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Mumford & Sons volta ao Brasil e emociona público no Rock in Rio

Mumford and Sons voltou ao Brasil após dez anos e fez show no Rock in Rio com clássicos e músicas do disco Prizefighter, lançado em fevereiro.

13/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h45
Mumford & Sons volta ao Brasil e emociona público no Rock in Rio

Depois de dez anos sem shows no país, a banda liderada por Marcus Mumford subiu ao palco principal do festival. Marcus disse que o Lollapalooza anterior continua sendo o favorito e celebrou o reencontro com o público.

Em um dia marcado por ritmos variados no Rock in Rio — com apresentações de Demi Lovato, Gilsons, Daniela Mercury, Olodum e J Balvin — o festival também trouxe ao palco principal o indie-folk do Mumford and Sons. A banda, liderada por Marcus Mumford, não vinha ao Brasil havia dez anos.

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A primeira e única passagem anterior do grupo pelo país foi no Lollapalooza. Marcus confessou que aquele show continua sendo o favorito do grupo e manifestou alívio e expectativa pela volta ao Brasil.

“É um alívio volta. Nós nos esforçamos muito para fazer isso acontecer antes, e não conseguimos”

“Estamos muito animados”

No palco, o sentimento dos músicos se traduziu em um set que mesclou clássicos e recentes lançamentos. A banda abriu a apresentação com “Little Lion Man”, uma das faixas mais reconhecidas do repertório, e seguiu com sucessos como “White Blank Page” e “The Cave”.

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O público, diverso em idades, acompanhou com palmas e cantos; havia até crianças cantando as letras. A plateia foi descrita como calorosa e receptiva, e a banda aparentou estar feliz em rever a plateia brasileira. Durante boa parte do show fez calor, mas uma garoa fina começou pouco antes da execução de “Rushmere”, faixa cuja letra inclui referências à magia da chuva.

Além dos hits mais antigos, o grupo incluiu no repertório singles do disco Prizefighter, lançado em fevereiro deste ano. Em declaração sobre a apresentação, Ben Lovett, tecladista, afirmou que a intenção era apresentar a história do disco ao público sem abrir mão de novidades.

“Vamos fazer o melhor que pudemos”

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O resultado foi uma apresentação que conciliou a nostalgia de uma banda que retorna ao país após uma década com a demonstração de que mantém um som atual e vigoroso. A escolha de canções e a execução mostraram um Mumford and Sons alinhado e atento à potência do repertório antigo e ao frescor do material mais recente.

No balanço do dia, a passagem do Mumford and Sons se destacou entre atrações de estilos diversos, confirmando a capacidade do grupo de dialogar com plateias amplas e de diferentes perfis em palcos de grande porte.

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Depois de dez anos sem shows no país, a banda liderada por Marcus Mumford subiu ao palco principal do festival. Marcus disse que o Lollapalooza anterior continua sendo o favorito e celebrou o reencontro com o público.

Em um dia marcado por ritmos variados no Rock in Rio — com apresentações de Demi Lovato, Gilsons, Daniela Mercury, Olodum e J Balvin — o festival também trouxe ao palco principal o indie-folk do Mumford and Sons. A banda, liderada por Marcus Mumford, não vinha ao Brasil havia dez anos.

A primeira e única passagem anterior do grupo pelo país foi no Lollapalooza. Marcus confessou que aquele show continua sendo o favorito do grupo e manifestou alívio e expectativa pela volta ao Brasil.

“É um alívio volta. Nós nos esforçamos muito para fazer isso acontecer antes, e não conseguimos”

“Estamos muito animados”

No palco, o sentimento dos músicos se traduziu em um set que mesclou clássicos e recentes lançamentos. A banda abriu a apresentação com “Little Lion Man”, uma das faixas mais reconhecidas do repertório, e seguiu com sucessos como “White Blank Page” e “The Cave”.

O público, diverso em idades, acompanhou com palmas e cantos; havia até crianças cantando as letras. A plateia foi descrita como calorosa e receptiva, e a banda aparentou estar feliz em rever a plateia brasileira. Durante boa parte do show fez calor, mas uma garoa fina começou pouco antes da execução de “Rushmere”, faixa cuja letra inclui referências à magia da chuva.

Além dos hits mais antigos, o grupo incluiu no repertório singles do disco Prizefighter, lançado em fevereiro deste ano. Em declaração sobre a apresentação, Ben Lovett, tecladista, afirmou que a intenção era apresentar a história do disco ao público sem abrir mão de novidades.

“Vamos fazer o melhor que pudemos”

O resultado foi uma apresentação que conciliou a nostalgia de uma banda que retorna ao país após uma década com a demonstração de que mantém um som atual e vigoroso. A escolha de canções e a execução mostraram um Mumford and Sons alinhado e atento à potência do repertório antigo e ao frescor do material mais recente.

No balanço do dia, a passagem do Mumford and Sons se destacou entre atrações de estilos diversos, confirmando a capacidade do grupo de dialogar com plateias amplas e de diferentes perfis em palcos de grande porte.

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