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Aracaju, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Esporte

Equalização e mixagem de áudio prejudicam transmissões de futebol

Coluna critica equalização e mixagem de áudio nas transmissões de futebol e aborda mudanças e bastidores da TV aberta.

25/09/2026 · 07h30 · Atualizado às 16h54
Equalização e mixagem de áudio prejudicam transmissões de futebol

Coluna alerta para falhas na equalização e mixagem das transmissões externas de TV. Em Corinthians x Fluminense, quase 40 mil torcedores e protestos comprometeram o áudio em vários momentos.

Em mais de uma ocasião, esta coluna chamou a atenção para a necessidade de uma equalização de áudio mais caprichada nas transmissões externas da TV, especialmente no futebol. Em algumas vezes, percebe-se um trabalho bem equilibrado, também por uma maior colaboração de todo o ambiente. Em outras, porém, e são muitas, isso não tem acontecido.

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Domingo passado, em Corinthians e Fluminense, diante de quase 40 mil torcedores, isso voltou a acontecer. Os protestos de um lado e as comemorações de outro comprometeram, em vários momentos, a qualidade do áudio. Não tanto o do narrador Everaldo Marques, mas principalmente dos comentaristas Caio Ribeiro e Roger Flores.

Trata-se de algo que vem se repetindo com uma frequência inaceitável. Por mais difícil que sejam as condições, a transmissão precisa entregar um som limpo, equilibrado e agradável. No conjunto das qualidades de uma cobertura esportiva, o áudio tem papel central: nunca é adequado oferecer um trabalho comprometido, quando o telespectador quer ouvir e não consegue por força das circunstâncias.

Uma boa referência para o assunto é a Premier League e a Champions. Lá, independentemente de onde, quem joga e os estádios sempre cheios, percebe-se um trabalho bem cuidado na equalização, que não incomoda nunca.

Na área comercial da TV, também não está fácil pra ninguém. Tem que suar a camisa para se chegar a resultados mais razoáveis, para atingir metas. O que existe e é conseguido precisa ser bem feito e corretamente entregue.

Outro ponto prático é o merchandising: essas ações nunca podem ser feitas na saída ou volta dos breakes. É contraprodutivo; joga contra os interesses do patrocinador e contra a paciência do telespectador. Infelizmente, é uma prática frequente.

O nome conhecido e respeitado Homero Salles será convidado de um programa nesta terça, às 17h30, logo depois do “Jornal dos Famosos”. Serão temas variados e debates que prometem barulho.

Depois de deixarem de comparecer ao primeiro debate presidencial, Lula e Flávio Bolsonaro agora recalculam a rota. Acenam para a possibilidade de participação em encontros. O presidente sinaliza que pretende participar do encontro da Globo, marcado para 1º de outubro. Flávio, por sua vez, já havia condicionado sua presença à participação de Lula. Os resultados das pesquisas também serão determinantes.

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A Record mantém certa expectativa de também poder realizar seu debate presidencial no próximo domingo, às 21h. Tudo passa a depender dos movimentos dos dois principais candidatos.

Boa a estreia do “Quem Sabe Mais”, novo game do “Programa Silvio Santos” com Patrícia Abravanel, que coloca 60 participantes em disputa de conhecimento, lógica e rapidez. A Band acertou ao escolher os nomes para o “MasterChef Profissionais”, com repercussão significativa nas redes sociais.

O SBT prepara seu primeiro upfront institucional, prometido para outubro, mas ainda faltam dia e local. Sobre a saída do “Roda Roda Jequiti” da grade, uma fonte que acompanha de perto o assunto garante:

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Vamos repaginar nosso clássico. Enquanto isso, vai “The Voice”.

A promessa é de retorno em 2027. Segundo a mesma fonte:

O Roda é especial demais para nós

No horizonte da TV aberta, também há rumores de mudanças no “Hoje em Dia” da Record e outros ajustes de programação e elenco que estão sendo discutidos nos bastidores.

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Em mais de uma ocasião, esta coluna chamou a atenção para a necessidade de uma equalização de áudio mais caprichada nas transmissões externas da TV, especialmente no futebol. Em algumas vezes, percebe-se um trabalho bem equilibrado, também por uma maior colaboração de todo o ambiente. Em outras, porém, e são muitas, isso não tem acontecido.

Domingo passado, em Corinthians e Fluminense, diante de quase 40 mil torcedores, isso voltou a acontecer. Os protestos de um lado e as comemorações de outro comprometeram, em vários momentos, a qualidade do áudio. Não tanto o do narrador Everaldo Marques, mas principalmente dos comentaristas Caio Ribeiro e Roger Flores.

Trata-se de algo que vem se repetindo com uma frequência inaceitável. Por mais difícil que sejam as condições, a transmissão precisa entregar um som limpo, equilibrado e agradável. No conjunto das qualidades de uma cobertura esportiva, o áudio tem papel central: nunca é adequado oferecer um trabalho comprometido, quando o telespectador quer ouvir e não consegue por força das circunstâncias.

Uma boa referência para o assunto é a Premier League e a Champions. Lá, independentemente de onde, quem joga e os estádios sempre cheios, percebe-se um trabalho bem cuidado na equalização, que não incomoda nunca.

Na área comercial da TV, também não está fácil pra ninguém. Tem que suar a camisa para se chegar a resultados mais razoáveis, para atingir metas. O que existe e é conseguido precisa ser bem feito e corretamente entregue.

Outro ponto prático é o merchandising: essas ações nunca podem ser feitas na saída ou volta dos breakes. É contraprodutivo; joga contra os interesses do patrocinador e contra a paciência do telespectador. Infelizmente, é uma prática frequente.

O nome conhecido e respeitado Homero Salles será convidado de um programa nesta terça, às 17h30, logo depois do “Jornal dos Famosos”. Serão temas variados e debates que prometem barulho.

Depois de deixarem de comparecer ao primeiro debate presidencial, Lula e Flávio Bolsonaro agora recalculam a rota. Acenam para a possibilidade de participação em encontros. O presidente sinaliza que pretende participar do encontro da Globo, marcado para 1º de outubro. Flávio, por sua vez, já havia condicionado sua presença à participação de Lula. Os resultados das pesquisas também serão determinantes.

A Record mantém certa expectativa de também poder realizar seu debate presidencial no próximo domingo, às 21h. Tudo passa a depender dos movimentos dos dois principais candidatos.

Boa a estreia do “Quem Sabe Mais”, novo game do “Programa Silvio Santos” com Patrícia Abravanel, que coloca 60 participantes em disputa de conhecimento, lógica e rapidez. A Band acertou ao escolher os nomes para o “MasterChef Profissionais”, com repercussão significativa nas redes sociais.

O SBT prepara seu primeiro upfront institucional, prometido para outubro, mas ainda faltam dia e local. Sobre a saída do “Roda Roda Jequiti” da grade, uma fonte que acompanha de perto o assunto garante:

Vamos repaginar nosso clássico. Enquanto isso, vai “The Voice”.

A promessa é de retorno em 2027. Segundo a mesma fonte:

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No horizonte da TV aberta, também há rumores de mudanças no “Hoje em Dia” da Record e outros ajustes de programação e elenco que estão sendo discutidos nos bastidores.

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