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Pepe Sánchez, baterista de Streisand e Diana Ross, morre aos 81

O baterista Pepe Sánchez, 81, morreu em Las Rozas. Teve carreira de seis décadas e tocou com Streisand, Diana Ross, Barry White e outros.

21/09/2026 · 07h21 · Atualizado às 10h15
Pepe Sánchez, baterista de Streisand e Diana Ross, morre aos 81

O músico, pianista e educador faleceu neste sábado em Las Rozas, Madrid, aos 81 anos, com familiares. Em seis décadas de carreira, atuou em estúdio e ao vivo com nomes como Barry White e Julio Iglesias.

O baterista, pianista, compositor e educador Pepe Sánchez, nome artístico de José Sánchez Lianes, morreu neste sábado (19), aos 81 anos. A morte ocorreu em sua casa em Las Rozas, na região de Madri, segundo comunicado enviado à imprensa. Sánchez estava acompanhado de familiares e pessoas próximas. A imprensa espanhola também confirmou o falecimento neste sábado.

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Ao longo de cerca de seis décadas de atividade profissional, Sánchez trabalhou em estúdio e em apresentações com artistas da Espanha e de outros países. Entre os nomes com os quais atuou estão Barbra Streisand, Diana Ross, Julio Iglesias, Joan Manuel Serrat, Nino Bravo, Rocío Jurado, Camilo Sesto, Raphael e Miguel Ríos. O comunicado sobre sua morte também cita gravações realizadas nos Estados Unidos com Barry White e Andy Gibb.

Formado no Real Conservatório de Madri, Sánchez ampliou sua formação a partir de 1963 em cidades como Basileia, Montpellier e Paris. Em sua trajetória como instrumentista, tocou sob a direção de figuras como Henry Mancini, Michel Legrand, Lalo Schifrin, Elmer Bernstein e Paul Mauriat.

Sánchez teve participação na história do jazz de Madri: em janeiro de 1977 integrava o quinteto do saxofonista Pedro Iturralde no Whisky Jazz Club, ao lado de José Luis Medrano, Rafael Ferro e Eduardo Medina. Além da atividade como músico de estúdio e de palco, atuou como compositor, arranjador, produtor e diretor.

Sua discografia inclui trabalhos próprios como “Regresión”, “Signo de Cáncer” e “Consecuencias”. Em 1980, segundo a biografia mantida pela Academia da Música da Espanha, a revista Modern Drummer o colocou entre quatro bateristas destacados mundialmente naquele momento. Sánchez também esteve à frente de projetos de percussão coletiva que receberam registros do Guinness em 2000, 2002 e 2009.

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Na televisão espanhola, manteve longa relação com o programa “Gente Joven”, da TVE, e assumiu a Orquestra Ligeira da emissora entre 1987 e 1989, conforme registros sobre sua trajetória. Como diretor, trabalhou com formações como a Orquestra da RTVE, a Manuel de Falla e a Ciudad de Málaga.

Nos últimos anos, manteve atuação institucional na defesa dos direitos de músicos e intérpretes. Sánchez ocupava o cargo de secretário no Conselho de Administração da AIE, entidade espanhola responsável pela gestão de direitos de artistas intérpretes. Em novembro de 2025, recebeu o título de membro honorário do Fórum Ibero Americano das Artes.

Na Academia da Música da Espanha, integrava a diretoria e participava de iniciativas pela inclusão da música popular, do pop e do rock na formação musical institucional e pela proteção dos direitos intelectuais dos intérpretes. Seguiu em atividade até os últimos anos: em fevereiro de 2024 apresentou em Majadahonda o álbum “The Boss”, com repertório ligado ao jazz, e em 2025 ainda participava de apresentações e atividades musicais, além de receber novos reconhecimentos institucionais por sua trajetória.

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Pepe Sánchez deixa legado reconhecido por colegas e instituições, com contribuição marcante ao jazz, à música popular espanhola e à defesa dos direitos dos intérpretes.

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O músico, pianista e educador faleceu neste sábado em Las Rozas, Madrid, aos 81 anos, com familiares. Em seis décadas de carreira, atuou em estúdio e ao vivo com nomes como Barry White e Julio Iglesias.

O baterista, pianista, compositor e educador Pepe Sánchez, nome artístico de José Sánchez Lianes, morreu neste sábado (19), aos 81 anos. A morte ocorreu em sua casa em Las Rozas, na região de Madri, segundo comunicado enviado à imprensa. Sánchez estava acompanhado de familiares e pessoas próximas. A imprensa espanhola também confirmou o falecimento neste sábado.

Ao longo de cerca de seis décadas de atividade profissional, Sánchez trabalhou em estúdio e em apresentações com artistas da Espanha e de outros países. Entre os nomes com os quais atuou estão Barbra Streisand, Diana Ross, Julio Iglesias, Joan Manuel Serrat, Nino Bravo, Rocío Jurado, Camilo Sesto, Raphael e Miguel Ríos. O comunicado sobre sua morte também cita gravações realizadas nos Estados Unidos com Barry White e Andy Gibb.

Formado no Real Conservatório de Madri, Sánchez ampliou sua formação a partir de 1963 em cidades como Basileia, Montpellier e Paris. Em sua trajetória como instrumentista, tocou sob a direção de figuras como Henry Mancini, Michel Legrand, Lalo Schifrin, Elmer Bernstein e Paul Mauriat.

Sánchez teve participação na história do jazz de Madri: em janeiro de 1977 integrava o quinteto do saxofonista Pedro Iturralde no Whisky Jazz Club, ao lado de José Luis Medrano, Rafael Ferro e Eduardo Medina. Além da atividade como músico de estúdio e de palco, atuou como compositor, arranjador, produtor e diretor.

Sua discografia inclui trabalhos próprios como “Regresión”, “Signo de Cáncer” e “Consecuencias”. Em 1980, segundo a biografia mantida pela Academia da Música da Espanha, a revista Modern Drummer o colocou entre quatro bateristas destacados mundialmente naquele momento. Sánchez também esteve à frente de projetos de percussão coletiva que receberam registros do Guinness em 2000, 2002 e 2009.

Na televisão espanhola, manteve longa relação com o programa “Gente Joven”, da TVE, e assumiu a Orquestra Ligeira da emissora entre 1987 e 1989, conforme registros sobre sua trajetória. Como diretor, trabalhou com formações como a Orquestra da RTVE, a Manuel de Falla e a Ciudad de Málaga.

Nos últimos anos, manteve atuação institucional na defesa dos direitos de músicos e intérpretes. Sánchez ocupava o cargo de secretário no Conselho de Administração da AIE, entidade espanhola responsável pela gestão de direitos de artistas intérpretes. Em novembro de 2025, recebeu o título de membro honorário do Fórum Ibero Americano das Artes.

Na Academia da Música da Espanha, integrava a diretoria e participava de iniciativas pela inclusão da música popular, do pop e do rock na formação musical institucional e pela proteção dos direitos intelectuais dos intérpretes. Seguiu em atividade até os últimos anos: em fevereiro de 2024 apresentou em Majadahonda o álbum “The Boss”, com repertório ligado ao jazz, e em 2025 ainda participava de apresentações e atividades musicais, além de receber novos reconhecimentos institucionais por sua trajetória.

Pepe Sánchez deixa legado reconhecido por colegas e instituições, com contribuição marcante ao jazz, à música popular espanhola e à defesa dos direitos dos intérpretes.

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