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ELEIÇÕES 2026

Janones critica TSE por suspender canal ‘Exército do Lula’ com 3,3 milhões

Janones critica decisão do TSE que suspendeu o canal de WhatsApp 'Exército do Lula' e nega acusações de disseminação de desinformação.

11/10/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h33
Janones critica TSE por suspender canal ‘Exército do Lula’ com 3,3 milhões

Janones diz que a decisão configura censura. O canal de WhatsApp, criado para mobilizar eleitores no segundo turno (25), foi bloqueado a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro.

O deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG) criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que ordenou, neste domingo (11), a suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”. A ação foi determinada a pedido da campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

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Segundo Janones, o canal tem 3,3 milhões de pessoas e foi criado para mobilizar e orientar eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais, que será disputado no dia 25, entre Flávio Bolsonaro e o candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No pedido ao TSE, a campanha do candidato do PL alegou que Janones teria coordenado a disseminação de conteúdos desinformativos e ofensivos contra Flávio Bolsonaro, com conhecimento e benefício do candidato à reeleição. A denúncia afirma que a estrutura usava o canal de WhatsApp para distribuir “missões” de compartilhamento de publicações e teria empregado recursos públicos de campanha em impulsionamento de propaganda negativa.

Janones nega as acusações. Na noite de sábado (10), ele fez uma transmissão ao vivo pelo Instagram na qual afirmou que o canal ainda estava na fase de inclusão de perfis e de explicações sobre seu funcionamento, sem ter divulgado notícias.

“A censura já começou”

“Eu não divulguei uma notícia lá. Vocês, esses [então] 3,2 milhões de soldados do presidente Lula que estão lá não me deixam mentir. Vocês sabem que não foi divulgado nada ainda”

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Em publicação deste domingo, Janones afirmou que a ação do PL teria sido motivada por “medo” diante de sua atuação nas redes sociais. Ele também explicou os efeitos da decisão do TSE sobre sua atuação em plataformas digitais.

“Nós não vamos nos calar, vamos continuar”

De acordo com Janones, a determinação do tribunal o impede de criar outro canal no YouTube, mas não o impossibilita de seguir com a mobilização no Instagram. O deputado foi reeleito com cerca de 79 mil votos.

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O caso envolve alegações de coordenação de disseminação de material considerado desinformativo e de uso de recursos para impulsionamento de conteúdo negativo. A suspensão do canal no WhatsApp integra medidas solicitadas pela campanha que imputou essas práticas à estrutura vinculada ao grupo.

O episódio deve manter o foco das discussões sobre o papel das redes sociais e grupos de mobilização digital na reta final do segundo turno, que será disputado no dia 25. As decisões judiciais sobre comunicação e propaganda eleitoral seguem com impacto direto sobre a estratégia das campanhas nas plataformas digitais.

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Janones diz que a decisão configura censura. O canal de WhatsApp, criado para mobilizar eleitores no segundo turno (25), foi bloqueado a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro.

O deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG) criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que ordenou, neste domingo (11), a suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”. A ação foi determinada a pedido da campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo Janones, o canal tem 3,3 milhões de pessoas e foi criado para mobilizar e orientar eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais, que será disputado no dia 25, entre Flávio Bolsonaro e o candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No pedido ao TSE, a campanha do candidato do PL alegou que Janones teria coordenado a disseminação de conteúdos desinformativos e ofensivos contra Flávio Bolsonaro, com conhecimento e benefício do candidato à reeleição. A denúncia afirma que a estrutura usava o canal de WhatsApp para distribuir “missões” de compartilhamento de publicações e teria empregado recursos públicos de campanha em impulsionamento de propaganda negativa.

Janones nega as acusações. Na noite de sábado (10), ele fez uma transmissão ao vivo pelo Instagram na qual afirmou que o canal ainda estava na fase de inclusão de perfis e de explicações sobre seu funcionamento, sem ter divulgado notícias.

“A censura já começou”

“Eu não divulguei uma notícia lá. Vocês, esses [então] 3,2 milhões de soldados do presidente Lula que estão lá não me deixam mentir. Vocês sabem que não foi divulgado nada ainda”

Em publicação deste domingo, Janones afirmou que a ação do PL teria sido motivada por “medo” diante de sua atuação nas redes sociais. Ele também explicou os efeitos da decisão do TSE sobre sua atuação em plataformas digitais.

“Nós não vamos nos calar, vamos continuar”

De acordo com Janones, a determinação do tribunal o impede de criar outro canal no YouTube, mas não o impossibilita de seguir com a mobilização no Instagram. O deputado foi reeleito com cerca de 79 mil votos.

O caso envolve alegações de coordenação de disseminação de material considerado desinformativo e de uso de recursos para impulsionamento de conteúdo negativo. A suspensão do canal no WhatsApp integra medidas solicitadas pela campanha que imputou essas práticas à estrutura vinculada ao grupo.

O episódio deve manter o foco das discussões sobre o papel das redes sociais e grupos de mobilização digital na reta final do segundo turno, que será disputado no dia 25. As decisões judiciais sobre comunicação e propaganda eleitoral seguem com impacto direto sobre a estratégia das campanhas nas plataformas digitais.

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