As entrevistas com presidenciáveis ocuparam a faixa nobre e, segundo relatos de bastidores, a semana foi negativa para a emissora. As informações são de fontes internas e não foram confirmadas oficialmente.
As entrevistas com os candidatos à Presidência ocuparam o horário nobre da emissora nesta semana, e a avaliação interna, segundo relatos de bastidores, foi de que o resultado ficou abaixo do esperado. As informações partem de fontes internas e não têm confirmação oficial da emissora.
De acordo com esses relatos, Renata Vasconcellos falou por cima dos entrevistados em vários momentos e demonstrou nervosismo, com percepção de dependência excessiva do ponto eletrônico. A avaliação sobre César Tralli apontou perda de foco diante do material e momentos de insegurança. Nos dois casos, a leitura interna foi de que faltou pulso na condução.
Tom de enfrentamento
Ainda segundo as mesmas fontes, ao tentar compensar a insegurança, os dois apresentadores adotaram um tom de enfrentamento considerado desnecessário em determinados trechos, o que acabou reforçando as críticas sobre a condução dos blocos ao vivo.
O comentário do humorista Paulo Vieira, contratado da própria emissora, sobre a entrevista com Flávio Bolsonaro nas redes sociais repercutiu observações que já circulavam internamente. A avaliação foi de que faltou firmeza diante de respostas que pediam intervenção mais incisiva.
Candidatos também no alvo
Os relatos internos registram ainda que os candidatos não colaboraram para o bom andamento das sabatinas, com momentos de despreparo em diferentes participações. Mesmo assim, as críticas não isentam a emissora da responsabilidade pela condução de entrevistas desse porte.
Para um eventual segundo turno, a emissora escalou Renata Lo Prete, jornalista com longa experiência nesse tipo de confronto e postura considerada mais segura diante de políticos.
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