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Aracaju, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
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Policial

MPRJ denuncia oito PMs por invasão, furto e desobediência na Operação Contenção

Auditoria da Justiça Militar recebeu três denúncias contra oito PMs por invasão, furto e recusa de obediência na Operação Contenção.

12/10/2026 · 09h19 · Atualizado às 10h52
MPRJ denuncia oito PMs por invasão, furto e desobediência na Operação Contenção

A Auditoria da Justiça Militar recebeu três denúncias do Gaesp contra oito PMs que participaram da operação em 28/10/2025. A ação nos Complexos da Penha e do Alemão deixou 122 mortos, incluindo cinco policiais.

A Auditoria da Justiça Militar recebeu três denúncias contra oito policiais militares que participaram da Operação Contenção, realizada em 28 de outubro de 2025 nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A operação resultou na morte de 122 pessoas, entre elas cinco policiais civis e militares.

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As denúncias incluem os crimes de invasão de domicílio, furto e recusa de obediência militar. As medidas foram apresentadas pelo Grupo de Atuação Especializada (Gaesp) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que atua na investigação das condutas policiais durante a ação.

O MPRJ adotou uma série de providências no âmbito da investigação independente conduzida pelo Gaesp. Entre as medidas iniciais constaram a instauração de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) autônomo, o monitoramento em tempo real pelo plantão de operações e o acionamento dos protocolos previstos na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 635), conhecida como ADPF das Favelas.

Além da apuração da atuação policial e do contato com familiares das vítimas, a investigação desenvolveu um eixo técnico-científico. Foram produzidos laudos relativos às vítimas da operação e realizadas análises de mais de 3.600 horas de gravações das câmeras corporais dos policiais militares, segundo os procedimentos adotados pelo MPRJ.

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Até o momento, o MPRJ, por meio do Gaesp e das promotorias de Justiça junto à Auditoria da Justiça Militar, havia apresentado seis denúncias contra 17 policiais militares por ilegalidades supostamente praticadas durante a operação. Essas denúncias envolvem práticas indicadas como apropriação de armamento, furto de peças de veículos, invasões de domicílio, constrangimento de moradores e subtração de bens, além de tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais.

A Operação Contenção foi realizada pelo governo do Rio de Janeiro em 28 de outubro de 2025 e teve como foco conter o avanço da organização criminosa Comando Vermelho (CV), com cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão. A ação deixou 122 mortos e resultou na prisão de 23 pessoas.

Com as três novas denúncias recebidas pela Auditoria da Justiça Militar, o processo de apuração sobre os fatos praticados durante a Operação Contenção avança em diferentes frentes, mantendo o foco em responsabilidades individuais e na produção de elementos técnicos que sustentem as medidas judiciais cabíveis.

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A Auditoria da Justiça Militar recebeu três denúncias do Gaesp contra oito PMs que participaram da operação em 28/10/2025. A ação nos Complexos da Penha e do Alemão deixou 122 mortos, incluindo cinco policiais.

A Auditoria da Justiça Militar recebeu três denúncias contra oito policiais militares que participaram da Operação Contenção, realizada em 28 de outubro de 2025 nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A operação resultou na morte de 122 pessoas, entre elas cinco policiais civis e militares.

As denúncias incluem os crimes de invasão de domicílio, furto e recusa de obediência militar. As medidas foram apresentadas pelo Grupo de Atuação Especializada (Gaesp) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que atua na investigação das condutas policiais durante a ação.

O MPRJ adotou uma série de providências no âmbito da investigação independente conduzida pelo Gaesp. Entre as medidas iniciais constaram a instauração de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) autônomo, o monitoramento em tempo real pelo plantão de operações e o acionamento dos protocolos previstos na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 635), conhecida como ADPF das Favelas.

Além da apuração da atuação policial e do contato com familiares das vítimas, a investigação desenvolveu um eixo técnico-científico. Foram produzidos laudos relativos às vítimas da operação e realizadas análises de mais de 3.600 horas de gravações das câmeras corporais dos policiais militares, segundo os procedimentos adotados pelo MPRJ.

Até o momento, o MPRJ, por meio do Gaesp e das promotorias de Justiça junto à Auditoria da Justiça Militar, havia apresentado seis denúncias contra 17 policiais militares por ilegalidades supostamente praticadas durante a operação. Essas denúncias envolvem práticas indicadas como apropriação de armamento, furto de peças de veículos, invasões de domicílio, constrangimento de moradores e subtração de bens, além de tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais.

A Operação Contenção foi realizada pelo governo do Rio de Janeiro em 28 de outubro de 2025 e teve como foco conter o avanço da organização criminosa Comando Vermelho (CV), com cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão. A ação deixou 122 mortos e resultou na prisão de 23 pessoas.

Com as três novas denúncias recebidas pela Auditoria da Justiça Militar, o processo de apuração sobre os fatos praticados durante a Operação Contenção avança em diferentes frentes, mantendo o foco em responsabilidades individuais e na produção de elementos técnicos que sustentem as medidas judiciais cabíveis.

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