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Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Ciência e Espaço

Marvvila retorna ao Rock in Rio e emociona no Espaço Favela

Quatro anos depois, Marvvila voltou ao Rock in Rio e, ao abrir o Espaço Favela sob chuva, celebrou a recepção do público e a presença do pagode feminino.

21/09/2026 · 04h43 · Atualizado às 10h10
Marvvila retorna ao Rock in Rio e emociona no Espaço Favela

Quatro anos após a estreia, Marvvila abriu o palco do Rock in Rio e converteu chuva e incerteza em uma grande festa do pagode feminino. Saindo do show, ela disse sentir adrenalina, emoção e alívio.

Quatro anos após a sua estreia no festival, Marvvila voltou ao Rock in Rio para mostrar a força do pagode feminino no Espaço Favela. Responsável por abrir a programação do palco, a cantora encarou o desafio do clima chuvoso e de um público plural, convertendo a incerteza em uma grande celebração.

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Logo após descer do palco, Marvvila não escondeu a emoção e o alívio pela apresentação. Ainda sob o impacto do show, a artista falou sobre a mistura de sentimentos antes e depois da performance e sobre a dimensão do momento.

“Eu estou na adrenalina. Respirar tranquila acho que é demais, né? Só quando eu chegar em casa é que cai a ficha, mas estou muito feliz e grata. É só quando a gente sai do palco que sente aquela emoção de fato. Confesso que no pré-show é muito difícil, porque a gente fica com medo. É o primeiro show do dia, tem a questão do tempo chuvoso… A gente sabe que no Rock in Rio não vai pegar só o público do pagode, mas ver um ‘galeirão’ curtindo e se permitindo, até todo mundo estar de braços abertos cantando no final, é a realização de um sonho.”

Para conquistar uma plateia heterogênea, Marvvila montou um repertório pensado na diversidade e na aproximação entre gêneros. Ciente de que nem todos os presentes tinham o hábito de ouvir pagode, a cantora apostou em releituras de hits da música popular e do pop brasileiro para aproximar novos ouvintes do gênero.

“Eu quis trazer um repertório diversificado sabendo que a massa do público aqui não era de pessoas pagodeiras. Quis fazer essas pessoas experimentarem o que é o pagode de fato. Quando a gente pega uma música que a pessoa já gosta e passa para o pagode, ela pensa: ‘Peraí, vou dar uma chance para o pagode, isso é bom!’”

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No set, Marvvila apresentou arranjos de pagode para sucessos de KLB, Rouge, Vanessa da Mata, Fugees e Anitta, além de interpretar referências do samba como Péricles e Alcione. A mistura de clássicos pop e sambistas ajudou a criar uma ponte entre públicos e estilos.

“Eu quis homenagear mulheres que admiro. Fiz muitas versões de grandes artistas femininas que me inspiram, e foi legal demais ver como a galera curtiu.”

O retorno de Marvvila ao festival reforçou a presença feminina no pagode e a capacidade do gênero de dialogar com plateias amplas. A abertura do Espaço Favela, no primeiro horário do dia e sob chuva, acabou transformando apreensão em confirmação de espaço, à medida que o público respondeu cantando e se permitindo ouvir novas formas do repertório popular.

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A recepção deixou a cantora satisfeita e marcou mais um capítulo na trajetória dela no festival, celebrando tanto o legado feminino na música quanto a expansão do pagode para além de sua plateia habitual.

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Quatro anos após a estreia, Marvvila abriu o palco do Rock in Rio e converteu chuva e incerteza em uma grande festa do pagode feminino. Saindo do show, ela disse sentir adrenalina, emoção e alívio.

Quatro anos após a sua estreia no festival, Marvvila voltou ao Rock in Rio para mostrar a força do pagode feminino no Espaço Favela. Responsável por abrir a programação do palco, a cantora encarou o desafio do clima chuvoso e de um público plural, convertendo a incerteza em uma grande celebração.

Logo após descer do palco, Marvvila não escondeu a emoção e o alívio pela apresentação. Ainda sob o impacto do show, a artista falou sobre a mistura de sentimentos antes e depois da performance e sobre a dimensão do momento.

“Eu estou na adrenalina. Respirar tranquila acho que é demais, né? Só quando eu chegar em casa é que cai a ficha, mas estou muito feliz e grata. É só quando a gente sai do palco que sente aquela emoção de fato. Confesso que no pré-show é muito difícil, porque a gente fica com medo. É o primeiro show do dia, tem a questão do tempo chuvoso… A gente sabe que no Rock in Rio não vai pegar só o público do pagode, mas ver um ‘galeirão’ curtindo e se permitindo, até todo mundo estar de braços abertos cantando no final, é a realização de um sonho.”

Para conquistar uma plateia heterogênea, Marvvila montou um repertório pensado na diversidade e na aproximação entre gêneros. Ciente de que nem todos os presentes tinham o hábito de ouvir pagode, a cantora apostou em releituras de hits da música popular e do pop brasileiro para aproximar novos ouvintes do gênero.

“Eu quis trazer um repertório diversificado sabendo que a massa do público aqui não era de pessoas pagodeiras. Quis fazer essas pessoas experimentarem o que é o pagode de fato. Quando a gente pega uma música que a pessoa já gosta e passa para o pagode, ela pensa: ‘Peraí, vou dar uma chance para o pagode, isso é bom!’”

No set, Marvvila apresentou arranjos de pagode para sucessos de KLB, Rouge, Vanessa da Mata, Fugees e Anitta, além de interpretar referências do samba como Péricles e Alcione. A mistura de clássicos pop e sambistas ajudou a criar uma ponte entre públicos e estilos.

“Eu quis homenagear mulheres que admiro. Fiz muitas versões de grandes artistas femininas que me inspiram, e foi legal demais ver como a galera curtiu.”

O retorno de Marvvila ao festival reforçou a presença feminina no pagode e a capacidade do gênero de dialogar com plateias amplas. A abertura do Espaço Favela, no primeiro horário do dia e sob chuva, acabou transformando apreensão em confirmação de espaço, à medida que o público respondeu cantando e se permitindo ouvir novas formas do repertório popular.

A recepção deixou a cantora satisfeita e marcou mais um capítulo na trajetória dela no festival, celebrando tanto o legado feminino na música quanto a expansão do pagode para além de sua plateia habitual.

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