No Memorial da América Latina, ação montada pela marca trouxe discos, DJ sets e distribuição de bebidas geladas durante a 12ª edição do Coala. O espaço virou ponto de encontro entre shows e o público.
Em um fim de semana que reuniu nomes como Maria Bethânia, Emicida, João Gomes, Tom Zé, Criolo, Luedji Luna e Ana Frango Elétrico, a 12ª edição do Coala Festival colocou a música no centro da experiência — e também nos caminhos entre um palco e outro. A edição aconteceu nos dias 12 e 13 de setembro, em São Paulo, e tomou o Memorial da América Latina como um dos pontos de encontro.
Nesse cenário, a ação Sprite On Air instalou um espaço dedicado ao universo do vinil dentro do festival. Com discos, DJ sets e distribuição de bebida gelada, a ativação funcionou como um ponto de passagem e de permanência para quem circulava pelo evento, procurava uma pausa ou optava por ficar para ouvir mais uma faixa.
Ao longo dos dois dias, DJs como Nyack e Vivian Marques se revezaram no local com sets pensados para acompanhar o fluxo do público e criar uma trilha paralela à programação dos palcos. A proposta do Sprite On Air não foi disputar a atenção dos grandes shows, mas se aproximar da circulação natural do público, oferecendo uma alternativa sonora e um espaço de convivência.
O vinil atuou como elemento visual e sonoro, marcando presença física e simbólica no ambiente do festival. A presença de discos e da curadoria dos DJs trouxe uma atmosfera intimista em meio à diversidade de linguagens e gerações que compuseram a programação do Coala.
Além da música, a ativação integrava a distribuição de bebida gelada, buscando combinar refrescância e cultura urbana. Esse formato segue uma experiência já levada a outros eventos, em que a ideia da Rádio Sprite funcionou como uma pista intimista dedicada à música eletrônica, adaptada aqui ao universo plural do Coala.
No balanço da ação, o Sprite On Air se configurou como um ponto de respiro dentro da agenda do festival: não interrompeu o ritmo dos shows, mas alterou a forma de vivê-los, oferecendo encontros improvisados, descobertas sonoras e um ponto de descanso entre atrações.
O espaço reafirmou a convergência entre diferentes tempos e cenas da música brasileira e a capacidade de intervenções de marca trazerem novas formas de fruição ao público nos corredores e áreas de convivência do evento.
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