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Tati Machado revela perda do bebê às 33 semanas e emociona no ‘Saia Justa’

No 'Saia Justa' (28/10), Tati Machado relembrou a perda do filho Rael em 2025 e falou sobre o luto e a espera pelo bebê Rafael.

02/11/2026 · 12h38
Tati Machado revela perda do bebê às 33 semanas e emociona no ‘Saia Justa’

Em desabafo ao vivo, Tati Machado falou da perda de Rael, descoberta às 33 semanas em maio de 2025. A jornalista refletiu sobre o luto, as expectativas e disse: 'Eu senti a maternidade mesmo sem tê-la'.

Na reta final da gravidez, Tati Machado se despediu da atual temporada do programa “Saia Justa”, no GNT, e fez um relato emocionante sobre a experiência da maternidade e do luto. Em maio de 2025, ela estava com 33 semanas de gestação — o que equivale a oito meses — quando descobriu a falta de batimentos cardíacos do bebê.

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Sobre o luto por Rael, na edição do programa da última quarta (28/10), a jornalista fez um desabafo marcado pela dor e pela reflexão sobre expectativas e perda.

“Eu senti a maternidade mesmo sem tê-la”

O episódio ao vivo contou com a presença de colegas do programa no sofá. Na conversa com as apresentadoras, Tati falou sobre como construiu, ao longo do período gestacional, um imaginário sobre o filho que acabou sendo interrompido pela tragédia. Ela explicou que, no seu pensamento, o filho continuava crescendo, o que intensificava o choque entre o que se esperava e a realidade vivida.

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“O Rael, hoje, já teria um ano e meio, um pouco mais do que isso. E no meu imaginário, na minha… No que eu penso, ele não é o bebê que eu vi. Ele tá crescendo também. Então você imagina: ele tá crescendo. Então como isso é impactante, também muda. Então é muito dessa expectativa que nunca vai bater muito com a realidade”

Além do relato sobre Rael, Tati e o marido, o cineasta e fotógrafo Bruno Monteiro, estão à espera de um novo filho, que será chamado Rafael. A nova gestação foi mencionada no programa no presente, indicando que o casal continua acompanhando um processo de reconstrução afetiva enquanto se prepara para a chegada do bebê.

O testemunho da apresentadora trouxe à tona questões sobre luto perinatal, a construção de expectativas e como essas imagens mentais permanecem mesmo após a perda. No estúdio, a fala de Tati ganhou atenção por abordar frontalmente a experiência de sentir a maternidade sem a presença física do filho.

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O relato também serviu para lembrar que processos de luto e de preparação para uma nova gestação podem coexistir, com tempos e sentimentos que nem sempre se alinham às expectativas externas. A participação no programa reforçou o caráter pessoal e público da história, ao mesmo tempo em que expôs a complexidade do trauma e da esperança no contexto familiar.

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Em desabafo ao vivo, Tati Machado falou da perda de Rael, descoberta às 33 semanas em maio de 2025. A jornalista refletiu sobre o luto, as expectativas e disse: 'Eu senti a maternidade mesmo sem tê-la'.

Na reta final da gravidez, Tati Machado se despediu da atual temporada do programa “Saia Justa”, no GNT, e fez um relato emocionante sobre a experiência da maternidade e do luto. Em maio de 2025, ela estava com 33 semanas de gestação — o que equivale a oito meses — quando descobriu a falta de batimentos cardíacos do bebê.

Sobre o luto por Rael, na edição do programa da última quarta (28/10), a jornalista fez um desabafo marcado pela dor e pela reflexão sobre expectativas e perda.

“Eu senti a maternidade mesmo sem tê-la”

O episódio ao vivo contou com a presença de colegas do programa no sofá. Na conversa com as apresentadoras, Tati falou sobre como construiu, ao longo do período gestacional, um imaginário sobre o filho que acabou sendo interrompido pela tragédia. Ela explicou que, no seu pensamento, o filho continuava crescendo, o que intensificava o choque entre o que se esperava e a realidade vivida.

“O Rael, hoje, já teria um ano e meio, um pouco mais do que isso. E no meu imaginário, na minha… No que eu penso, ele não é o bebê que eu vi. Ele tá crescendo também. Então você imagina: ele tá crescendo. Então como isso é impactante, também muda. Então é muito dessa expectativa que nunca vai bater muito com a realidade”

Além do relato sobre Rael, Tati e o marido, o cineasta e fotógrafo Bruno Monteiro, estão à espera de um novo filho, que será chamado Rafael. A nova gestação foi mencionada no programa no presente, indicando que o casal continua acompanhando um processo de reconstrução afetiva enquanto se prepara para a chegada do bebê.

O testemunho da apresentadora trouxe à tona questões sobre luto perinatal, a construção de expectativas e como essas imagens mentais permanecem mesmo após a perda. No estúdio, a fala de Tati ganhou atenção por abordar frontalmente a experiência de sentir a maternidade sem a presença física do filho.

O relato também serviu para lembrar que processos de luto e de preparação para uma nova gestação podem coexistir, com tempos e sentimentos que nem sempre se alinham às expectativas externas. A participação no programa reforçou o caráter pessoal e público da história, ao mesmo tempo em que expôs a complexidade do trauma e da esperança no contexto familiar.

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