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Aracaju, Terça-feira, 22 de setembro de 2026
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Clima

Alerta Climático: Calor intenso e chuvas irregulares devem marcar a primavera em Sergipe, aponta Semac

Estação tem início oficial nesta terça-feira (22); Sertão e Agreste enfrentam maior risco de déficit hídrico e temperaturas acima da média histórica.

22/09/2026 · 09h32
Alerta Climático: Calor intenso e chuvas irregulares devem marcar a primavera em Sergipe, aponta Semac

Estação tem início oficial nesta terça-feira (22); Sertão e Agreste enfrentam maior risco de déficit hídrico e temperaturas acima da média histórica.

A primavera começa oficialmente nesta terça-feira (22), às 21h05 (horário de Brasília), e o cenário meteorológico para os próximos meses em Sergipe exige atenção. Sob a influência de anomalias no Pacífico Equatorial, a nova estação chega acompanhada de uma tendência de elevação significativa nas temperaturas e diminuição no volume geral de chuvas.

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De acordo com o relatório de análise climática divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), os termômetros devem registrar marcas acima da média histórica para o período em território sergipano, com intensificação do calor especialmente a partir de outubro.

Interior sob maior impacto térmico e hídrico

O levantamento técnico aponta que o Sertão e o Agreste do estado concentram as maiores probabilidades de enfrentar ondas de calor intenso e escassez de precipitação. Por outro lado, nas regiões litorâneas e na capital, a brisa e a umidade marítima devem amenizar de forma parcial o impacto térmico.

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Além da elevação na temperatura média, os modelos da Semac indicam que os volumes acumulados de chuva ficarão abaixo dos padrões climatológicos para a estação, apresentando um comportamento irregular e espacialmente mal distribuído:

  • Alternância extrema: Prevalência de períodos secos prolongados intercalados por episódios pontuais de chuvas torrenciais concentradas.
  • Riscos associados: Ocorrência de estiagem localizada, déficit hídrico severo na bacia do interior e possibilidade de eventos de precipitação severa em curto espaço de tempo.

“Temos possibilidade de períodos prolongados de pouca chuva alternados com episódios de precipitação significativa. O interior do estado apresenta maior risco de déficit hídrico, embora também possam ocorrer episódios de chuva intensa”, pontuou a meteorologista da Semac, Wanda Tathyana de Castro.

A orientação dos órgãos de monitoramento é que produtores rurais e gestores municipais mantenham planejamento preventivo voltado ao uso racional da água e à contenção de impactos do calor nas atividades agrícolas.

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Estação tem início oficial nesta terça-feira (22); Sertão e Agreste enfrentam maior risco de déficit hídrico e temperaturas acima da média histórica.

A primavera começa oficialmente nesta terça-feira (22), às 21h05 (horário de Brasília), e o cenário meteorológico para os próximos meses em Sergipe exige atenção. Sob a influência de anomalias no Pacífico Equatorial, a nova estação chega acompanhada de uma tendência de elevação significativa nas temperaturas e diminuição no volume geral de chuvas.

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De acordo com o relatório de análise climática divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), os termômetros devem registrar marcas acima da média histórica para o período em território sergipano, com intensificação do calor especialmente a partir de outubro.

Interior sob maior impacto térmico e hídrico

O levantamento técnico aponta que o Sertão e o Agreste do estado concentram as maiores probabilidades de enfrentar ondas de calor intenso e escassez de precipitação. Por outro lado, nas regiões litorâneas e na capital, a brisa e a umidade marítima devem amenizar de forma parcial o impacto térmico.

Além da elevação na temperatura média, os modelos da Semac indicam que os volumes acumulados de chuva ficarão abaixo dos padrões climatológicos para a estação, apresentando um comportamento irregular e espacialmente mal distribuído:

  • Alternância extrema: Prevalência de períodos secos prolongados intercalados por episódios pontuais de chuvas torrenciais concentradas.
  • Riscos associados: Ocorrência de estiagem localizada, déficit hídrico severo na bacia do interior e possibilidade de eventos de precipitação severa em curto espaço de tempo.

“Temos possibilidade de períodos prolongados de pouca chuva alternados com episódios de precipitação significativa. O interior do estado apresenta maior risco de déficit hídrico, embora também possam ocorrer episódios de chuva intensa”, pontuou a meteorologista da Semac, Wanda Tathyana de Castro.

A orientação dos órgãos de monitoramento é que produtores rurais e gestores municipais mantenham planejamento preventivo voltado ao uso racional da água e à contenção de impactos do calor nas atividades agrícolas.

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