O novo vídeo de gameplay de Ocarina of Time destaca mudanças sutis que podem alterar a experiência clássica. Das mecânicas ao inventário, os ajustes visíveis neste vídeo prometem dividir fãs do N64.
O primeiro trailer de gameplay do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time trouxe à tona diferenças claras em relação ao original de 1998. Além do salto gráfico, o vídeo destaca novas mecânicas e ajustes que prometem alterar a experiência mesmo para quem conheceu o jogo no Nintendo 64. Ainda é cedo para avaliar o impacto final, mas as alterações mostradas tendem a dividir opiniões entre os jogadores.
10 detalhes que passaram despercebidos no trailer
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10. Inventário renovado
O trailer evidencia uma mudança no sistema de inventário. Ao contrário do original, que exigia pausar e navegar por menus com diversos botões, a versão para Switch 2 adiciona menus de acesso rápido semelhantes aos vistos em Breath of the Wild (2017) e Tears of the Kingdom (2023), agilizando a troca de armas, magias e itens durante a exploração.
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9. Mudanças nas masmorras
A apresentação deixou claro que o remake não será idêntico ao jogo de 1998. Em algumas masmorras, há alterações de elementos de cenário: na Deku Tree, por exemplo, plataformas deram lugar a uma ponte de madeira que pode quebrar; também aparecem mais elementos interativos na tela, tornando a navegação mais intuitiva. Recursos que existiram na versão de 3DS do Water Temple parecem ter sido reaplicados para o Switch 2.
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8. Enriquecimento da franquia
Hyrule Field exibe detalhes espalhados pelo cenário que fazem referências a outros jogos da série. O Temple of Time, que já surgiu em Breath of the Wild, volta a aparecer com estátuas e construções que parecem resistir ao tempo e remeter a títulos anteriores — há indícios visuais que podem remeter, por exemplo, a elementos de Skyward Sword (2011).
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7. Limite de Rupees
O limite de Rupees mostrado no trailer subiu em relação ao original. No jogo de 1998, o herói carregava até 99 rupees inicialmente — número que podia chegar a 200 com expansões e a 500 via missão das Gold Skulltulas. No material mostrado, o limite base aparece aumentado para 200. Não foi esclarecido se essa alteração valerá para a versão final ou apenas para a build exibida.
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6. Texturas diferentes nos trajes de Link
O remake exibe variações mais detalhadas nas texturas dos trajes. Além da alteração na cor, cada roupa traz agora detalhes visuais distintos: o traje azul mostra símbolos no gorro e na blusa, enquanto o vermelho apresenta texturas e marcações próprias durante a exploração do Fire Temple.
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5. Cantarolar muda tudo
Uma novidade apresentada é a possibilidade de usar o microfone para cantarolar as músicas tocadas na Ocarina, com o game identificando a melodia. O original de 1998 não teve essa função por ter sido lançado em novembro, antes da chegada do Voice Recognition Unit (VRU) em dezembro daquele ano — portanto, jogos como Hey, Pikachu puderam aproveitar o microfone, enquanto os fãs de Link não.
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4. O tempo e Majora’s Mask
O material mostra mudanças relacionadas ao ciclo de dia e noite em áreas urbanas ao redor do castelo de Hyrule. No jogo de 1998, a mecânica era congelada ao entrar em certas áreas; no remake, é possível ver transições do sol ao entardecer e à noite dentro do distrito, o que pode ser interpretado como um aceno para os fãs de Majora’s Mask.
O trailer, portanto, destaca tanto modernizações de interface quanto ajustes de design que alteram a percepção de exploração, inventário e ambientação. Algumas dessas mudanças já foram vistas em versões intermediárias ou remakes anteriores da franquia; outras sugerem um trabalho de adaptação que busca equilibrar nostalgia e conveniências modernas. Resta acompanhar futuras revelações para confirmar quais alterações se manterão até o lançamento e como elas afetarão a experiência completa.








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