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Aracaju, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Política

Lula pede multilateralismo e respeito ao direito internacional na ONU

Lula discursa nesta terça (22) na 81ª Assembleia Geral da ONU, às 10h; pauta inclui multilateralismo, reforma do Conselho de Segurança e reuniões ministeriais.

25/09/2026 · 08h15 · Atualizado às 16h55
Lula pede multilateralismo e respeito ao direito internacional na ONU

O presidente fala nesta terça (22), às 10h (horário de Brasília), na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. No pronunciamento de abertura, defenderá multilateralismo, direito internacional humanitário e não intervenção.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa nesta terça-feira (22) na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, a partir das 10h (horário de Brasília). No tradicional pronunciamento de abertura da seção de alto nível, o presidente deve ressaltar a importância do multilateralismo e defender o respeito ao direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países, em um cenário marcado pela multiplicação de conflitos internacionais.

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O discurso deverá também apresentar a visão do Brasil sobre os principais temas da agenda internacional, com ênfase na negociação como caminho para a solução de disputas. A reforma das Nações Unidas, em particular do Conselho de Segurança, deve figurar entre os pontos abordados: o Brasil defende há anos a atualização da composição e do funcionamento do órgão e critica a sua dificuldade de responder aos conflitos internacionais.

Antes e depois do discurso, estão previstas reuniões bilaterais com outros chefes de Estado. Lula teve encontros com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, identificado no material como progressista e filiado ao Partido Democrata. O presidente retorna ao Brasil no mesmo dia.

Esta é a 11ª participação de Lula na Assembleia Geral das Nações Unidas como presidente da República; em seus três mandatos, ele só não compareceu em 2010.

Relação com o presidente dos EUA

O presidente dos Estados Unidos será o segundo a falar, logo após o presidente brasileiro, e os dois eventualmente podem se cruzar nos bastidores do plenário. No ano passado, os dois líderes tiveram um breve contato, quando Lula deixava o palco após seu discurso e o presidente norte-americano se preparava para falar. Na ocasião, houve avaliação positiva do encontro.

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“química excelente”

O material informa que, posteriormente, o presidente norte-americano descreveu o encontro com essa expressão. Foi apontado que esse foi o primeiro de três encontros entre os dois líderes desde então.

Agenda ministerial

De acordo com o Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, permanecerá em Nova York durante toda a semana e participará de uma série de reuniões e encontros ministeriais.

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Reuniões e encontros previstos

  • BRICS — participação do chanceler em reunião do grupo
  • Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS) — reunião ministerial
  • G77 — encontro de ministros
  • G4 — reuniões sobre reforma do Conselho de Segurança
  • L69 — encontros multilaterais
  • Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) — participação brasileira
  • Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) — reuniões
  • Consenso de Brasília — participação em encontros

Presidência de reuniões

  • 23/09 — encontro da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (iniciativa lançada pelo Brasil durante a presidência brasileira do G20)
  • 24/09 — reunião ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas), que o Brasil preside por três anos

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, copresidente da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, participará de atividades em Nova York entre os dias 21 e 23 de setembro, com agendas relacionadas à segurança alimentar, proteção social, financiamento para o desenvolvimento e cooperação internacional. No dia 23, ele participará do encontro da Aliança Global.

Comitiva brasileira

  • Mauro Vieira — ministro das Relações Exteriores, permanecerá em Nova York
  • Wellington Dias — ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
  • Esther Dweck — ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
  • Luiz Eloy Terena — ministro dos Povos Indígenas
  • Rachel Barros — ministra da Igualdade Racial

A delegação brasileira também participará de reuniões do Conselho de Segurança das Nações Unidas e de encontros sobre a situação da Palestina e a solução de dois Estados, além de debates sobre combate à desigualdade, Comissão de Consolidação da Paz e temas relacionados ao direito internacional humanitário.

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O presidente fala nesta terça (22), às 10h (horário de Brasília), na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. No pronunciamento de abertura, defenderá multilateralismo, direito internacional humanitário e não intervenção.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa nesta terça-feira (22) na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, a partir das 10h (horário de Brasília). No tradicional pronunciamento de abertura da seção de alto nível, o presidente deve ressaltar a importância do multilateralismo e defender o respeito ao direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países, em um cenário marcado pela multiplicação de conflitos internacionais.

O discurso deverá também apresentar a visão do Brasil sobre os principais temas da agenda internacional, com ênfase na negociação como caminho para a solução de disputas. A reforma das Nações Unidas, em particular do Conselho de Segurança, deve figurar entre os pontos abordados: o Brasil defende há anos a atualização da composição e do funcionamento do órgão e critica a sua dificuldade de responder aos conflitos internacionais.

Antes e depois do discurso, estão previstas reuniões bilaterais com outros chefes de Estado. Lula teve encontros com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, identificado no material como progressista e filiado ao Partido Democrata. O presidente retorna ao Brasil no mesmo dia.

Esta é a 11ª participação de Lula na Assembleia Geral das Nações Unidas como presidente da República; em seus três mandatos, ele só não compareceu em 2010.

Relação com o presidente dos EUA

O presidente dos Estados Unidos será o segundo a falar, logo após o presidente brasileiro, e os dois eventualmente podem se cruzar nos bastidores do plenário. No ano passado, os dois líderes tiveram um breve contato, quando Lula deixava o palco após seu discurso e o presidente norte-americano se preparava para falar. Na ocasião, houve avaliação positiva do encontro.

“química excelente”

O material informa que, posteriormente, o presidente norte-americano descreveu o encontro com essa expressão. Foi apontado que esse foi o primeiro de três encontros entre os dois líderes desde então.

Agenda ministerial

De acordo com o Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, permanecerá em Nova York durante toda a semana e participará de uma série de reuniões e encontros ministeriais.

Reuniões e encontros previstos

  • BRICS — participação do chanceler em reunião do grupo
  • Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS) — reunião ministerial
  • G77 — encontro de ministros
  • G4 — reuniões sobre reforma do Conselho de Segurança
  • L69 — encontros multilaterais
  • Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) — participação brasileira
  • Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) — reuniões
  • Consenso de Brasília — participação em encontros

Presidência de reuniões

  • 23/09 — encontro da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza (iniciativa lançada pelo Brasil durante a presidência brasileira do G20)
  • 24/09 — reunião ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas), que o Brasil preside por três anos

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, copresidente da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, participará de atividades em Nova York entre os dias 21 e 23 de setembro, com agendas relacionadas à segurança alimentar, proteção social, financiamento para o desenvolvimento e cooperação internacional. No dia 23, ele participará do encontro da Aliança Global.

Comitiva brasileira

  • Mauro Vieira — ministro das Relações Exteriores, permanecerá em Nova York
  • Wellington Dias — ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
  • Esther Dweck — ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
  • Luiz Eloy Terena — ministro dos Povos Indígenas
  • Rachel Barros — ministra da Igualdade Racial

A delegação brasileira também participará de reuniões do Conselho de Segurança das Nações Unidas e de encontros sobre a situação da Palestina e a solução de dois Estados, além de debates sobre combate à desigualdade, Comissão de Consolidação da Paz e temas relacionados ao direito internacional humanitário.

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