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Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Tecnologia

Aerp Day leva emissoras a Amsterdã para debater Rádio/TV 3.0 e IA

Aerp Day 2026, em Amsterdã, reuniu mais de 50 participantes para debater Rádio 3.0, TV 3.0, inteligência artificial e conectividade.

21/09/2026 · 05h49 · Atualizado às 10h11
Aerp Day leva emissoras a Amsterdã para debater Rádio/TV 3.0 e IA

Mais de 50 representantes de emissoras, governo e indústria participaram do encontro em Amsterdã durante o IBC 2026. O debate destacou inovação, conectividade e uso de IA em rádio e televisão.

O Aerp Day 2026 colocou a inovação tecnológica e a conectividade no centro dos debates sobre rádio e televisão. Realizado no domingo (13/09), em Amsterdã, na Holanda, durante o IBC 2026, o encontro organizado pela Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp) reuniu mais de 50 participantes entre representantes de emissoras, governo e indústria de tecnologia.

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“Estamos vivendo um período em que tecnologia, conteúdo e negócios estão cada vez mais conectados. Para a Aerp, estar presente em um evento como o IBC e promover um encontro como o Aerp Day significa criar uma ponte entre o que está acontecendo no mundo e aquilo que pode ser aplicado pelas emissoras paranaenses”, afirmou o presidente da Aerp, Rodrigo Martinez.

Em dois painéis, o Aerp Day abordou temas como Rádio 3.0, que amplia a presença do áudio em múltiplas plataformas, e TV 3.0, definida como a nova geração tecnológica da televisão aberta. O debate sobre Rádio 3.0 foi apresentado como uma nova narrativa para explicar ao mercado a dimensão atual do meio, considerando o áudio ao vivo como matriz de um ecossistema mais amplo.

O painel “Rádio 3.0: A evolução multiplataforma no Brasil e na Europa, da conectividade à IA” foi mediado por Cristiano Lobato Flôres, presidente-executivo da Abert, e reuniu Cristiano Stuani (consultor em IA, Produto e Digital), Daniel Starck (jornalista, empresário e proprietário do tudoradio.com) e Caíque Agustini (vice-presidente do Comitê Executivo Institucional da Abert, ex-presidente e atual diretor regional centro-sul da Aerp).

Os participantes discutiram como o rádio pode ampliar pontos de contato com a audiência diante da multiplicação de dispositivos e plataformas. A abordagem buscou desvincular a definição do meio de um receptor específico e reconhecer os diferentes ambientes em que o conteúdo sonoro chega ao público.

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Mandala do Rádio 3.0

  • Receptores tradicionais — componentes históricos do meio.
  • Streaming — distribuição online de áudio.
  • Rádio híbrido — integração entre sinal terrestre e conexão.
  • RDS — dados transmitidos junto ao sinal FM.
  • Redes sociais — canais de engajamento e divulgação.
  • Sites — presença editorial e institucional online.
  • Aplicativos — acesso direto ao conteúdo.
  • Smart speakers — pontos de acesso por voz.
  • Android Auto e Apple CarPlay — integração em automóveis conectados.
  • Rádio visual — formatos com componente audiovisual.
  • Inteligência artificial — suporte a análise e produção.
  • Eventos — momentos de interação presencial com a audiência.

O avanço dos sistemas digitais em automóveis e plataformas levou a debates sobre como as emissoras podem ocupar esses ambientes para manter relevância nos momentos de consumo. Os debatedores ressaltaram que estratégia multiplataforma não significa replicar o mesmo conteúdo: cada ambiente exige formatos e linguagens próprias.

Cristiano Stuani demonstrou um dashboard com apoio de IA que integra dados do sinal FM e RDS, audiência de streaming, redes sociais, mensagens via WhatsApp, programação musical, roteiros e monitoramento de concorrentes. Na demonstração, agentes de IA foram usados para analisar pedidos musicais, identificar oscilações na audiência do streaming e apoiar a preparação de informações para comunicadores.

O painel ressaltou a necessidade de supervisão humana sobre ferramentas de IA e a diferença de maturidade tecnológica entre empresas. Capacitação e disseminação de conhecimento foram apontadas como caminhos para ampliar a adoção de soluções. A discussão também levou em conta a realidade econômica das emissoras: Caíque Agustini destacou a discrepância entre grandes grupos e pequenas operações no interior, onde equipes enxutas acumulam funções.

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Para o setor, um dos desafios colocados foi transformar tecnologia, dados e relacionamento com a audiência em valor comercial, ampliando oportunidades de negócios diante das novas plataformas e da inteligência artificial.

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Mais de 50 representantes de emissoras, governo e indústria participaram do encontro em Amsterdã durante o IBC 2026. O debate destacou inovação, conectividade e uso de IA em rádio e televisão.

O Aerp Day 2026 colocou a inovação tecnológica e a conectividade no centro dos debates sobre rádio e televisão. Realizado no domingo (13/09), em Amsterdã, na Holanda, durante o IBC 2026, o encontro organizado pela Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp) reuniu mais de 50 participantes entre representantes de emissoras, governo e indústria de tecnologia.

“Estamos vivendo um período em que tecnologia, conteúdo e negócios estão cada vez mais conectados. Para a Aerp, estar presente em um evento como o IBC e promover um encontro como o Aerp Day significa criar uma ponte entre o que está acontecendo no mundo e aquilo que pode ser aplicado pelas emissoras paranaenses”, afirmou o presidente da Aerp, Rodrigo Martinez.

Em dois painéis, o Aerp Day abordou temas como Rádio 3.0, que amplia a presença do áudio em múltiplas plataformas, e TV 3.0, definida como a nova geração tecnológica da televisão aberta. O debate sobre Rádio 3.0 foi apresentado como uma nova narrativa para explicar ao mercado a dimensão atual do meio, considerando o áudio ao vivo como matriz de um ecossistema mais amplo.

O painel “Rádio 3.0: A evolução multiplataforma no Brasil e na Europa, da conectividade à IA” foi mediado por Cristiano Lobato Flôres, presidente-executivo da Abert, e reuniu Cristiano Stuani (consultor em IA, Produto e Digital), Daniel Starck (jornalista, empresário e proprietário do tudoradio.com) e Caíque Agustini (vice-presidente do Comitê Executivo Institucional da Abert, ex-presidente e atual diretor regional centro-sul da Aerp).

Os participantes discutiram como o rádio pode ampliar pontos de contato com a audiência diante da multiplicação de dispositivos e plataformas. A abordagem buscou desvincular a definição do meio de um receptor específico e reconhecer os diferentes ambientes em que o conteúdo sonoro chega ao público.

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  • Receptores tradicionais — componentes históricos do meio.
  • Streaming — distribuição online de áudio.
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  • RDS — dados transmitidos junto ao sinal FM.
  • Redes sociais — canais de engajamento e divulgação.
  • Sites — presença editorial e institucional online.
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O avanço dos sistemas digitais em automóveis e plataformas levou a debates sobre como as emissoras podem ocupar esses ambientes para manter relevância nos momentos de consumo. Os debatedores ressaltaram que estratégia multiplataforma não significa replicar o mesmo conteúdo: cada ambiente exige formatos e linguagens próprias.

Cristiano Stuani demonstrou um dashboard com apoio de IA que integra dados do sinal FM e RDS, audiência de streaming, redes sociais, mensagens via WhatsApp, programação musical, roteiros e monitoramento de concorrentes. Na demonstração, agentes de IA foram usados para analisar pedidos musicais, identificar oscilações na audiência do streaming e apoiar a preparação de informações para comunicadores.

O painel ressaltou a necessidade de supervisão humana sobre ferramentas de IA e a diferença de maturidade tecnológica entre empresas. Capacitação e disseminação de conhecimento foram apontadas como caminhos para ampliar a adoção de soluções. A discussão também levou em conta a realidade econômica das emissoras: Caíque Agustini destacou a discrepância entre grandes grupos e pequenas operações no interior, onde equipes enxutas acumulam funções.

Para o setor, um dos desafios colocados foi transformar tecnologia, dados e relacionamento com a audiência em valor comercial, ampliando oportunidades de negócios diante das novas plataformas e da inteligência artificial.

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