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Mauro Vieira agenda reunião bilateral com Marco Rubio em Atlanta

Em Atlanta, Vieira se encontrou com Marco Rubio após a reeleição de Lula e a saída do senador Flávio Bolsonaro, que deixou o país em meio a investigações.

02/11/2026 · 12h14
Mauro Vieira agenda reunião bilateral com Marco Rubio em Atlanta

Em Atlanta, no coquetel da reunião de chanceleres do G20, Mauro Vieira e Marco Rubio trocaram palavras na sexta-feira (30). O breve diálogo acertou um encontro entre os dois antes da cúpula dos dias 14 e 15.

A reunião de ministros das Relações Exteriores do G20 em Atlanta, nos Estados Unidos, foi palco do primeiro encontro entre o ministro Mauro Vieira e o secretário de Estado americano Marco Rubio, logo após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a saída do país do senador Flávio Bolsonaro.

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Os dois chefes das diplomacias se encontraram no coquetel de recepção da reunião de chanceleres, realizada na noite de sexta-feira (30). A conversa entre Mauro Vieira e Marco Rubio foi breve, mas resultou no acerto de uma reunião bilateral antes da cúpula do G20, marcada para os dias 14 e 15 de dezembro, em Miami.

Como presidente do G20 em 2026, a administração americana promoveu o encontro de chanceleres em Atlanta entre a sexta-feira (30) e o sábado (31) para debater questões de geopolítica, mercado de energia e cadeias de suprimentos globais.

O encontro entre Rubio e Vieira ocorreu em contexto diplomático sensível, após o presidente Donald Trump evitar reconhecer a vitória de Lula nas eleições e autorizar a entrada nos EUA do senador Flávio Bolsonaro — que, segundo o texto original, não reconheceu a derrota — depois de a Justiça brasileira ter proibido a saída do parlamentar.

Parlamentares democratas de oposição a Trump enviaram carta a Marco Rubio questionando a suposta ajuda da Casa Branca à viagem de Flávio aos Estados Unidos. O senador deixou o Brasil em meio a investigações que apuram lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas; ele nega irregularidades.

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Durante a sexta-feira (30), Mauro Vieira participou da sessão de abertura do encontro de chanceleres e realizou reuniões bilaterais com os ministros Subrahmanyam Jaishankar (Índia), Ed Miliband (Reino Unido) e Radosław Sikorski (Polônia).

“Jaishankar [chanceler indiano] cumprimentou Mauro Vieira pela conclusão do processo eleitoral no Brasil. O indiano pediu transmitir ao Presidente Lula as calorosas congratulações do Primeiro-Ministro Narendra Modi pelo triunfo eleitoral”

O Itamaraty divulgou essa mensagem em uma rede social, segundo informação oficial.

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Sobre a saída de Flávio, o senador deixou o país após a Polícia Federal ter pedido o confisco do passaporte diante do risco de fuga, conforme apontou a investigação. Entre os inquéritos mencionados está o pagamento de R$ 60 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para a suposta produção do filme Dark Horse, que narra a história do pai do senador, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em outro procedimento, a Polícia Federal investiga relações entre o parlamentar e o advogado Willer Tomaz, dono de uma casa de apostas alvo de acusações de lavagem de dinheiro e envolvimento em fraudes ao INSS. A Justiça já bloqueou mais de R$ 6 bilhões ligados a Willer Tomaz, conforme consta nos autos citados no texto original.

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Em Atlanta, no coquetel da reunião de chanceleres do G20, Mauro Vieira e Marco Rubio trocaram palavras na sexta-feira (30). O breve diálogo acertou um encontro entre os dois antes da cúpula dos dias 14 e 15.

A reunião de ministros das Relações Exteriores do G20 em Atlanta, nos Estados Unidos, foi palco do primeiro encontro entre o ministro Mauro Vieira e o secretário de Estado americano Marco Rubio, logo após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a saída do país do senador Flávio Bolsonaro.

Os dois chefes das diplomacias se encontraram no coquetel de recepção da reunião de chanceleres, realizada na noite de sexta-feira (30). A conversa entre Mauro Vieira e Marco Rubio foi breve, mas resultou no acerto de uma reunião bilateral antes da cúpula do G20, marcada para os dias 14 e 15 de dezembro, em Miami.

Como presidente do G20 em 2026, a administração americana promoveu o encontro de chanceleres em Atlanta entre a sexta-feira (30) e o sábado (31) para debater questões de geopolítica, mercado de energia e cadeias de suprimentos globais.

O encontro entre Rubio e Vieira ocorreu em contexto diplomático sensível, após o presidente Donald Trump evitar reconhecer a vitória de Lula nas eleições e autorizar a entrada nos EUA do senador Flávio Bolsonaro — que, segundo o texto original, não reconheceu a derrota — depois de a Justiça brasileira ter proibido a saída do parlamentar.

Parlamentares democratas de oposição a Trump enviaram carta a Marco Rubio questionando a suposta ajuda da Casa Branca à viagem de Flávio aos Estados Unidos. O senador deixou o Brasil em meio a investigações que apuram lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas; ele nega irregularidades.

Durante a sexta-feira (30), Mauro Vieira participou da sessão de abertura do encontro de chanceleres e realizou reuniões bilaterais com os ministros Subrahmanyam Jaishankar (Índia), Ed Miliband (Reino Unido) e Radosław Sikorski (Polônia).

“Jaishankar [chanceler indiano] cumprimentou Mauro Vieira pela conclusão do processo eleitoral no Brasil. O indiano pediu transmitir ao Presidente Lula as calorosas congratulações do Primeiro-Ministro Narendra Modi pelo triunfo eleitoral”

O Itamaraty divulgou essa mensagem em uma rede social, segundo informação oficial.

Sobre a saída de Flávio, o senador deixou o país após a Polícia Federal ter pedido o confisco do passaporte diante do risco de fuga, conforme apontou a investigação. Entre os inquéritos mencionados está o pagamento de R$ 60 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para a suposta produção do filme Dark Horse, que narra a história do pai do senador, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em outro procedimento, a Polícia Federal investiga relações entre o parlamentar e o advogado Willer Tomaz, dono de uma casa de apostas alvo de acusações de lavagem de dinheiro e envolvimento em fraudes ao INSS. A Justiça já bloqueou mais de R$ 6 bilhões ligados a Willer Tomaz, conforme consta nos autos citados no texto original.

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