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Tecnologia

Motorista de aplicativo processa Rachel Sheherazade

Motorista Ricardo de Assis Barbosa acionou a Justiça após Rachel Sheherazade divulgar vídeos e citar seu nome em relato sobre discussão durante corrida.

11/10/2026 · 08h07 · Atualizado às 16h34
Motorista de aplicativo processa Rachel Sheherazade

Ricardo de Assis Barbosa acionou a Justiça após Rachel publicar vídeos em que conta sua versão e cita o motorista. Ele afirma que as publicações o expuseram nas redes e pede reparação.

A jornalista Rachel Sheherazade está sendo processada por um motorista de aplicativo que alega ter sido exposto nas redes sociais após uma discussão durante uma corrida. Segundo o processo, a repercussão teria ocorrido por conta das publicações feitas por ela.

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O motorista, identificado como Ricardo de Assis Barbosa, acionou a Justiça depois que Rachel divulgou vídeos nos quais relatou sua versão sobre o episódio, citou o nome do profissional e afirmou ter sido retirada do veículo e deixada em uma rua deserta. A ação judicial foi movida com base na alegação de que a publicação teria exposto o motorista.

Nos vídeos citados pelo processo, a jornalista descreveu o episódio e declarou que teria sido retirada do carro. Segundo a jornalista, o episódio aconteceu após ela pedir que o motorista mudasse a estação de rádio, momento em que o motorista teria a ofendido. Esses trechos constam como elementos centrais na queixa apresentada pelo motorista.

O caso ganhou visibilidade por conta do que foi publicado nas redes sociais e agora passou a tramitar na esfera judicial em razão da queixa formalizada pelo motorista. Não há, no material que motivou o processo, indicação de pedido de indenização específico ou detalhamento das medidas requeridas no âmbito da ação — o registro público menciona apenas que houve acionamento da Justiça por parte do profissional.

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A situação levanta questões sobre exposição de terceiros em postagens nas redes sociais e sobre os limites entre relato de experiência pessoal e identificação de profissionais envolvidos em serviços de transporte por aplicativo. No entanto, o processo corre com as alegações apresentadas pelas partes e caberá ao Judiciário avaliar os pedidos e as provas que forem juntadas aos autos.

Os fatos relacionados à discussão dentro da corrida, à divulgação dos vídeos e ao acionamento da Justiça constam do processo e mantêm a mesma sequência apresentada nas publicações: a discussão no veículo, a divulgação do conteúdo pela jornalista e a resposta judicial do motorista Ricardo de Assis Barbosa.

Por ora, o registro judicial documenta as alegações e a medida adotada pelo motorista; os desdobramentos dependerão das próximas etapas do processo e das decisões que venham a ser tomadas pelo poder Judiciário.

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Ricardo de Assis Barbosa acionou a Justiça após Rachel publicar vídeos em que conta sua versão e cita o motorista. Ele afirma que as publicações o expuseram nas redes e pede reparação.

A jornalista Rachel Sheherazade está sendo processada por um motorista de aplicativo que alega ter sido exposto nas redes sociais após uma discussão durante uma corrida. Segundo o processo, a repercussão teria ocorrido por conta das publicações feitas por ela.

O motorista, identificado como Ricardo de Assis Barbosa, acionou a Justiça depois que Rachel divulgou vídeos nos quais relatou sua versão sobre o episódio, citou o nome do profissional e afirmou ter sido retirada do veículo e deixada em uma rua deserta. A ação judicial foi movida com base na alegação de que a publicação teria exposto o motorista.

Nos vídeos citados pelo processo, a jornalista descreveu o episódio e declarou que teria sido retirada do carro. Segundo a jornalista, o episódio aconteceu após ela pedir que o motorista mudasse a estação de rádio, momento em que o motorista teria a ofendido. Esses trechos constam como elementos centrais na queixa apresentada pelo motorista.

O caso ganhou visibilidade por conta do que foi publicado nas redes sociais e agora passou a tramitar na esfera judicial em razão da queixa formalizada pelo motorista. Não há, no material que motivou o processo, indicação de pedido de indenização específico ou detalhamento das medidas requeridas no âmbito da ação — o registro público menciona apenas que houve acionamento da Justiça por parte do profissional.

A situação levanta questões sobre exposição de terceiros em postagens nas redes sociais e sobre os limites entre relato de experiência pessoal e identificação de profissionais envolvidos em serviços de transporte por aplicativo. No entanto, o processo corre com as alegações apresentadas pelas partes e caberá ao Judiciário avaliar os pedidos e as provas que forem juntadas aos autos.

Os fatos relacionados à discussão dentro da corrida, à divulgação dos vídeos e ao acionamento da Justiça constam do processo e mantêm a mesma sequência apresentada nas publicações: a discussão no veículo, a divulgação do conteúdo pela jornalista e a resposta judicial do motorista Ricardo de Assis Barbosa.

Por ora, o registro judicial documenta as alegações e a medida adotada pelo motorista; os desdobramentos dependerão das próximas etapas do processo e das decisões que venham a ser tomadas pelo poder Judiciário.

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