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Aracaju, Segunda-feira, 26 de outubro de 2026
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ELEIÇÕES 2026

Pais levam filhos às urnas no segundo turno para ensinar a votar

No segundo turno, pais e responsáveis levaram crianças às seções para mostrar como funciona o voto e transmitir valores cívicos e o cuidado com o futuro.

26/10/2026 · 13h44
Pais levam filhos às urnas no segundo turno para ensinar a votar

No segundo turno, pais e responsáveis levaram crianças às seções para mostrar, na prática, como funciona a votação. Em Brasília, famílias acompanharam a escolha do presidente e até levaram o cachorro.

O voto é facultativo a partir dos 16 anos e obrigatório para os brasileiros de 18 a 70 anos. No segundo turno das eleições, porém, um público mais jovem esteve presente nas seções eleitorais: crianças acompanhadas por mães, pais e responsáveis para ver, na prática, como funciona a democracia e a urna.

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No Centro de Ensino Médio Paulo Freire, na Asa Norte, em Brasília, a publicitária Polyana Carla Alves Ázara e a internacionalista Luísa Malagoli levaram o filho e o cachorro da família e testemunharam o momento da escolha do presidente que vai governar o Brasil de 2027 a 2030.

“Ele participar disso é muito importante. Penso no futuro em que ele, um dia, poderá pensar ‘eu participei, eu estive neste momento de futuro para mim e para o Brasil’. Nosso filho faz parte dessa democracia, que tem que ser positiva para seu futuro.”

“A gente tem que pensar no futuro das próximas gerações e não apenas no agora. O trabalho de qualquer governante tem que ser pensado a longo prazo.”

Luísa Malagoli afirmou que transmite ao filho o legado recebido dos pais e que é necessário que a criança compreenda o dever do exercício do voto.

“Este é um dos momentos mais importantes da nossa vida como cidadão. Não podemos não atuar para o nosso futuro. Não adianta ficarmos só reclamando, se não fizermos por onde.”

Além do ato de votar, Luísa destacou a importância de o eleitor cobrar ações de governantes e legisladores — vereadores, deputados distritais e estaduais — em prol do bem comum, para além dos dias de votação.

Com o E‑Título no celular e uma filha em cada mão, a analista de departamento pessoal Elizabete Queiroz Gomes levou as filhas Emanuelle, de 10 anos, e Luna, de 9, para acompanhá‑la na votação.

“É muito importante, desde cedo, a gente já ensinar os nossos filhos, os nossos irmãos mais novos, todos eles, sobre a importância de a gente ter o nosso direito de voto e saber como é que funciona todo o processo.”

Depois de votar no Varjão, a 13 quilômetros do centro de Brasília, Elizabete disse que sua escolha foi consciente e voltada para um futuro melhor às filhas, ressaltando o peso do voto para as mulheres brasileiras.

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“Eu sou uma mulher. E votar tem um peso enorme para nós que somos mulheres brasileiras, já que esta conquista não faz tanto tempo que a gente conseguiu.”

Na mesma escola pública, a aposentada Siomara Chao, de 59 anos, levou o neto Iyaz, de 4 anos, por patriotismo, mesmo reconhecendo que o menino ainda não entendia todas as consequências das escolhas na cabine.

“Iyaz já canta o Hino Nacional na escola dele, que também ensina o patriotismo. O que acho superpositivo.”

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Ao lado do marido, o mecânico Plínio de La Pena, de 72 anos, Siomara justificou que votou em candidatos que possam garantir o futuro dos quatro filhos e dos 12 netos.

“Vir aqui, no domingo, é exercer a nossa cidadania. Fazer valer uma mudança, um progresso futuro para os nossos netos, para os nossos filhos. Algo melhor.”

Em outra seção, o menino Arcanjo Miguel Mota da Silva, de 7 anos, acompanhou o pai, Nilsemar Ferreira da Silva. Embora ainda sem plena compreensão sobre política, o pai considerou importante que a criança comece a entender o tema e relacionou o voto a prioridades como segurança e educação.

“É importante para ele começar a entender a respeito do que que se trata a política.”

“Quero um país melhor. Quero poder sair de casa sem medo de nada, ter segurança. E também priorizo a educação para as crianças.”

Em todas as situações registradas, famílias levaram crianças às urnas como forma de aproximá‑las do processo eleitoral e de transmitir valores cívicos, com ênfase em educação para a cidadania e em escolhas voltadas ao futuro das próximas gerações.

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No segundo turno, pais e responsáveis levaram crianças às seções para mostrar, na prática, como funciona a votação. Em Brasília, famílias acompanharam a escolha do presidente e até levaram o cachorro.

O voto é facultativo a partir dos 16 anos e obrigatório para os brasileiros de 18 a 70 anos. No segundo turno das eleições, porém, um público mais jovem esteve presente nas seções eleitorais: crianças acompanhadas por mães, pais e responsáveis para ver, na prática, como funciona a democracia e a urna.

No Centro de Ensino Médio Paulo Freire, na Asa Norte, em Brasília, a publicitária Polyana Carla Alves Ázara e a internacionalista Luísa Malagoli levaram o filho e o cachorro da família e testemunharam o momento da escolha do presidente que vai governar o Brasil de 2027 a 2030.

“Ele participar disso é muito importante. Penso no futuro em que ele, um dia, poderá pensar ‘eu participei, eu estive neste momento de futuro para mim e para o Brasil’. Nosso filho faz parte dessa democracia, que tem que ser positiva para seu futuro.”

“A gente tem que pensar no futuro das próximas gerações e não apenas no agora. O trabalho de qualquer governante tem que ser pensado a longo prazo.”

Luísa Malagoli afirmou que transmite ao filho o legado recebido dos pais e que é necessário que a criança compreenda o dever do exercício do voto.

“Este é um dos momentos mais importantes da nossa vida como cidadão. Não podemos não atuar para o nosso futuro. Não adianta ficarmos só reclamando, se não fizermos por onde.”

Além do ato de votar, Luísa destacou a importância de o eleitor cobrar ações de governantes e legisladores — vereadores, deputados distritais e estaduais — em prol do bem comum, para além dos dias de votação.

Com o E‑Título no celular e uma filha em cada mão, a analista de departamento pessoal Elizabete Queiroz Gomes levou as filhas Emanuelle, de 10 anos, e Luna, de 9, para acompanhá‑la na votação.

“É muito importante, desde cedo, a gente já ensinar os nossos filhos, os nossos irmãos mais novos, todos eles, sobre a importância de a gente ter o nosso direito de voto e saber como é que funciona todo o processo.”

Depois de votar no Varjão, a 13 quilômetros do centro de Brasília, Elizabete disse que sua escolha foi consciente e voltada para um futuro melhor às filhas, ressaltando o peso do voto para as mulheres brasileiras.

“Eu sou uma mulher. E votar tem um peso enorme para nós que somos mulheres brasileiras, já que esta conquista não faz tanto tempo que a gente conseguiu.”

Na mesma escola pública, a aposentada Siomara Chao, de 59 anos, levou o neto Iyaz, de 4 anos, por patriotismo, mesmo reconhecendo que o menino ainda não entendia todas as consequências das escolhas na cabine.

“Iyaz já canta o Hino Nacional na escola dele, que também ensina o patriotismo. O que acho superpositivo.”

Ao lado do marido, o mecânico Plínio de La Pena, de 72 anos, Siomara justificou que votou em candidatos que possam garantir o futuro dos quatro filhos e dos 12 netos.

“Vir aqui, no domingo, é exercer a nossa cidadania. Fazer valer uma mudança, um progresso futuro para os nossos netos, para os nossos filhos. Algo melhor.”

Em outra seção, o menino Arcanjo Miguel Mota da Silva, de 7 anos, acompanhou o pai, Nilsemar Ferreira da Silva. Embora ainda sem plena compreensão sobre política, o pai considerou importante que a criança comece a entender o tema e relacionou o voto a prioridades como segurança e educação.

“É importante para ele começar a entender a respeito do que que se trata a política.”

“Quero um país melhor. Quero poder sair de casa sem medo de nada, ter segurança. E também priorizo a educação para as crianças.”

Em todas as situações registradas, famílias levaram crianças às urnas como forma de aproximá‑las do processo eleitoral e de transmitir valores cívicos, com ênfase em educação para a cidadania e em escolhas voltadas ao futuro das próximas gerações.

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