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ELEIÇÕES 2026

Seis cidades vão às urnas em 6 de dezembro para eleger prefeitos

Eleitores de seis municípios retornarão às urnas em 6 de dezembro para escolher prefeitos e vices após indeferimentos e cassações.

26/10/2026 · 13h44
Seis cidades vão às urnas em 6 de dezembro para eleger prefeitos

Tribunais Regionais Eleitorais convocaram eleições suplementares após indeferimento de candidaturas e cassação de mandatos eleitos em 2024. As votações ocorrerão em municípios de três Estados para definir prefeitos e vices.

Eleitores de seis municípios em três Estados voltarão às urnas no dia 6 de dezembro para escolher novos prefeitos e vice-prefeitos nas últimas eleições suplementares do ano. Os novos pleitos foram convocados pelos Tribunais Regionais Eleitorais, após a confirmação do indeferimento da candidatura e a cassação de mandatos das chapas eleitas nas eleições de 2024.

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6 de dezembro

Minas Gerais

  • Buritis: município mineiro com 24 mil habitantes
  • Francisco Sá: eleição suplementar para prefeito
  • Santo Antônio do Rio Abaixo: eleição suplementar para prefeito
  • Grupiara: menor entre as listadas, com 1,3 mil moradores

Maranhão

  • Nova Olinda do Maranhão: eleição suplementar para prefeito

Rio Grande do Norte

  • São Miguel do Gostoso: eleição suplementar para prefeito

Só poderão votar os eleitores que estiverem em situação regular até o dia 8 de julho, que é o marco de 151 dias antes da votação. Essa condição vale para todos os municípios onde ocorrerão os pleitos suplementares.

Diferente das eleições ordinárias, os candidatos das suplementares prestarão contas apenas ao final das campanhas, procedimento que segue normas específicas para pleitos complementares. Até a posse dos diplomados, os presidentes das Câmaras Municipais de cada cidade ficam interinamente à frente da prefeitura, garantindo a transição administrativa até a nova gestão assumir.

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A chefia do Executivo eleita vai exercer o mandato até dezembro de 2028, completando o período remanescente do mandato municipal iniciado em 2025. As votações de dezembro representam as últimas eleições suplementares previstas para o calendário eleitoral do ano.

As convocações pelos Tribunais Regionais Eleitorais ocorreram após decisões que confirmaram o indeferimento de candidaturas e a cassação de mandatos das chapas vencedoras em 2024, situações que levaram à necessidade de realização de novos pleitos para garantir a regularidade da representação municipal nas localidades afetadas.

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Tribunais Regionais Eleitorais convocaram eleições suplementares após indeferimento de candidaturas e cassação de mandatos eleitos em 2024. As votações ocorrerão em municípios de três Estados para definir prefeitos e vices.

Eleitores de seis municípios em três Estados voltarão às urnas no dia 6 de dezembro para escolher novos prefeitos e vice-prefeitos nas últimas eleições suplementares do ano. Os novos pleitos foram convocados pelos Tribunais Regionais Eleitorais, após a confirmação do indeferimento da candidatura e a cassação de mandatos das chapas eleitas nas eleições de 2024.

6 de dezembro

Minas Gerais

  • Buritis: município mineiro com 24 mil habitantes
  • Francisco Sá: eleição suplementar para prefeito
  • Santo Antônio do Rio Abaixo: eleição suplementar para prefeito
  • Grupiara: menor entre as listadas, com 1,3 mil moradores

Maranhão

  • Nova Olinda do Maranhão: eleição suplementar para prefeito

Rio Grande do Norte

  • São Miguel do Gostoso: eleição suplementar para prefeito

Só poderão votar os eleitores que estiverem em situação regular até o dia 8 de julho, que é o marco de 151 dias antes da votação. Essa condição vale para todos os municípios onde ocorrerão os pleitos suplementares.

Diferente das eleições ordinárias, os candidatos das suplementares prestarão contas apenas ao final das campanhas, procedimento que segue normas específicas para pleitos complementares. Até a posse dos diplomados, os presidentes das Câmaras Municipais de cada cidade ficam interinamente à frente da prefeitura, garantindo a transição administrativa até a nova gestão assumir.

A chefia do Executivo eleita vai exercer o mandato até dezembro de 2028, completando o período remanescente do mandato municipal iniciado em 2025. As votações de dezembro representam as últimas eleições suplementares previstas para o calendário eleitoral do ano.

As convocações pelos Tribunais Regionais Eleitorais ocorreram após decisões que confirmaram o indeferimento de candidaturas e a cassação de mandatos das chapas vencedoras em 2024, situações que levaram à necessidade de realização de novos pleitos para garantir a regularidade da representação municipal nas localidades afetadas.

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