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Policial

Receita lacra postos clandestinos e inativa 1.283 CNPJs em SP

Operação Bomba Oculta inicia em 28/08 na Grande São Paulo para lacrar postos clandestinos e inativar 1.283 CNPJs irregulares.

30/08/2026 · 16h30
Receita lacra postos clandestinos e inativa 1.283 CNPJs em SP

Operação conjunta da Receita Federal com Sefaz/SP, ANP, procuradorias e Polícia Civil começou na Grande São Paulo. As fiscalizações lacram postos clandestinos e inativam 1.283 CNPJs, com bloqueio imediato de contas e cadastros fiscais.

Órgãos federais e estaduais iniciaram na sexta-feira (28) a Operação Bomba Oculta, na Grande São Paulo, para lacrar postos clandestinos de combustíveis e inativar 1.283 CNPJs considerados irregulares. A ação foi coordenada pela Receita Federal e reuniu Sefaz/SP, ANP, procuradorias e Polícia Civil em fiscalizações de campo.

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Contas bloqueadas e notas fiscais suspensas

As contas bancárias apontadas como irregulares serão bloqueadas, o que impede a emissão de notas fiscais pelos estabelecimentos autuados.

A medida faz parte dos desdobramentos da Operação Carbono Oculto, realizada há um ano, e tem como objetivo sufocar redes que usavam postos sem autorização para movimentações financeiras e comerciais fora da lei.

Sonegação, adulteração e lavagem de dinheiro

As investigações indicaram que os postos irregulares eram usados em sonegação de impostos, adulteração de combustível e lavagem de dinheiro de organizações criminosas.

Além do prejuízo ao consumidor, a prática atinge os cofres públicos e as empresas que operam de forma regular no setor.

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Cruzamento de dados e novas regras

A operação combinou cruzamento de dados entre os órgãos e a interdição física dos pontos apontados como clandestinos.

Novos procedimentos da Receita Federal deram respaldo à ação ao permitir a declaração sumária de inaptidão do CNPJ de empresas que tiveram licenças cassadas por órgãos reguladores, o que acelera o bloqueio dos cadastros.

Segundo dados oficiais, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já revogou a autorização de mais de 10 mil postos no país desde 2019. Ainda assim, várias unidades seguiram funcionando de forma irregular com registros ativos.

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O que acontece agora

As fiscalizações de campo e as medidas administrativas continuam enquanto durar a operação, com foco na identificação de outros estabelecimentos irregulares.

Segundo as autoridades, os bloqueios seguem até que a situação cadastral dos pontos autuados seja regularizada ou definitivamente inativada. O balanço completo das autuações e dos CNPJs inativados será consolidado à medida que as ações avancem.

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Operação conjunta da Receita Federal com Sefaz/SP, ANP, procuradorias e Polícia Civil começou na Grande São Paulo. As fiscalizações lacram postos clandestinos e inativam 1.283 CNPJs, com bloqueio imediato de contas e cadastros fiscais.

Órgãos federais e estaduais iniciaram na sexta-feira (28) a Operação Bomba Oculta, na Grande São Paulo, para lacrar postos clandestinos de combustíveis e inativar 1.283 CNPJs considerados irregulares. A ação foi coordenada pela Receita Federal e reuniu Sefaz/SP, ANP, procuradorias e Polícia Civil em fiscalizações de campo.

Contas bloqueadas e notas fiscais suspensas

As contas bancárias apontadas como irregulares serão bloqueadas, o que impede a emissão de notas fiscais pelos estabelecimentos autuados.

A medida faz parte dos desdobramentos da Operação Carbono Oculto, realizada há um ano, e tem como objetivo sufocar redes que usavam postos sem autorização para movimentações financeiras e comerciais fora da lei.

Sonegação, adulteração e lavagem de dinheiro

As investigações indicaram que os postos irregulares eram usados em sonegação de impostos, adulteração de combustível e lavagem de dinheiro de organizações criminosas.

Além do prejuízo ao consumidor, a prática atinge os cofres públicos e as empresas que operam de forma regular no setor.

Cruzamento de dados e novas regras

A operação combinou cruzamento de dados entre os órgãos e a interdição física dos pontos apontados como clandestinos.

Novos procedimentos da Receita Federal deram respaldo à ação ao permitir a declaração sumária de inaptidão do CNPJ de empresas que tiveram licenças cassadas por órgãos reguladores, o que acelera o bloqueio dos cadastros.

Segundo dados oficiais, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já revogou a autorização de mais de 10 mil postos no país desde 2019. Ainda assim, várias unidades seguiram funcionando de forma irregular com registros ativos.

O que acontece agora

As fiscalizações de campo e as medidas administrativas continuam enquanto durar a operação, com foco na identificação de outros estabelecimentos irregulares.

Segundo as autoridades, os bloqueios seguem até que a situação cadastral dos pontos autuados seja regularizada ou definitivamente inativada. O balanço completo das autuações e dos CNPJs inativados será consolidado à medida que as ações avancem.

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