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Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Economia

Governo reajusta Bolsa Família em 15%; pagamentos mudam em outubro

Governo reajusta Bolsa Família em 15%; mínimo sobe para R$ 691 e média para R$ 777, com efeitos financeiros a partir de 1º de outubro.

21/09/2026 · 10h25
Governo reajusta Bolsa Família em 15%; pagamentos mudam em outubro

O benefício terá aumento conforme INPC entre mar/23 e ago/26 e foi oficializado por decreto. O piso sobe para R$ 691 e a média passa a R$ 777; efeitos financeiros ocorrem em 1º de outubro.

O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, índice que corresponde à variação inflacionária medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. Com o aumento, o valor mínimo do benefício ficará em R$ 691 e o valor médio pago chegará a R$ 777.

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O decreto que reajusta os valores foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (17) e publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Ele entra em vigor na data da publicação, mas produzirá efeitos financeiros a partir de 1º de outubro.

A atualização dos parâmetros eleva o valor mínimo garantido às famílias beneficiárias de cerca de R$ 600 para R$ 691. Também reajusta benefícios específicos: o Benefício de Renda de Cidadania, pago por integrante da família, passa para R$ 164; o Benefício Primeira Infância será de R$ 173; e o Benefício Variável Familiar ficará em R$ 58.

O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Bruno Moretti, informou que a correção tomou como referência a inflação acumulada de 15,04% medida pelo INPC no período. Segundo Moretti, a atualização busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias.

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Pelos cálculos apresentados pelo governo, o benefício médio do programa passará de R$ 675 para R$ 777, uma elevação nominal próxima de R$ 100 por família. A elevação tem o objetivo de ajustar pagamentos à inflação observada entre março de 2023 e agosto de 2026 e reduzir a perda do poder aquisitivo dos repasses.

Também durante a solenidade de assinatura do decreto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a reposição dos valores busca evitar perdas provocadas pela inflação e, dessa forma, garantir que as famílias mais vulneráveis não enfrentem insegurança alimentar. Durigan apresentou ainda projeções para 2027: de acordo com essas estimativas, o programa deverá representar entre 1,2% e 1,25% do Produto Interno Bruto (PIB), abaixo do patamar de cerca de 1,5% observado na transição entre 2022 e 2023.

O reajuste e as projeções anunciadas marcam a atualização prevista na legislação do Bolsa Família, que prevê correções para preservar o poder de compra dos beneficiários. A vigência administrativa do decreto ocorre na data da publicação, com efeitos financeiros programados para começarem em 1º de outubro, conforme estabelecido no texto oficial.

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O benefício terá aumento conforme INPC entre mar/23 e ago/26 e foi oficializado por decreto. O piso sobe para R$ 691 e a média passa a R$ 777; efeitos financeiros ocorrem em 1º de outubro.

O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, índice que corresponde à variação inflacionária medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. Com o aumento, o valor mínimo do benefício ficará em R$ 691 e o valor médio pago chegará a R$ 777.

O decreto que reajusta os valores foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (17) e publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Ele entra em vigor na data da publicação, mas produzirá efeitos financeiros a partir de 1º de outubro.

A atualização dos parâmetros eleva o valor mínimo garantido às famílias beneficiárias de cerca de R$ 600 para R$ 691. Também reajusta benefícios específicos: o Benefício de Renda de Cidadania, pago por integrante da família, passa para R$ 164; o Benefício Primeira Infância será de R$ 173; e o Benefício Variável Familiar ficará em R$ 58.

O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Bruno Moretti, informou que a correção tomou como referência a inflação acumulada de 15,04% medida pelo INPC no período. Segundo Moretti, a atualização busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias.

Pelos cálculos apresentados pelo governo, o benefício médio do programa passará de R$ 675 para R$ 777, uma elevação nominal próxima de R$ 100 por família. A elevação tem o objetivo de ajustar pagamentos à inflação observada entre março de 2023 e agosto de 2026 e reduzir a perda do poder aquisitivo dos repasses.

Também durante a solenidade de assinatura do decreto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a reposição dos valores busca evitar perdas provocadas pela inflação e, dessa forma, garantir que as famílias mais vulneráveis não enfrentem insegurança alimentar. Durigan apresentou ainda projeções para 2027: de acordo com essas estimativas, o programa deverá representar entre 1,2% e 1,25% do Produto Interno Bruto (PIB), abaixo do patamar de cerca de 1,5% observado na transição entre 2022 e 2023.

O reajuste e as projeções anunciadas marcam a atualização prevista na legislação do Bolsa Família, que prevê correções para preservar o poder de compra dos beneficiários. A vigência administrativa do decreto ocorre na data da publicação, com efeitos financeiros programados para começarem em 1º de outubro, conforme estabelecido no texto oficial.

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