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Danilo Cutrim sobe ao palco com Di Ferrero no Rock in Rio e comenta ‘Neon’

Danilo Cutrim participou do Rock in Rio 2026, falou sobre dividir o Palco Sunset com Di Ferrero e sobre o novo álbum 'Neon', que revisita os anos 80.

04/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h57
Danilo Cutrim sobe ao palco com Di Ferrero no Rock in Rio e comenta ‘Neon’

Danilo Cutrim participou do show de Di Ferrero no festival e brincou: 'I’m home, baby'. Ele destacou a parceria com o vocalista do NX Zero, a trajetória comum desde os anos 2000 e o álbum 'Neon'.

Danilo Cutrim participou do show de Di Ferrero no Rock in Rio 2026, nesta sexta-feira (4), na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. O músico comentou a parceria com o vocalista do NX Zero, a trajetória que ambos construíram em paralelo desde os anos 2000 e o lançamento de seu segundo álbum solo, Neon.

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Ao voltar ao Rio para o festival, Cutrim fez uma brincadeira sobre a sensação de estar no palco.

“Eu tô em casa. I’m home, baby”

Ele afirmou que o convite de Di Ferrero representa a continuidade de uma relação iniciada ainda no começo das carreiras dos dois, quando Cutrim integrava o Forfun e Ferrero liderava o NX Zero.

“É um cara que eu admiro há muito tempo. A gente começou nossas trajetórias bem juntinhos, bem paralelos, nos anos 2000. Ele com NX Zero, eu com Forfun, e seguimos aí”

Atualmente à frente do Braza, Cutrim mantém também a carreira solo. Segundo o próprio músico, o convite de Di Ferrero se encaixou naturalmente nesse momento de sua trajetória — os dois já haviam dividido o palco anteriormente durante a turnê solo do cantor.

“Eu tô com Braza atualmente, mas ele na carreira solo linda dele e eu na minha carreira solo também. Então, esse convite caiu como uma luva”

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Neon é o segundo disco de estúdio da carreira solo de Cutrim, sucedendo Azul. O álbum parte de referências afetivas ligadas à música brasileira dos anos 1980, período que marcou a formação musical do artista. O músico explicou que o trabalho é uma retomada dessas influências e que busca uma sonoridade mais dançante e descontraída.

“É um disco de memória afetiva. Eu cresci nos anos 80 no balanço de Sandra de Sá, Tim Maia. Tenho essas referências e ouço muito até hoje”

Cutrim destacou que a proposta do álbum visa criar uma atmosfera para curtir e celebrar momentos informais.

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“Tentei juntar e fazer essas músicas gostosas para balançar, para curtir, para tomar um vinho”

Ao comentar a diversidade de projetos em que atua, ele ressaltou a ausência de separação rígida entre as diferentes vertentes musicais que explora — do pop dançante do trabalho solo às referências do Braza. Para Cutrim, o critério principal para transitar entre estilos é a conexão pessoal com o que está sendo produzido.

“Acho importante fazer o que você ama, que é genuíno. Meu norte é sempre fazer o que eu tô apaixonado”

Ele completou falando sobre a naturalidade de assumir diferentes linguagens musicais conforme a inspiração: “Se for o rock and roll, eu estarei fazendo mais rock and roll. Se for o balanço, a gente bota a camisa polo e faz. Se for o axé, também. Amo. Acho que o importante é só ser apaixonado e ser genuíno”.

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Danilo Cutrim participou do show de Di Ferrero no festival e brincou: 'I’m home, baby'. Ele destacou a parceria com o vocalista do NX Zero, a trajetória comum desde os anos 2000 e o álbum 'Neon'.

Danilo Cutrim participou do show de Di Ferrero no Rock in Rio 2026, nesta sexta-feira (4), na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. O músico comentou a parceria com o vocalista do NX Zero, a trajetória que ambos construíram em paralelo desde os anos 2000 e o lançamento de seu segundo álbum solo, Neon.

Ao voltar ao Rio para o festival, Cutrim fez uma brincadeira sobre a sensação de estar no palco.

“Eu tô em casa. I’m home, baby”

Ele afirmou que o convite de Di Ferrero representa a continuidade de uma relação iniciada ainda no começo das carreiras dos dois, quando Cutrim integrava o Forfun e Ferrero liderava o NX Zero.

“É um cara que eu admiro há muito tempo. A gente começou nossas trajetórias bem juntinhos, bem paralelos, nos anos 2000. Ele com NX Zero, eu com Forfun, e seguimos aí”

Atualmente à frente do Braza, Cutrim mantém também a carreira solo. Segundo o próprio músico, o convite de Di Ferrero se encaixou naturalmente nesse momento de sua trajetória — os dois já haviam dividido o palco anteriormente durante a turnê solo do cantor.

“Eu tô com Braza atualmente, mas ele na carreira solo linda dele e eu na minha carreira solo também. Então, esse convite caiu como uma luva”

Neon é o segundo disco de estúdio da carreira solo de Cutrim, sucedendo Azul. O álbum parte de referências afetivas ligadas à música brasileira dos anos 1980, período que marcou a formação musical do artista. O músico explicou que o trabalho é uma retomada dessas influências e que busca uma sonoridade mais dançante e descontraída.

“É um disco de memória afetiva. Eu cresci nos anos 80 no balanço de Sandra de Sá, Tim Maia. Tenho essas referências e ouço muito até hoje”

Cutrim destacou que a proposta do álbum visa criar uma atmosfera para curtir e celebrar momentos informais.

“Tentei juntar e fazer essas músicas gostosas para balançar, para curtir, para tomar um vinho”

Ao comentar a diversidade de projetos em que atua, ele ressaltou a ausência de separação rígida entre as diferentes vertentes musicais que explora — do pop dançante do trabalho solo às referências do Braza. Para Cutrim, o critério principal para transitar entre estilos é a conexão pessoal com o que está sendo produzido.

“Acho importante fazer o que você ama, que é genuíno. Meu norte é sempre fazer o que eu tô apaixonado”

Ele completou falando sobre a naturalidade de assumir diferentes linguagens musicais conforme a inspiração: “Se for o rock and roll, eu estarei fazendo mais rock and roll. Se for o balanço, a gente bota a camisa polo e faz. Se for o axé, também. Amo. Acho que o importante é só ser apaixonado e ser genuíno”.

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