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Alanis Morissette processa ex-gerente por suposta chantagem e fraude

Alanis Morissette entrou na Justiça nos EUA contra ex-gerente, acusando-a de chantagem, fraude e extorsão após episódios na turnê de 2025.

01/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h23
Alanis Morissette processa ex-gerente por suposta chantagem e fraude

Alanis Morissette entrou com ação nos EUA em 1º de setembro contra Keren Urinov, acusada de fraude e extorsão ligadas à turnê de 2025. A executiva israelense, ex-chefe de operações da Live Nation em Israel, teria iniciado o esquema em julho.

A cantora Alanis Morissette abriu ação judicial nos Estados Unidos contra a ex-gerente de turnê Keren Urinov, acusando-a de fraude e extorsão. A petição foi protocolada em 1º de setembro e narra um suposto esquema de chantagem ligado a eventos ocorridos durante a turnê de 2025.

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Segundo a ação, Urinov, executiva israelense do setor de música ao vivo que atuou por nove anos como chefe das operações da Live Nation em Israel, foi contratada por Morissette em 2025 para gerenciar a turnê naquele verão. Os problemas teriam começado durante uma viagem da equipe, em julho de 2025, quando Urinov foi interrogada em um aeroporto do Reino Unido por portar uma bolsa com maconha e xilazina.

O processo descreve uma sequência de comunicações que teriam sido enviadas pela ex-gerente após o término da turnê. As mensagens, classificadas na petição como ameaças de divulgar às autoridades britânicas que as drogas pertenceriam à cantora, teriam sido condicionadas à assinatura de um contrato de 15 anos, em tempo integral, com remuneração elevada.

No documento judicial, redigido pelo advogado especializado em entretenimento Howard King, consta:

“Morissette não vai concordar em trabalhar com uma chantagista incompetente pelos próximos 15 anos nem pagar um resgate sob ameaça. Ela não tem escolha a não ser processá-la.”

O texto aponta ainda que, além da alegada tentativa de extorsão, Urinov teria sido uma “péssima gerente” durante a turnê de 2025 e que um erro na reserva de um hotel causou prejuízo estimado em US$ 70 mil à produção.

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A própria petição afirma:

“Morissette não tem interesse em contratar Urinov por 15 anos, não apenas porque ela é uma chantagista, mas também porque foi uma péssima gerente da turnê de 2025.”

De acordo com a ação, a cantora busca na Justiça uma indenização pelos supostos atos praticados pela ex-gerente e pretende, com o processo, expor o comportamento atribuído a Urinov e responsabilizá-la judicialmente. Na petição consta também:

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“[A ação] busca expor o esquema de Urinov e responsabilizá-la.”

O registro judicial aponta ainda que Urinov moveu recentemente uma ação contra Morissette em Londres, datada de 19 de agosto, classificada nos autos como uma disputa relacionada a “mídia e comunicações”; detalhes adicionais sobre esse caso não foram divulgados. O escritório de advocacia que representa Urinov não respondeu ao pedido de comentário.

O processo agora seguirá seu curso nos tribunais dos Estados Unidos, enquanto as partes envolvidas lidam com as ações paralelas mencionadas nos registros judiciais.

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Alanis Morissette entrou com ação nos EUA em 1º de setembro contra Keren Urinov, acusada de fraude e extorsão ligadas à turnê de 2025. A executiva israelense, ex-chefe de operações da Live Nation em Israel, teria iniciado o esquema em julho.

A cantora Alanis Morissette abriu ação judicial nos Estados Unidos contra a ex-gerente de turnê Keren Urinov, acusando-a de fraude e extorsão. A petição foi protocolada em 1º de setembro e narra um suposto esquema de chantagem ligado a eventos ocorridos durante a turnê de 2025.

Segundo a ação, Urinov, executiva israelense do setor de música ao vivo que atuou por nove anos como chefe das operações da Live Nation em Israel, foi contratada por Morissette em 2025 para gerenciar a turnê naquele verão. Os problemas teriam começado durante uma viagem da equipe, em julho de 2025, quando Urinov foi interrogada em um aeroporto do Reino Unido por portar uma bolsa com maconha e xilazina.

O processo descreve uma sequência de comunicações que teriam sido enviadas pela ex-gerente após o término da turnê. As mensagens, classificadas na petição como ameaças de divulgar às autoridades britânicas que as drogas pertenceriam à cantora, teriam sido condicionadas à assinatura de um contrato de 15 anos, em tempo integral, com remuneração elevada.

No documento judicial, redigido pelo advogado especializado em entretenimento Howard King, consta:

“Morissette não vai concordar em trabalhar com uma chantagista incompetente pelos próximos 15 anos nem pagar um resgate sob ameaça. Ela não tem escolha a não ser processá-la.”

O texto aponta ainda que, além da alegada tentativa de extorsão, Urinov teria sido uma “péssima gerente” durante a turnê de 2025 e que um erro na reserva de um hotel causou prejuízo estimado em US$ 70 mil à produção.

A própria petição afirma:

“Morissette não tem interesse em contratar Urinov por 15 anos, não apenas porque ela é uma chantagista, mas também porque foi uma péssima gerente da turnê de 2025.”

De acordo com a ação, a cantora busca na Justiça uma indenização pelos supostos atos praticados pela ex-gerente e pretende, com o processo, expor o comportamento atribuído a Urinov e responsabilizá-la judicialmente. Na petição consta também:

“[A ação] busca expor o esquema de Urinov e responsabilizá-la.”

O registro judicial aponta ainda que Urinov moveu recentemente uma ação contra Morissette em Londres, datada de 19 de agosto, classificada nos autos como uma disputa relacionada a “mídia e comunicações”; detalhes adicionais sobre esse caso não foram divulgados. O escritório de advocacia que representa Urinov não respondeu ao pedido de comentário.

O processo agora seguirá seu curso nos tribunais dos Estados Unidos, enquanto as partes envolvidas lidam com as ações paralelas mencionadas nos registros judiciais.

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