes das eleições. A votação no plenário do Senado, porém, deve ficar para depois do dia 5 de outubro.

Alcolumbre teria dito a integrantes da base que a previsão é que a votação ocorra somente após o pleito. “Se ele vai mudar de ideia, ninguém sabe, mas o sinal que ele deu é que vai iniciar a tramitação, mas ninguém pode dizer que vai terminar antes do processo eleitoral”, destacou a analista.

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Cautela no PT e disputa no Senado

Apesar da melhora na relação entre as partes, Edilene ressaltou que membros do PT seguem cautelosos. “Petistas estão com o pé atrás, não sabem se exatamente vai acontecer o que o presidente Lula queria, mas o que sabem é que houve uma melhora na relação”, disse.

Do lado de Alcolumbre, há preocupação com a reeleição à presidência do Senado no ano que vem. Segundo a analista, petistas sinalizam a possibilidade de apoiar outro nome, como o de Helder Barbalho (MDB-PA). A direita também deve apresentar uma nova candidatura.

Edilene avaliou ainda que novas reuniões podem ser necessárias para que as pautas prioritárias do governo sejam efetivamente aprovadas, já que se trata de bandeiras de campanha do Executivo federal.

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Aliados afirmam que votações importantes só devem avançar depois de outubro, segundo nota de Davi Alcolumbre divulgada após encontro com Lula. A analista Edilene Lopes vê sinal de destravamento, mas diz que prevalece a cautela.

Pautas prioritárias do governo federal devem ser adiadas para depois das eleições de outubro. Esse é o sentimento predominante entre os aliados do governo, de acordo com nota divulgada por Davi Alcolumbre (União-AP) após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo a analista de política Edilene Lopes, apesar da sinalização para destravar temas importantes, a percepção entre os aliados é de cautela. “Embora haja sinalização para destravar essas pautas importantes para o governo, não significa que serão levadas até o final antes das eleições”, afirmou Edilene nesta sexta-feira (14).

Integrantes da base governista acreditam que a PEC do fim da escala 6×1, já encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça do Senado, pode avançar e até ser aprovada no colegiado antes das eleições. A votação no plenário do Senado, porém, deve ficar para depois do dia 5 de outubro.

Alcolumbre teria dito a integrantes da base que a previsão é que a votação ocorra somente após o pleito. “Se ele vai mudar de ideia, ninguém sabe, mas o sinal que ele deu é que vai iniciar a tramitação, mas ninguém pode dizer que vai terminar antes do processo eleitoral”, destacou a analista.

Cautela no PT e disputa no Senado

Apesar da melhora na relação entre as partes, Edilene ressaltou que membros do PT seguem cautelosos. “Petistas estão com o pé atrás, não sabem se exatamente vai acontecer o que o presidente Lula queria, mas o que sabem é que houve uma melhora na relação”, disse.

Do lado de Alcolumbre, há preocupação com a reeleição à presidência do Senado no ano que vem. Segundo a analista, petistas sinalizam a possibilidade de apoiar outro nome, como o de Helder Barbalho (MDB-PA). A direita também deve apresentar uma nova candidatura.

Edilene avaliou ainda que novas reuniões podem ser necessárias para que as pautas prioritárias do governo sejam efetivamente aprovadas, já que se trata de bandeiras de campanha do Executivo federal.

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