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Queens of the Stone Age transforma dor em ‘Perfecth’, inspirado no kintsugi

Queens of the Stone Age lança 'Perfecth', álbum de nove faixas inspirado no kintsugi; disco saiu em 30/10 e banda anuncia turnê mundial em 2027.

02/11/2026 · 12h15
Queens of the Stone Age transforma dor em ‘Perfecth’, inspirado no kintsugi

O novo álbum usa a técnica japonesa do kintsugi como metáfora para curas e reparos após os problemas de saúde e pessoais do vocalista Josh Homme. Em nove faixas, aborda diferentes formas de amor e recomeço.

O Queens of the Stone Age recorreu ao kintsugi, a arte japonesa de reparar cerâmicas com ouro, como referência para a construção do novo álbum Perfecth. A banda usou a imagem do conserto como metáfora para o período que atravessou após os problemas de saúde e questões pessoais do vocalista Josh Homme, e trouxe essa busca por transformação para as nove faixas do disco.

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“O que foi despedaçado fica mais bonito, e não menos, com o ato do reparo. Por isso as músicas deste álbum falam sobre diferentes formas de amor: pela família, pelos amigos e por outras pessoas, importantes ou não. Há laços que nos sustentam e outros que acabam nos quebrando.”

O álbum, produzido por Josh Homme e pelo baixista Michael Shuman, foi lançado nesta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, pela Matador Records. Com apenas 36 minutos, é o disco mais curto da banda até hoje, e apresenta faixas que expandem o repertório além do stoner rock tradicional, flertando com art rock, jazz, folk e country blues.

Entre as músicas citadas na divulgação estão Insignificant Other (segundo single), Where The Goth Girls At?, Mono, From The Cliff, Easy Street, Phantom Limb e o quarto single Run Away From the Mob, faixa que foi originalmente gravada em 2013 com Dave Grohl na bateria. Outra canção mencionada, Sunday, teve participação de Homme na coautoria para o álbum Post Pop Depression (2016) de Iggy Pop.

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Para registrar o novo trabalho, Homme e os colegas Troy Van Leeuwen (guitarra), Dean Fertita (guitarra e teclados) e Jon Theodore (bateria) trabalharam em diferentes estúdios e cidades, incluindo sessões em Nova Orleans e Los Angeles. Segundo a banda, a produção buscou um som crú e natural, com muitos momentos tocados com todos os integrantes na mesma sala, remetendo à sensação de gravações dos anos 1970.

“Acho que em Nova Orleans você vê as pessoas sendo elas mesmas, e isso te inspira a fazer o mesmo. Qual é o meu som individual? A magia, a crueza e até o clima de Nova Orleans afetam bastante. Você sente que a cidade está em você inteiro. E eu gosto de ficar preso nessa sensação.”

“Parece que não há escapatória e que tem uma história interessante acontecendo. Principalmente numa cidade como Nova Orleans, você não fica só no estúdio. A gente ia e voltava a pé à noite, são dez quarteirões, você está no pântano, tem um bar do outro lado da rua, passam desfiles. Você acaba sendo levado pelo momento. É bom.”

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Turnê e datas anunciadas

  • 1º de maio de 2027 — início da etapa norte-americana em San Diego (turnê por arenas, ao lado de Pixies e Wheelchair Sports Camp).
  • 24 de maio de 2027 — término da etapa norte-americana em Boston.
  • 6 de março de 2027 — show na Cidade do México, no Estadio de los Deportes (primeiro show fora de festivais desde 2014), ao lado do Interpol.
  • Março de 2027 — headliner do Lollapalooza na Argentina, no Chile e no Brasil; no Brasil, a apresentação será no sábado, 20 de março de 2027, dividindo o sábado com The Killers e Mochakk.

O novo álbum e a sequência de shows colocam a banda novamente em evidência no circuito internacional. Para o público brasileiro e sergipano, a confirmação do Queens of the Stone Age no Lollapalooza do país é a principal oportunidade de ver o grupo ao vivo no próximo ano.

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O novo álbum usa a técnica japonesa do kintsugi como metáfora para curas e reparos após os problemas de saúde e pessoais do vocalista Josh Homme. Em nove faixas, aborda diferentes formas de amor e recomeço.

O Queens of the Stone Age recorreu ao kintsugi, a arte japonesa de reparar cerâmicas com ouro, como referência para a construção do novo álbum Perfecth. A banda usou a imagem do conserto como metáfora para o período que atravessou após os problemas de saúde e questões pessoais do vocalista Josh Homme, e trouxe essa busca por transformação para as nove faixas do disco.

“O que foi despedaçado fica mais bonito, e não menos, com o ato do reparo. Por isso as músicas deste álbum falam sobre diferentes formas de amor: pela família, pelos amigos e por outras pessoas, importantes ou não. Há laços que nos sustentam e outros que acabam nos quebrando.”

O álbum, produzido por Josh Homme e pelo baixista Michael Shuman, foi lançado nesta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, pela Matador Records. Com apenas 36 minutos, é o disco mais curto da banda até hoje, e apresenta faixas que expandem o repertório além do stoner rock tradicional, flertando com art rock, jazz, folk e country blues.

Entre as músicas citadas na divulgação estão Insignificant Other (segundo single), Where The Goth Girls At?, Mono, From The Cliff, Easy Street, Phantom Limb e o quarto single Run Away From the Mob, faixa que foi originalmente gravada em 2013 com Dave Grohl na bateria. Outra canção mencionada, Sunday, teve participação de Homme na coautoria para o álbum Post Pop Depression (2016) de Iggy Pop.

Para registrar o novo trabalho, Homme e os colegas Troy Van Leeuwen (guitarra), Dean Fertita (guitarra e teclados) e Jon Theodore (bateria) trabalharam em diferentes estúdios e cidades, incluindo sessões em Nova Orleans e Los Angeles. Segundo a banda, a produção buscou um som crú e natural, com muitos momentos tocados com todos os integrantes na mesma sala, remetendo à sensação de gravações dos anos 1970.

“Acho que em Nova Orleans você vê as pessoas sendo elas mesmas, e isso te inspira a fazer o mesmo. Qual é o meu som individual? A magia, a crueza e até o clima de Nova Orleans afetam bastante. Você sente que a cidade está em você inteiro. E eu gosto de ficar preso nessa sensação.”

“Parece que não há escapatória e que tem uma história interessante acontecendo. Principalmente numa cidade como Nova Orleans, você não fica só no estúdio. A gente ia e voltava a pé à noite, são dez quarteirões, você está no pântano, tem um bar do outro lado da rua, passam desfiles. Você acaba sendo levado pelo momento. É bom.”

Turnê e datas anunciadas

  • 1º de maio de 2027 — início da etapa norte-americana em San Diego (turnê por arenas, ao lado de Pixies e Wheelchair Sports Camp).
  • 24 de maio de 2027 — término da etapa norte-americana em Boston.
  • 6 de março de 2027 — show na Cidade do México, no Estadio de los Deportes (primeiro show fora de festivais desde 2014), ao lado do Interpol.
  • Março de 2027 — headliner do Lollapalooza na Argentina, no Chile e no Brasil; no Brasil, a apresentação será no sábado, 20 de março de 2027, dividindo o sábado com The Killers e Mochakk.

O novo álbum e a sequência de shows colocam a banda novamente em evidência no circuito internacional. Para o público brasileiro e sergipano, a confirmação do Queens of the Stone Age no Lollapalooza do país é a principal oportunidade de ver o grupo ao vivo no próximo ano.

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