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Esporte

Casas Bahia fecha 298 lojas e pode demitir até 3.000

Casas Bahia fecha 298 lojas e demite até 3.000 funcionários em reestruturação.

15/08/2026 · 11h30
Casas Bahia fecha 298 lojas e pode demitir até 3.000

A rede anunciou corte de despesas após trimestres com prejuízo bilionário. Foram 600 demissões na quinta-feira (13) e outras 1.300 previstas para sexta-feira (14). Os cortes somam 6,7% do quadro e podem chegar a 3.000.

A Casas Bahia anunciou o fechamento de 298 lojas em todo o Brasil como parte de um plano de redução de despesas. A decisão foi divulgada após uma sequência de trimestres marcados por prejuízos bilionários, que reflete a situação financeira delicada da empresa.

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Na quinta-feira (13), foram comunicadas 600 demissões, e outras 1.300 estavam programadas para esta sexta-feira (14). Os desligamentos representam cerca de 6,7% do total de empregados da empresa, e o número pode chegar a 3.000, segundo as informações obtidas.

O fechamento das lojas corresponde a 28,7% do total de unidades da Casas Bahia no país. A empresa ainda não se manifestou sobre o plano de reestruturação, e um questionamento enviado não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado assim que houver posicionamento.

Endividamento e reestruturação

Os impactos financeiros da reestruturação ainda não estão claros, já que cortes dessa magnitude costumam gerar gastos iniciais significativos. A varejista enfrenta dificuldades em razão do endividamento da população, que reduziu o poder de compra.

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Em 2024, a Casas Bahia iniciou um processo de recuperação extrajudicial, resolvido por meio de negociações com credores. As elevadas despesas da empresa, porém, continuam a afetar o desempenho financeiro.

O canal digital tem sido um importante motor de vendas, sobretudo na comercialização via Mercado Livre, que registrou crescimento de 26% e impulsionou o faturamento bruto para R$ 8,8 bilhões, alta de 6,4%. O avanço on-line compensou a queda nas vendas do comércio físico e na plataforma de terceiros.

A rentabilidade sobre as vendas se manteve estável, com margem bruta em torno de 30,3%. A varejista, no entanto, tem enfrentado dificuldades ao adiar pagamentos a lojistas de seu marketplace e ao tentar estender prazos de pagamento à indústria.

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A rede anunciou corte de despesas após trimestres com prejuízo bilionário. Foram 600 demissões na quinta-feira (13) e outras 1.300 previstas para sexta-feira (14). Os cortes somam 6,7% do quadro e podem chegar a 3.000.

A Casas Bahia anunciou o fechamento de 298 lojas em todo o Brasil como parte de um plano de redução de despesas. A decisão foi divulgada após uma sequência de trimestres marcados por prejuízos bilionários, que reflete a situação financeira delicada da empresa.

Na quinta-feira (13), foram comunicadas 600 demissões, e outras 1.300 estavam programadas para esta sexta-feira (14). Os desligamentos representam cerca de 6,7% do total de empregados da empresa, e o número pode chegar a 3.000, segundo as informações obtidas.

O fechamento das lojas corresponde a 28,7% do total de unidades da Casas Bahia no país. A empresa ainda não se manifestou sobre o plano de reestruturação, e um questionamento enviado não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado assim que houver posicionamento.

Endividamento e reestruturação

Os impactos financeiros da reestruturação ainda não estão claros, já que cortes dessa magnitude costumam gerar gastos iniciais significativos. A varejista enfrenta dificuldades em razão do endividamento da população, que reduziu o poder de compra.

Em 2024, a Casas Bahia iniciou um processo de recuperação extrajudicial, resolvido por meio de negociações com credores. As elevadas despesas da empresa, porém, continuam a afetar o desempenho financeiro.

O canal digital tem sido um importante motor de vendas, sobretudo na comercialização via Mercado Livre, que registrou crescimento de 26% e impulsionou o faturamento bruto para R$ 8,8 bilhões, alta de 6,4%. O avanço on-line compensou a queda nas vendas do comércio físico e na plataforma de terceiros.

A rentabilidade sobre as vendas se manteve estável, com margem bruta em torno de 30,3%. A varejista, no entanto, tem enfrentado dificuldades ao adiar pagamentos a lojistas de seu marketplace e ao tentar estender prazos de pagamento à indústria.

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