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Economia

Renato Aragão e filha terão audiência por dívida de R$ 872 mil

Audiência de conciliação entre Renato Aragão e a filha Juliana foi marcada para 26/10 por cobrança de R$ 872.485,58.

03/10/2026 · 07h53 · Atualizado às 20h56
Renato Aragão e filha terão audiência por dívida de R$ 872 mil

Audiência de conciliação foi marcada para 26 de outubro na 43ª Vara Cível do Rio e teve agendamento confirmado pelo TJRJ. Juliana Rangel move ação contra o pai para contestar pagamentos apontados no processo.

Renato Aragão e a filha mais velha, Juliana Rangel, poderão ficar frente a frente em uma audiência de conciliação marcada para outubro, em meio à disputa judicial que envolve cobrança de R$ 872.485,58. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) nesta terça-feira (29).

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De acordo com os registros do processo, a audiência está agendada para o dia 26 de outubro, na 43ª Vara Cível da Capital do Rio de Janeiro. O encontro ocorrerá no âmbito do processo em que Juliana move ação contra o pai, Renato Aragão, questionando o pagamento do montante indicado na ação.

No processo, Juliana cobra o valor de R$ 872.485,58. Segundo a versão apresentada por ela à Justiça, a cobrança estaria relacionada a um empréstimo de R$ 950 mil realizado em dezembro de 2018. O teor da petição e os documentos juntados à ação constam nos autos, e a audiência de conciliação foi designada para possibilitar um acordo entre as partes antes do prosseguimento dos demais atos processuais.

O agendamento da audiência na 43ª Vara Cível responde ao rito comum das demandas de natureza cível, nas quais a tentativa de conciliação antecede eventuais decisões de mérito. Caso as partes não cheguem a um acordo na sessão marcada, o processo seguirá por suas etapas regulares conforme a movimentação do juízo.

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Também constam nos autos as diferenças entre o valor cobrado na ação e o montante que, segundo a autora, teria sido emprestado em 2018. A quantia exigida judicialmente é inferior ao valor alegado como empréstimo, conforme os valores informados na petição inicial.

Até o momento da confirmação feita pelo TJRJ nesta terça-feira (29), não há nos autos registro público de acordo firmado entre as partes. A audiência de 26 de outubro terá caráter formal de tentativa de conciliação e seguirá as determinações da Vara Cível que acompanha o caso.

O desfecho da audiência poderá influenciar os próximos passos do processo, seja com a homologação de eventual acordo que ponha fim à demanda, seja com a continuidade da tramitação judicial para análise e decisão sobre o mérito da cobrança.

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Audiência de conciliação foi marcada para 26 de outubro na 43ª Vara Cível do Rio e teve agendamento confirmado pelo TJRJ. Juliana Rangel move ação contra o pai para contestar pagamentos apontados no processo.

Renato Aragão e a filha mais velha, Juliana Rangel, poderão ficar frente a frente em uma audiência de conciliação marcada para outubro, em meio à disputa judicial que envolve cobrança de R$ 872.485,58. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) nesta terça-feira (29).

De acordo com os registros do processo, a audiência está agendada para o dia 26 de outubro, na 43ª Vara Cível da Capital do Rio de Janeiro. O encontro ocorrerá no âmbito do processo em que Juliana move ação contra o pai, Renato Aragão, questionando o pagamento do montante indicado na ação.

No processo, Juliana cobra o valor de R$ 872.485,58. Segundo a versão apresentada por ela à Justiça, a cobrança estaria relacionada a um empréstimo de R$ 950 mil realizado em dezembro de 2018. O teor da petição e os documentos juntados à ação constam nos autos, e a audiência de conciliação foi designada para possibilitar um acordo entre as partes antes do prosseguimento dos demais atos processuais.

O agendamento da audiência na 43ª Vara Cível responde ao rito comum das demandas de natureza cível, nas quais a tentativa de conciliação antecede eventuais decisões de mérito. Caso as partes não cheguem a um acordo na sessão marcada, o processo seguirá por suas etapas regulares conforme a movimentação do juízo.

Também constam nos autos as diferenças entre o valor cobrado na ação e o montante que, segundo a autora, teria sido emprestado em 2018. A quantia exigida judicialmente é inferior ao valor alegado como empréstimo, conforme os valores informados na petição inicial.

Até o momento da confirmação feita pelo TJRJ nesta terça-feira (29), não há nos autos registro público de acordo firmado entre as partes. A audiência de 26 de outubro terá caráter formal de tentativa de conciliação e seguirá as determinações da Vara Cível que acompanha o caso.

O desfecho da audiência poderá influenciar os próximos passos do processo, seja com a homologação de eventual acordo que ponha fim à demanda, seja com a continuidade da tramitação judicial para análise e decisão sobre o mérito da cobrança.

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