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Smartphones e Acessórios

iPhone 18 Pro traz abertura variável mecânica com quatro níveis

iPhone 18 Pro traz de volta a abertura variável mecânica, ampliada para quatro níveis (f/1.8 a f/4); Samsung havia usado o recurso em 2018 e depois o abandonou.

10/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h32
iPhone 18 Pro traz abertura variável mecânica com quatro níveis

O novo modelo da Apple resgata a abertura variável mecânica e a aprimora: são quatro níveis entre f/1.8 e f/4, oferecendo mais controle ao fotógrafo. A ideia lembra os Galaxy S9/S10, que tinham só duas posições.

A Apple resgatou no iPhone 18 Pro uma tecnologia de abertura variável mecânica na câmera que a Samsung apresentou nos celulares há quase uma década e deixou de usar posteriormente. A solução, que apareceu no Galaxy S9 em 2018 e permaneceu no Galaxy S10, desapareceu das linhas seguintes da fabricante sul-coreana.

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A diferença, segundo os dados técnicos divulgados, é que a Apple evoluiu a ideia: enquanto os Galaxy S9 e S10 alternavam entre duas posições de abertura — f/1.5 e f/2.4 — o iPhone 18 Pro permitirá quatro níveis de abertura, entre f/1.8 e f/4. Isso dará ao usuário mais controle sobre a quantidade de luz que entra pela lente e sobre a profundidade de campo.

Na prática, a abertura define quanto de luz chega ao sensor. Números f menores representam aberturas maiores; uma configuração como f/1.8 deixa entrar mais luz, sendo útil em ambientes escuros e tendendo a produzir maior desfoque do fundo. Ao fechar o diafragma para f/4, menos luz alcança o sensor, mas a profundidade de campo aumenta, mantendo mais elementos da cena nítidos — característica importante para paisagens ou fotos de grupo.

No Galaxy S9, a abertura f/1.5 favorecia capturas em baixa luminosidade, enquanto a f/2.4 ajudava em cenas muito iluminadas e ampliava a profundidade de campo. A Samsung implementava isso por meio de um diafragma físico com componentes móveis no módulo da câmera; o mecanismo alterava o tamanho da abertura para selecionar entre os dois valores disponíveis.

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A tecnologia esteve presente também no Galaxy S10, mas a fabricante passou a não incluir mais a solução a partir da geração Galaxy S20. Desde então, a estratégia da marca privilegiou sensores maiores, múltiplas câmeras e fotografia computacional para controlar exposição, ruído, HDR e sensação de profundidade.

A companhia não divulgou uma razão única para eliminar a abertura variável, mas analistas apontam que o mecanismo mecânico adiciona custo, complexidade e peças móveis a um módulo que precisa ser extremamente compacto. Além disso, com o avanço do processamento computacional, muitos dos benefícios começaram a ser reproduzidos por software.

No iPhone 18 Pro, a Apple utiliza um mecanismo com seis lâminas controladas por um rotor para modificar fisicamente a abertura. Em vez de alternar apenas entre dois extremos, o aparelho oferece quatro posições, permitindo um equilíbrio mais preciso entre luminosidade e profundidade de campo. O recurso combina o ajuste óptico real com processamento computacional moderno, preservando efeitos que o software às vezes não consegue replicar por completo.

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Embora a Apple não tenha sido pioneira na ideia, a adoção e a ampliação do conceito devolvem ao mercado uma solução mecânica que havia sido deixada de lado por fabricantes que apostaram em outras abordagens técnicas.

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O novo modelo da Apple resgata a abertura variável mecânica e a aprimora: são quatro níveis entre f/1.8 e f/4, oferecendo mais controle ao fotógrafo. A ideia lembra os Galaxy S9/S10, que tinham só duas posições.

A Apple resgatou no iPhone 18 Pro uma tecnologia de abertura variável mecânica na câmera que a Samsung apresentou nos celulares há quase uma década e deixou de usar posteriormente. A solução, que apareceu no Galaxy S9 em 2018 e permaneceu no Galaxy S10, desapareceu das linhas seguintes da fabricante sul-coreana.

A diferença, segundo os dados técnicos divulgados, é que a Apple evoluiu a ideia: enquanto os Galaxy S9 e S10 alternavam entre duas posições de abertura — f/1.5 e f/2.4 — o iPhone 18 Pro permitirá quatro níveis de abertura, entre f/1.8 e f/4. Isso dará ao usuário mais controle sobre a quantidade de luz que entra pela lente e sobre a profundidade de campo.

Na prática, a abertura define quanto de luz chega ao sensor. Números f menores representam aberturas maiores; uma configuração como f/1.8 deixa entrar mais luz, sendo útil em ambientes escuros e tendendo a produzir maior desfoque do fundo. Ao fechar o diafragma para f/4, menos luz alcança o sensor, mas a profundidade de campo aumenta, mantendo mais elementos da cena nítidos — característica importante para paisagens ou fotos de grupo.

No Galaxy S9, a abertura f/1.5 favorecia capturas em baixa luminosidade, enquanto a f/2.4 ajudava em cenas muito iluminadas e ampliava a profundidade de campo. A Samsung implementava isso por meio de um diafragma físico com componentes móveis no módulo da câmera; o mecanismo alterava o tamanho da abertura para selecionar entre os dois valores disponíveis.

A tecnologia esteve presente também no Galaxy S10, mas a fabricante passou a não incluir mais a solução a partir da geração Galaxy S20. Desde então, a estratégia da marca privilegiou sensores maiores, múltiplas câmeras e fotografia computacional para controlar exposição, ruído, HDR e sensação de profundidade.

A companhia não divulgou uma razão única para eliminar a abertura variável, mas analistas apontam que o mecanismo mecânico adiciona custo, complexidade e peças móveis a um módulo que precisa ser extremamente compacto. Além disso, com o avanço do processamento computacional, muitos dos benefícios começaram a ser reproduzidos por software.

No iPhone 18 Pro, a Apple utiliza um mecanismo com seis lâminas controladas por um rotor para modificar fisicamente a abertura. Em vez de alternar apenas entre dois extremos, o aparelho oferece quatro posições, permitindo um equilíbrio mais preciso entre luminosidade e profundidade de campo. O recurso combina o ajuste óptico real com processamento computacional moderno, preservando efeitos que o software às vezes não consegue replicar por completo.

Embora a Apple não tenha sido pioneira na ideia, a adoção e a ampliação do conceito devolvem ao mercado uma solução mecânica que havia sido deixada de lado por fabricantes que apostaram em outras abordagens técnicas.

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