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Aracaju, Sábado, 24 de outubro de 2026
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Sergipe

Vila da Criança impulsiona renda de empreendedoras em Sergipe

No espaço Sabores de Sergipe, 18 empreendedoras da Economia Solidária comercializam pratos regionais e ampliam a renda familiar durante a Vila da Criança. A estrutura é oferecida gratuitamente pelo Governo do Estado.

24/10/2026 · 14h15
Vila da Criança impulsiona renda de empreendedoras em Sergipe

No espaço Sabores de Sergipe, 18 empreendedoras da Economia Solidária comercializam pratos regionais e ampliam a renda familiar durante a Vila da Criança. A estrutura é oferecida gratuitamente pelo Governo do Estado.

A Vila da Criança vai além das brincadeiras, atrações e atividades voltadas ao público infantil. O evento também movimenta a economia e cria oportunidades de renda para sergipanos por meio do espaço Sabores de Sergipe, promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem).

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No local, 18 empreendedoras da Economia Solidária comercializam pratos da culinária sergipana, como caruru, bobó de camarão, escondidinho, tapioca, caldos e salgados. As participantes comemoram o volume de vendas e a possibilidade de obter renda extra para as famílias em um espaço disponibilizado gratuitamente durante todos os dias de programação da Vila da Criança.

A diretora de Economia Solidária da Seteem, Elayne Araújo, destacou o impacto da iniciativa para os empreendedores. “Mais um evento que faz parte do calendário turístico do Governo do Estado de Sergipe, promovendo oportunidades aos empreendedores solidários do nosso estado. A Vila da Criança, pelo terceiro ano, tem sido sucesso de vendas e tem superado a cada dia a expectativa dos empreendedores e de todos aqueles que visitam. Isso nos deixa muito felizes, porque temos a certeza que as políticas públicas promovidas aquecem a economia do nosso estado e aumentam as oportunidades de emprego e geração de renda”, afirmou.

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Para Eliane de Jesus, que vende torta pudim, empadão e outros pratos, participar do evento representa segurança financeira e também a chance de fidelizar clientes. “É uma experiência única e especial. Todo ano, a gente espera por essa oportunidade que o governo nos dá para ganhar a nossa renda. É o meio de nos manter. Graças a Deus, aqui as minhas vendas sempre foram muito boas. Meu carro-chefe é a torta pudim, são os doces, mas os salgados saem bastante também. É uma oportunidade excelente, porque tem muita gente que depende disso para sobreviver, eu sou uma delas. Além das vendas, as pessoas pegam meu número e surgem também encomendas”, comemorou.

A empreendedora Emanuelle Pinheiro, do ramo de sobremesas, ressaltou a oportunidade de divulgar a própria marca para visitantes e turistas de diferentes regiões. “Trabalhar na Vila, acima de tudo, é uma oportunidade grandiosa que nós temos de demonstrar o nosso produto, estender relacionamento, conhecer pessoas e desenvolver novas oportunidades. Nós, empreendedoras, normalmente não temos condições de vir para a orla, ter acesso a tantos turistas, como também a clientes locais e regionais. Se fosse para pagar por isso, não tinha como tirar o nosso sustento, o que foi investido e ainda ter lucro. Então, quando surge essa oportunidade de forma gratuita, a gente consegue sim ter lucro”, enfatizou.

Participando pela primeira vez da Vila da Criança, Wegilla Caroline comercializa chocolate cremoso e celebrou a oportunidade de expandir sua rede de clientes.

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No espaço Sabores de Sergipe, 18 empreendedoras da Economia Solidária comercializam pratos regionais e ampliam a renda familiar durante a Vila da Criança. A estrutura é oferecida gratuitamente pelo Governo do Estado.

A Vila da Criança vai além das brincadeiras, atrações e atividades voltadas ao público infantil. O evento também movimenta a economia e cria oportunidades de renda para sergipanos por meio do espaço Sabores de Sergipe, promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem).

No local, 18 empreendedoras da Economia Solidária comercializam pratos da culinária sergipana, como caruru, bobó de camarão, escondidinho, tapioca, caldos e salgados. As participantes comemoram o volume de vendas e a possibilidade de obter renda extra para as famílias em um espaço disponibilizado gratuitamente durante todos os dias de programação da Vila da Criança.

A diretora de Economia Solidária da Seteem, Elayne Araújo, destacou o impacto da iniciativa para os empreendedores. “Mais um evento que faz parte do calendário turístico do Governo do Estado de Sergipe, promovendo oportunidades aos empreendedores solidários do nosso estado. A Vila da Criança, pelo terceiro ano, tem sido sucesso de vendas e tem superado a cada dia a expectativa dos empreendedores e de todos aqueles que visitam. Isso nos deixa muito felizes, porque temos a certeza que as políticas públicas promovidas aquecem a economia do nosso estado e aumentam as oportunidades de emprego e geração de renda”, afirmou.

Para Eliane de Jesus, que vende torta pudim, empadão e outros pratos, participar do evento representa segurança financeira e também a chance de fidelizar clientes. “É uma experiência única e especial. Todo ano, a gente espera por essa oportunidade que o governo nos dá para ganhar a nossa renda. É o meio de nos manter. Graças a Deus, aqui as minhas vendas sempre foram muito boas. Meu carro-chefe é a torta pudim, são os doces, mas os salgados saem bastante também. É uma oportunidade excelente, porque tem muita gente que depende disso para sobreviver, eu sou uma delas. Além das vendas, as pessoas pegam meu número e surgem também encomendas”, comemorou.

A empreendedora Emanuelle Pinheiro, do ramo de sobremesas, ressaltou a oportunidade de divulgar a própria marca para visitantes e turistas de diferentes regiões. “Trabalhar na Vila, acima de tudo, é uma oportunidade grandiosa que nós temos de demonstrar o nosso produto, estender relacionamento, conhecer pessoas e desenvolver novas oportunidades. Nós, empreendedoras, normalmente não temos condições de vir para a orla, ter acesso a tantos turistas, como também a clientes locais e regionais. Se fosse para pagar por isso, não tinha como tirar o nosso sustento, o que foi investido e ainda ter lucro. Então, quando surge essa oportunidade de forma gratuita, a gente consegue sim ter lucro”, enfatizou.

Participando pela primeira vez da Vila da Criança, Wegilla Caroline comercializa chocolate cremoso e celebrou a oportunidade de expandir sua rede de clientes.

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