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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Motoristas da 99 param em Guanambi e exigem aumento do valor por km

Motoristas da 99 paralisaram atividades em Guanambi em 16/09 e pedem revisão: R$ 1,10/km, segundo os trabalhadores, não cobre custos.

16/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h58
Motoristas da 99 param em Guanambi e exigem aumento do valor por km

Na manhã de 16/09, dezenas de motoristas da 99 paralisaram atividades na praça do Centro Administrativo de Guanambi. Eles exigem reajuste por quilômetro, afirmando que as tarifas atuais não cobrem custos.

Motoristas que trabalham por meio da plataforma 99 em Guanambi paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira, 16 de setembro, em protesto contra os valores pagos pelas corridas. Dezenas de trabalhadores se concentraram na praça do Centro Administrativo Municipal, ao lado da Câmara de Vereadores, e cobraram revisão da remuneração praticada pela plataforma.

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O grupo reivindicou um reajuste no valor pago por quilômetro rodado. Segundo os motoristas, a quantia recebida atualmente pelas viagens não seria suficiente para cobrir os custos relacionados à prestação do serviço, principalmente combustível, manutenção dos veículos, pneus, óleo, peças e outros gastos recorrentes.

“O valor pago pela 99, de R$ 1,10 por quilômetro, não compensa e não cobre sequer o custo do combustível do veículo. Temos ainda as despesas com manutenção e estamos reivindicando que a plataforma reveja essa remuneração”, afirmou Tarcísio.

A principal reivindicação apresentada durante a paralisação foi a elevação do valor recebido pelos condutores a cada quilômetro percorrido. Os trabalhadores argumentaram que, além do combustível utilizado durante as viagens, os motoristas precisam arcar diretamente com todos os custos de operação dos veículos e que, na avaliação do grupo, esses gastos reduziram a margem obtida com as corridas realizadas pelo aplicativo.

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Durante o protesto, motoristas deixaram de aceitar corridas como forma de chamar a atenção para a situação e cobrar uma resposta da empresa responsável pela plataforma. Segundo os participantes, a adoção da paralisação teve como objetivo pressionar por um posicionamento formal que contemple a revisão do valor por quilômetro.

A 99 iniciou suas operações em Guanambi em maio de 2026. Desde então, o aplicativo passou a oferecer alternativas de transporte individual no município tanto por automóveis quanto por motocicletas. De acordo com informações repassadas pelos próprios trabalhadores, cerca de 150 motoristas de automóveis estão cadastrados atualmente para atuar pela plataforma em Guanambi.

Além do serviço com carros, a empresa disponibiliza a modalidade de transporte por motocicleta na cidade. A mobilização desta quarta-feira ocorre pouco mais de quatro meses após o início das operações da plataforma no município e representa a primeira manifestação pública de maior alcance dos motoristas locais relacionada à remuneração das corridas.

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Nas informações disponíveis sobre o protesto, não foram apresentadas declarações da 99 a respeito das reivindicações feitas pelos trabalhadores. O movimento reuniu dezenas de profissionais e chamou atenção para a discussão sobre custeio da atividade e remuneração por quilômetro na cidade.

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Na manhã de 16/09, dezenas de motoristas da 99 paralisaram atividades na praça do Centro Administrativo de Guanambi. Eles exigem reajuste por quilômetro, afirmando que as tarifas atuais não cobrem custos.

Motoristas que trabalham por meio da plataforma 99 em Guanambi paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira, 16 de setembro, em protesto contra os valores pagos pelas corridas. Dezenas de trabalhadores se concentraram na praça do Centro Administrativo Municipal, ao lado da Câmara de Vereadores, e cobraram revisão da remuneração praticada pela plataforma.

O grupo reivindicou um reajuste no valor pago por quilômetro rodado. Segundo os motoristas, a quantia recebida atualmente pelas viagens não seria suficiente para cobrir os custos relacionados à prestação do serviço, principalmente combustível, manutenção dos veículos, pneus, óleo, peças e outros gastos recorrentes.

“O valor pago pela 99, de R$ 1,10 por quilômetro, não compensa e não cobre sequer o custo do combustível do veículo. Temos ainda as despesas com manutenção e estamos reivindicando que a plataforma reveja essa remuneração”, afirmou Tarcísio.

A principal reivindicação apresentada durante a paralisação foi a elevação do valor recebido pelos condutores a cada quilômetro percorrido. Os trabalhadores argumentaram que, além do combustível utilizado durante as viagens, os motoristas precisam arcar diretamente com todos os custos de operação dos veículos e que, na avaliação do grupo, esses gastos reduziram a margem obtida com as corridas realizadas pelo aplicativo.

Durante o protesto, motoristas deixaram de aceitar corridas como forma de chamar a atenção para a situação e cobrar uma resposta da empresa responsável pela plataforma. Segundo os participantes, a adoção da paralisação teve como objetivo pressionar por um posicionamento formal que contemple a revisão do valor por quilômetro.

A 99 iniciou suas operações em Guanambi em maio de 2026. Desde então, o aplicativo passou a oferecer alternativas de transporte individual no município tanto por automóveis quanto por motocicletas. De acordo com informações repassadas pelos próprios trabalhadores, cerca de 150 motoristas de automóveis estão cadastrados atualmente para atuar pela plataforma em Guanambi.

Além do serviço com carros, a empresa disponibiliza a modalidade de transporte por motocicleta na cidade. A mobilização desta quarta-feira ocorre pouco mais de quatro meses após o início das operações da plataforma no município e representa a primeira manifestação pública de maior alcance dos motoristas locais relacionada à remuneração das corridas.

Nas informações disponíveis sobre o protesto, não foram apresentadas declarações da 99 a respeito das reivindicações feitas pelos trabalhadores. O movimento reuniu dezenas de profissionais e chamou atenção para a discussão sobre custeio da atividade e remuneração por quilômetro na cidade.

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